Avenida Afonso Pena vira palco da comunidade no 7 de Setembro em Lagoa Vermelha


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MARCOS ROBERTO NEPOMUCENO 07/09/2026 Desfile levou centenas de pessoas ao centro da cidade e encerrou a Semana da Pátria com segurança pública, entidades, projetos e setores da economia ocupando a avenida

A manhã desta segunda-feira, 7 de setembro, transformou a Avenida Afonso Pena em uma grande vitrine da comunidade lagoense. Centenas de pessoas acompanharam o Desfile Cívico que encerrou a Semana da Pátria 2026 e colocou lado a lado forças de segurança, entidades, projetos sociais, instituições e diferentes setores que participam da vida econômica e social de Lagoa Vermelha.

Mais do que uma sequência de representações na avenida, o desfile procurou traduzir o tema escolhido pelo município para este ano — “Das Raízes ao Futuro: a força da economia lagoense” — mostrando que desenvolvimento também passa pelas pessoas, pelo trabalho, pela segurança, pelo voluntariado, pelo esporte e pela preservação das tradições.

Antes da passagem das entidades, a solenidade oficial reuniu autoridades junto ao Altar da Pátria.

Estiveram presentes, entre outros, o prefeito Eloir Morona; o vice-prefeito Alessandro Muliterno; o presidente da Câmara Municipal, Luiz Carlos Kramer; o secretário municipal de Educação, Cultura e Desporto, Carlos Henrique Bombassaro Júnior; a secretária municipal de Desenvolvimento Econômico, Paula Carvalho Dornelles; a delegada regional de Polícia Civil, Alessandra Matiello Crestani; além de representantes das forças de segurança e demais instituições locais e regionais.

 

POLÍCIA CIVIL: TRADIÇÃO DIANTE DE NOVOS CRIMES

Uma das manifestações que antecederam o desfile foi da delegada regional Alessandra Matiello Crestani.

A Polícia Civil recebeu destaque durante a Semana da Pátria pela passagem dos 185 anos de atuação no Rio Grande do Sul.

Alessandra aproveitou o momento para mostrar que uma instituição que se aproxima de dois séculos de existência precisa, ao mesmo tempo, preservar sua história e acompanhar mudanças profundas na criminalidade.

A delegada citou o avanço da tecnologia e a propagação dos crimes digitais como exemplos dos novos desafios enfrentados pelas equipes policiais.

Segundo ela, técnicas de investigação e formas de trabalho vêm sendo aperfeiçoadas para responder a essa realidade.

Também fez questão de dividir a homenagem com os policiais civis que diariamente deixam suas casas para uma atividade que exige preparo, equilíbrio e envolve riscos.

Ao final, reafirmou a disponibilidade permanente da instituição.

“Podem contar com a Polícia Civil nas 24 horas do dia, nos sete dias da semana”, afirmou.

A participação no desfile reuniu não apenas policiais que trabalham em Lagoa Vermelha, mas também familiares e pessoas próximas aos profissionais.

 

“QUEREMOS SER O PAÍS DO PRESENTE”

O pronunciamento do prefeito Eloir Morona trouxe para a solenidade um discurso ligado diretamente aos desafios atuais do País e da própria economia.

Morona partiu de uma frase que, segundo ele, acompanha sucessivas gerações: “O Brasil é o país do futuro”.

A resposta veio em seguida:

“Nós queremos ser o país do presente.”

A partir disso, o prefeito defendeu que independência deve estar relacionada a condições concretas para que as pessoas possam viver, trabalhar e produzir.

Falou da necessidade de boa educação para as crianças, estrutura para as instituições de segurança e respeito a quem produz alimentos, gera renda e mantém postos de trabalho.

Morona também abordou as dificuldades econômicas enfrentadas por diferentes setores.

Ao falar sobre o campo, afirmou que não basta celebrar independência enquanto produtores enfrentam dificuldades para honrar suas dívidas. Também citou os desafios da indústria e a necessidade de valorização do comércio, dos serviços e das profissões.

“Do médico ao gari”, exemplificou o prefeito ao defender respeito a todas as atividades profissionais.

 

ECONOMIA GANHOU UMA DIMENSÃO HUMANA

A mensagem apresentada antes do desfile reforçou uma leitura que atravessou toda a programação cívica deste ano: a economia de Lagoa Vermelha não é formada somente por empresas, equipamentos, lavouras ou indicadores.

Ela é resultado do trabalho das pessoas.

Pioneiros, tropeiros, famílias, produtores, empresários, trabalhadores, estudantes e novas gerações foram lembrados como partes de uma mesma trajetória.

O agronegócio apareceu como uma das bases dessa construção, mas o desfile também colocou em evidência a indústria moveleira e madeireira, o comércio, os serviços e diferentes iniciativas comunitárias.

Ao projetar o futuro, a mensagem do evento apontou educação, tecnologia e inovação como elementos necessários para que o município avance sem perder características construídas ao longo de sua história.

