Pesquisa da UPF desenvolve biofertilizantes à base de microalgas para uma agricultura mais sustentável


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Foto: Divulgação 12/06/2026

Uma pesquisa desenvolvida na Universidade de Passo Fundo está apostando no potencial das microalgas para criar uma tecnologia inovadora voltada à produção de biofertilizantes e bioestimulantes agrícolas. O estudo busca utilizar esses microrganismos para recuperar nutrientes presentes em resíduos minerais, especialmente fósforo e potássio encontrados no pó de rocha, tornando-os mais disponíveis para a absorção pelas plantas.

O projeto é desenvolvido no Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil e Ambiental (PPGEng) da UPF e é conduzido pelo pesquisador de pós-doutorado Alan Rempel, pela mestre Julia Lorenzato e pela doutoranda Viviane Simon, sob coordenação da professora Dra. Luciane Maria Colla.

Segundo os pesquisadores, a proposta é aproveitar o metabolismo das microalgas para solubilizar os nutrientes e incorporá-los à biomassa produzida, gerando produtos com potencial de aplicação na agricultura. A iniciativa também busca reduzir a dependência de fertilizantes convencionais e incentivar o reaproveitamento de resíduos minerais, em sintonia com os princípios da economia circular.

 

Trabalho reúne equipe multidisciplinar

A pesquisa conta com a colaboração de professores e estudantes de diferentes áreas, incluindo biotecnologia, microbiologia, engenharia ambiental e agronomia. Entre os parceiros está o Programa de Pós-Graduação em Agronomia (PPGAgro) da UPF, com participação do professor Dr. Edson Bortoluzzi.

As atividades envolvem análises químicas, físicas e mineralógicas dos resíduos utilizados, além do cultivo de diferentes espécies de microalgas, como Scenedesmus obliquus, Spirulina platensis e Chlorella sp.. Os pesquisadores avaliam a capacidade desses organismos de crescer na presença dos resíduos e de disponibilizar nutrientes importantes para o desenvolvimento vegetal.

Durante os experimentos, são monitorados indicadores como crescimento celular, concentração de fósforo disponível, atividade enzimática, produção de proteínas e síntese de compostos bioativos. Também são realizados testes para verificar a eficiência dos produtos como biofertilizantes e possíveis efeitos tóxicos.

Após a etapa laboratorial, os materiais produzidos são aplicados em sementes e plantas, permitindo avaliar fatores como germinação, desenvolvimento radicular, crescimento vegetativo e produtividade.

 

Alternativa sustentável para o agronegócio

As microalgas apresentam características que favorecem o desenvolvimento das culturas agrícolas, sendo capazes de produzir aminoácidos, vitaminas, antioxidantes, pigmentos e hormônios vegetais durante seu crescimento.

Quando aplicados no solo, nas sementes ou por pulverização foliar, os produtos derivados dessas microalgas podem atuar tanto como biofertilizantes, fornecendo nutrientes essenciais, quanto como bioestimulantes, auxiliando no fortalecimento das plantas e na resistência a condições de estresse ambiental.

Além dos benefícios agronômicos, a pesquisa pode contribuir para reduzir o uso de fertilizantes químicos tradicionais, diminuir impactos ambientais e fortalecer práticas agrícolas mais sustentáveis.

Para o pesquisador Alan Rempel, a iniciativa representa uma alternativa promissora diante dos desafios atuais do setor agropecuário, como a dependência de fertilizantes importados e o aumento dos custos de produção. Ao transformar resíduos minerais em insumos de valor agregado, o estudo contribui para a preservação ambiental, a segurança alimentar e o desenvolvimento de uma agricultura baseada nos princípios da sustentabilidade e da economia circular.

Uma pesquisa desenvolvida na Universidade de Passo Fundo está apostando no potencial das microalgas para criar uma tecnologia inovadora voltada à produção de biofertilizantes e bioestimulantes agrícolas. O estudo busca utilizar esses microrganismos para recuperar nutrientes presentes em resíduos minerais, especialmente fósforo e potássio encontrados no pó de rocha, tornando-os mais disponíveis para a absorção pelas plantas.

O projeto é desenvolvido no Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil e Ambiental (PPGEng) da UPF e é conduzido pelo pesquisador de pós-doutorado Alan Rempel, pela mestre Julia Lorenzato e pela doutoranda Viviane Simon, sob coordenação da professora Dra. Luciane Maria Colla.

Segundo os pesquisadores, a proposta é aproveitar o metabolismo das microalgas para solubilizar os nutrientes e incorporá-los à biomassa produzida, gerando produtos com potencial de aplicação na agricultura. A iniciativa também busca reduzir a dependência de fertilizantes convencionais e incentivar o reaproveitamento de resíduos minerais, em sintonia com os princípios da economia circular.

 

Trabalho reúne equipe multidisciplinar

A pesquisa conta com a colaboração de professores e estudantes de diferentes áreas, incluindo biotecnologia, microbiologia, engenharia ambiental e agronomia. Entre os parceiros está o Programa de Pós-Graduação em Agronomia (PPGAgro) da UPF, com participação do professor Dr. Edson Bortoluzzi.

As atividades envolvem análises químicas, físicas e mineralógicas dos resíduos utilizados, além do cultivo de diferentes espécies de microalgas, como Scenedesmus obliquus, Spirulina platensis e Chlorella sp.. Os pesquisadores avaliam a capacidade desses organismos de crescer na presença dos resíduos e de disponibilizar nutrientes importantes para o desenvolvimento vegetal.

Durante os experimentos, são monitorados indicadores como crescimento celular, concentração de fósforo disponível, atividade enzimática, produção de proteínas e síntese de compostos bioativos. Também são realizados testes para verificar a eficiência dos produtos como biofertilizantes e possíveis efeitos tóxicos.

Após a etapa laboratorial, os materiais produzidos são aplicados em sementes e plantas, permitindo avaliar fatores como germinação, desenvolvimento radicular, crescimento vegetativo e produtividade.

 

Alternativa sustentável para o agronegócio

As microalgas apresentam características que favorecem o desenvolvimento das culturas agrícolas, sendo capazes de produzir aminoácidos, vitaminas, antioxidantes, pigmentos e hormônios vegetais durante seu crescimento.

Quando aplicados no solo, nas sementes ou por pulverização foliar, os produtos derivados dessas microalgas podem atuar tanto como biofertilizantes, fornecendo nutrientes essenciais, quanto como bioestimulantes, auxiliando no fortalecimento das plantas e na resistência a condições de estresse ambiental.

Além dos benefícios agronômicos, a pesquisa pode contribuir para reduzir o uso de fertilizantes químicos tradicionais, diminuir impactos ambientais e fortalecer práticas agrícolas mais sustentáveis.

Para o pesquisador Alan Rempel, a iniciativa representa uma alternativa promissora diante dos desafios atuais do setor agropecuário, como a dependência de fertilizantes importados e o aumento dos custos de produção. Ao transformar resíduos minerais em insumos de valor agregado, o estudo contribui para a preservação ambiental, a segurança alimentar e o desenvolvimento de uma agricultura baseada nos princípios da sustentabilidade e da economia circular.

Fonte: Jornalismo - Folha do Nordeste

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