O presidente da Câmara de Vereadores de São João da Urtiga, Sandro Marcolin (Progressistas), foi preso na manhã desta quinta-feira (15) durante a Operação Erradicatio, deflagrada pela Polícia Civil. A ação apura a atuação de um grupo suspeito de envolvimento em crimes de extorsão e cobrança de juros abusivos.
Além do parlamentar, outras duas pessoas também foram presas preventivamente por participação no esquema criminoso. De acordo com a Polícia Civil, os investigados exigiam pagamentos financeiros como forma de quitação de dívidas contraídas em casas noturnas, impondo valores elevados e condições consideradas ilegais.
A investigação teve início a partir de uma ocorrência registrada por uma família de São João da Urtiga, que relatou ter sido vítima do grupo. Conforme apurado, as vítimas chegaram a contrair empréstimos e até vender terras para atender às exigências financeiras impostas.
Durante a operação, foram cumpridos mandados de busca e apreensão em cinco residências e em duas casas noturnas. As ordens judiciais também determinaram o bloqueio de contas bancárias e o sequestro de veículos vinculados aos investigados.
A defesa de Sandro Marcolin informou que irá interpor recurso assim que tiver acesso integral aos autos do processo. Segundo os advogados, os elementos apresentados até o momento indicariam que a prisão foi precipitada.

O presidente da Câmara de Vereadores de São João da Urtiga, Sandro Marcolin (Progressistas), foi preso na manhã desta quinta-feira (15) durante a Operação Erradicatio, deflagrada pela Polícia Civil. A ação apura a atuação de um grupo suspeito de envolvimento em crimes de extorsão e cobrança de juros abusivos.
Além do parlamentar, outras duas pessoas também foram presas preventivamente por participação no esquema criminoso. De acordo com a Polícia Civil, os investigados exigiam pagamentos financeiros como forma de quitação de dívidas contraídas em casas noturnas, impondo valores elevados e condições consideradas ilegais.
A investigação teve início a partir de uma ocorrência registrada por uma família de São João da Urtiga, que relatou ter sido vítima do grupo. Conforme apurado, as vítimas chegaram a contrair empréstimos e até vender terras para atender às exigências financeiras impostas.
Durante a operação, foram cumpridos mandados de busca e apreensão em cinco residências e em duas casas noturnas. As ordens judiciais também determinaram o bloqueio de contas bancárias e o sequestro de veículos vinculados aos investigados.
A defesa de Sandro Marcolin informou que irá interpor recurso assim que tiver acesso integral aos autos do processo. Segundo os advogados, os elementos apresentados até o momento indicariam que a prisão foi precipitada.