 

SEGURANÇA PÚBLICA PUXOU O DESFILE

Terminados os pronunciamentos, o protagonismo passou do palanque para a Avenida Afonso Pena.

As forças de segurança abriram o desfile.

Polícia Civil, Brigada Militar, Polícia Ambiental – PATRAM, Polícia Penal e Corpo de Bombeiros Militar estiveram entre as primeiras representações a passar pelo público.

A presença conjunta permitiu visualizar diferentes frentes da segurança: investigação, policiamento ostensivo, preservação ambiental, sistema penitenciário, prevenção e combate a incêndios, resgates e atendimento em situações de emergência.

Um dos momentos de interação com o público ocorreu com a passagem dos Bombeiros Mirins, que apresentaram seu grito de guerra durante o desfile.

O programa trabalha com crianças e adolescentes conteúdos que envolvem cidadania, civismo, prevenção, primeiros atendimentos e diferentes atividades ligadas à rotina do Corpo de Bombeiros.

 

A CIDADE QUE NÃO CABE EM UM ÚNICO SETOR

Depois das forças de segurança, a avenida passou a receber a diversidade de Lagoa Vermelha.

Escoteiros, instituições financeiras, organizações ligadas ao setor rural, entidades esportivas, grupos sociais e culturais, projetos com crianças e adolescentes, voluntariado e diversas associações integraram a programação.

A sequência mostrou uma cidade construída por atividades diferentes, mas interligadas.

Quem produz depende de quem transporta, comercializa e presta serviços. Quem empreende depende de segurança, crédito e mão de obra. Projetos esportivos, sociais e culturais também participam da formação de crianças e jovens que serão responsáveis pelas próximas etapas dessa história.

Essa diversidade acabou dando sentido prático ao tema “Das Raízes ao Futuro”.

 

UM 7 DE SETEMBRO COM OLHAR PARA O PRESENTE

O desfile desta segunda-feira encerrou vários dias de atividades realizadas em diferentes pontos de Lagoa Vermelha.

Ao longo da Semana da Pátria, a programação abriu espaço para homenagens à Polícia Civil, instituições financeiras e cooperativas de crédito, comércio, indústria, agronegócio e indústrias alimentícias.

No 7 de Setembro, essas homenagens deixaram os espaços individuais e desembocaram na Avenida Afonso Pena.

O resultado foi um encerramento em que a memória da Independência dividiu espaço com uma mensagem voltada ao presente: reconhecer quem protege, quem trabalha, quem produz, quem educa e quem participa da comunidade também é uma forma de pensar o futuro de Lagoa Vermelha.

 

Reportagem: Marcos Nepomuceno | Foto: Ronaldo Gerevini

A manhã desta segunda-feira, 7 de setembro, transformou a Avenida Afonso Pena em uma grande vitrine da comunidade lagoense. Centenas de pessoas acompanharam o Desfile Cívico que encerrou a Semana da Pátria 2026 e colocou lado a lado forças de segurança, entidades, projetos sociais, instituições e diferentes setores que participam da vida econômica e social de Lagoa Vermelha.

Mais do que uma sequência de representações na avenida, o desfile procurou traduzir o tema escolhido pelo município para este ano — “Das Raízes ao Futuro: a força da economia lagoense” — mostrando que desenvolvimento também passa pelas pessoas, pelo trabalho, pela segurança, pelo voluntariado, pelo esporte e pela preservação das tradições.

Antes da passagem das entidades, a solenidade oficial reuniu autoridades junto ao Altar da Pátria.

Estiveram presentes, entre outros, o prefeito Eloir Morona; o vice-prefeito Alessandro Muliterno; o presidente da Câmara Municipal, Luiz Carlos Kramer; o secretário municipal de Educação, Cultura e Desporto, Carlos Henrique Bombassaro Júnior; a secretária municipal de Desenvolvimento Econômico, Paula Carvalho Dornelles; a delegada regional de Polícia Civil, Alessandra Matiello Crestani; além de representantes das forças de segurança e demais instituições locais e regionais.

 

POLÍCIA CIVIL: TRADIÇÃO DIANTE DE NOVOS CRIMES

Uma das manifestações que antecederam o desfile foi da delegada regional Alessandra Matiello Crestani.

A Polícia Civil recebeu destaque durante a Semana da Pátria pela passagem dos 185 anos de atuação no Rio Grande do Sul.

Alessandra aproveitou o momento para mostrar que uma instituição que se aproxima de dois séculos de existência precisa, ao mesmo tempo, preservar sua história e acompanhar mudanças profundas na criminalidade.

A delegada citou o avanço da tecnologia e a propagação dos crimes digitais como exemplos dos novos desafios enfrentados pelas equipes policiais.

Segundo ela, técnicas de investigação e formas de trabalho vêm sendo aperfeiçoadas para responder a essa realidade.

Também fez questão de dividir a homenagem com os policiais civis que diariamente deixam suas casas para uma atividade que exige preparo, equilíbrio e envolve riscos.

Ao final, reafirmou a disponibilidade permanente da instituição.

“Podem contar com a Polícia Civil nas 24 horas do dia, nos sete dias da semana”, afirmou.

A participação no desfile reuniu não apenas policiais que trabalham em Lagoa Vermelha, mas também familiares e pessoas próximas aos profissionais.

 

“QUEREMOS SER O PAÍS DO PRESENTE”

O pronunciamento do prefeito Eloir Morona trouxe para a solenidade um discurso ligado diretamente aos desafios atuais do País e da própria economia.

Morona partiu de uma frase que, segundo ele, acompanha sucessivas gerações: “O Brasil é o país do futuro”.

A resposta veio em seguida:

“Nós queremos ser o país do presente.”

A partir disso, o prefeito defendeu que independência deve estar relacionada a condições concretas para que as pessoas possam viver, trabalhar e produzir.

Falou da necessidade de boa educação para as crianças, estrutura para as instituições de segurança e respeito a quem produz alimentos, gera renda e mantém postos de trabalho.

Morona também abordou as dificuldades econômicas enfrentadas por diferentes setores.

Ao falar sobre o campo, afirmou que não basta celebrar independência enquanto produtores enfrentam dificuldades para honrar suas dívidas. Também citou os desafios da indústria e a necessidade de valorização do comércio, dos serviços e das profissões.

“Do médico ao gari”, exemplificou o prefeito ao defender respeito a todas as atividades profissionais.

 

ECONOMIA GANHOU UMA DIMENSÃO HUMANA

A mensagem apresentada antes do desfile reforçou uma leitura que atravessou toda a programação cívica deste ano: a economia de Lagoa Vermelha não é formada somente por empresas, equipamentos, lavouras ou indicadores.

Ela é resultado do trabalho das pessoas.

Pioneiros, tropeiros, famílias, produtores, empresários, trabalhadores, estudantes e novas gerações foram lembrados como partes de uma mesma trajetória.

O agronegócio apareceu como uma das bases dessa construção, mas o desfile também colocou em evidência a indústria moveleira e madeireira, o comércio, os serviços e diferentes iniciativas comunitárias.

Ao projetar o futuro, a mensagem do evento apontou educação, tecnologia e inovação como elementos necessários para que o município avance sem perder características construídas ao longo de sua história.

 

SEGURANÇA PÚBLICA PUXOU O DESFILE

Terminados os pronunciamentos, o protagonismo passou do palanque para a Avenida Afonso Pena.

As forças de segurança abriram o desfile.

Polícia Civil, Brigada Militar, Polícia Ambiental – PATRAM, Polícia Penal e Corpo de Bombeiros Militar estiveram entre as primeiras representações a passar pelo público.

A presença conjunta permitiu visualizar diferentes frentes da segurança: investigação, policiamento ostensivo, preservação ambiental, sistema penitenciário, prevenção e combate a incêndios, resgates e atendimento em situações de emergência.

Um dos momentos de interação com o público ocorreu com a passagem dos Bombeiros Mirins, que apresentaram seu grito de guerra durante o desfile.

O programa trabalha com crianças e adolescentes conteúdos que envolvem cidadania, civismo, prevenção, primeiros atendimentos e diferentes atividades ligadas à rotina do Corpo de Bombeiros.

 

A CIDADE QUE NÃO CABE EM UM ÚNICO SETOR

Depois das forças de segurança, a avenida passou a receber a diversidade de Lagoa Vermelha.

Escoteiros, instituições financeiras, organizações ligadas ao setor rural, entidades esportivas, grupos sociais e culturais, projetos com crianças e adolescentes, voluntariado e diversas associações integraram a programação.

A sequência mostrou uma cidade construída por atividades diferentes, mas interligadas.

Quem produz depende de quem transporta, comercializa e presta serviços. Quem empreende depende de segurança, crédito e mão de obra. Projetos esportivos, sociais e culturais também participam da formação de crianças e jovens que serão responsáveis pelas próximas etapas dessa história.

Essa diversidade acabou dando sentido prático ao tema “Das Raízes ao Futuro”.

 

UM 7 DE SETEMBRO COM OLHAR PARA O PRESENTE

O desfile desta segunda-feira encerrou vários dias de atividades realizadas em diferentes pontos de Lagoa Vermelha.

Ao longo da Semana da Pátria, a programação abriu espaço para homenagens à Polícia Civil, instituições financeiras e cooperativas de crédito, comércio, indústria, agronegócio e indústrias alimentícias.

No 7 de Setembro, essas homenagens deixaram os espaços individuais e desembocaram na Avenida Afonso Pena.

O resultado foi um encerramento em que a memória da Independência dividiu espaço com uma mensagem voltada ao presente: reconhecer quem protege, quem trabalha, quem produz, quem educa e quem participa da comunidade também é uma forma de pensar o futuro de Lagoa Vermelha.

 

Reportagem: Marcos Nepomuceno | Foto: Ronaldo Gerevini

Fonte: Jornalismo - Folha do Nordeste

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