Do campo à mesa, Semana da Pátria reconhece cadeia que sustenta a economia lagoense


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Marcos Roberto Nepomuceno 05/09/2026 Solenidade realizada neste sábado, 5 de setembro, no Corpo de Bombeiros Militar colocou em evidência o agronegócio, as indústrias alimentícias e o trabalho de quem transforma produção em desenvolvimento

A programação da Semana da Pátria 2026 abriu espaço, neste sábado, 5 de setembro, para uma das atividades mais diretamente relacionadas à vocação produtiva de Lagoa Vermelha. Em Hora Cívica realizada no Corpo de Bombeiros Militar, o agronegócio e as indústrias alimentícias foram homenageados pelo papel que exercem na produção de alimentos, geração de empregos, movimentação da economia e manutenção de inúmeras famílias.

A atividade reuniu autoridades, forças de segurança, entidades, estudantes, professores, escoteiros e representantes da comunidade. A EMEB Marcílio José Machado teve participação especial na organização das homenagens.

O encontro integrou o tema municipal “Das Raízes ao Futuro: A Força da Economia Lagoense”, numa manhã em que o discurso sobre desenvolvimento ganhou um significado bastante concreto: antes de um alimento chegar à mesa, existe uma extensa cadeia de pessoas, trabalho, investimento e dedicação.

PRODUÇÃO GANHA ROSTO NAS APRESENTAÇÕES DOS ALUNOS

A participação dos estudantes aproximou o tema econômico da realidade das famílias.

Nas apresentações preparadas pela EMEB Marcílio José Machado, o agronegócio e a indústria foram relacionados ao cotidiano de pais, mães e trabalhadores que levantam cedo, enfrentam as incertezas da atividade produtiva e participam de diferentes etapas até que a produção chegue ao consumidor.

As mensagens destacaram trabalho, educação, inovação, família e futuro. O ponto central foi mostrar às crianças que o desenvolvimento de uma comunidade não acontece de forma isolada: depende de quem planta, produz, transforma, transporta, comercializa e consome.

A diretora Isabel Cristina Piva reforçou essa percepção ao afirmar que valorizar a Pátria também significa reconhecer o trabalho das pessoas.

Para ela, desde o campo até a chegada do alimento à mesa, muitas mãos estão envolvidas, criando oportunidades e movimentando a economia.

BOMBEIROS SEDIARAM A ATIVIDADE

O Corpo de Bombeiros Militar recebeu a comunidade para a solenidade e foi representado pelo comandante, tenente Alex Moreira.

Em sua manifestação, ele falou sobre civismo e destacou especialmente a influência que exemplos positivos podem exercer sobre crianças e adolescentes.

Alex Moreira mencionou a participação de estudantes, escoteiros e integrantes de projetos de formação, como o Bombeiro Mirim, ressaltando que experiências vividas na infância podem permanecer por toda a vida.

Para o comandante, a construção de uma sociedade melhor passa pela formação das novas gerações e pelo exemplo transmitido por escolas, famílias e instituições.

A manhã também teve um momento especial envolvendo o Grupo de Escoteiros Guaianás, que realizou uma atividade interna de reconhecimento dentro da trajetória de formação de um de seus jovens integrantes.

ECONOMIA E SEGURANÇA APARECEM CONECTADAS

Representando o Legislativo Municipal, o vereador Clacir Bonatto destacou a importância da cadeia produtiva e retomou uma das mensagens apresentadas pelos próprios estudantes: para que um alimento esteja disponível à população, existe o trabalho de muitas pessoas.

Bonatto também fez referência ao tema estadual da Semana da Pátria, que homenageia os 185 anos da Polícia Civil do Rio Grande do Sul, manifestando reconhecimento à instituição.

A relação entre produção e segurança também esteve presente no pronunciamento do vice-prefeito Alessandro Muliterno.

Falando sobre a realidade de quem vive do campo, Muliterno ressaltou que o produtor não enfrenta apenas as incertezas do clima e das safras. A segurança das propriedades e das famílias também faz parte das preocupações do meio rural.

Nesse contexto, valorizou a atuação da Polícia Civil e das demais forças de segurança como parceiras de quem produz.

MORONA DEFENDE INCENTIVO AO PEQUENO E AO GRANDE PRODUTOR

O prefeito Eloir Morona concentrou sua manifestação na agricultura familiar, no agronegócio e na indústria alimentícia.

Segundo ele, é preciso ampliar a percepção sobre o significado do agro. O setor não é composto somente por grandes propriedades, máquinas e extensas áreas de produção. Também inclui o pequeno produtor que tira leite, cultiva verduras, cria animais e participa diariamente do abastecimento das famílias.

Morona destacou ainda que a produção de Lagoa Vermelha chega a outros municípios e regiões e que a indústria alimentícia tem ajudado a diversificar a economia local.

O prefeito relacionou essa produção à tradição gastronômica do município, lembrando que Lagoa Vermelha possui uma identidade fortemente ligada aos alimentos e à culinária.

Ao abordar políticas públicas, defendeu condições para que pequenos e grandes produtores possam continuar trabalhando e produzindo.

Na avaliação de Morona, enfrentar o problema da fome passa necessariamente por incentivar quem coloca alimento na mesa.

Ao encerrar sua manifestação, resumiu o reconhecimento ao trabalho rural: “Se há alimento na mesa, há calo nas mãos”.

A Hora Cívica terminou com a execução do Hino Rio-Grandense. A atividade deste sábado deu continuidade a uma Semana da Pátria que, em 2026, optou por aproximar civismo e realidade econômica, reconhecendo setores e pessoas que participam diariamente da construção de Lagoa Vermelha.

Reportagem | Foto: Marcos Roberto Nepomuceno

A programação da Semana da Pátria 2026 abriu espaço, neste sábado, 5 de setembro, para uma das atividades mais diretamente relacionadas à vocação produtiva de Lagoa Vermelha. Em Hora Cívica realizada no Corpo de Bombeiros Militar, o agronegócio e as indústrias alimentícias foram homenageados pelo papel que exercem na produção de alimentos, geração de empregos, movimentação da economia e manutenção de inúmeras famílias.

A atividade reuniu autoridades, forças de segurança, entidades, estudantes, professores, escoteiros e representantes da comunidade. A EMEB Marcílio José Machado teve participação especial na organização das homenagens.

O encontro integrou o tema municipal “Das Raízes ao Futuro: A Força da Economia Lagoense”, numa manhã em que o discurso sobre desenvolvimento ganhou um significado bastante concreto: antes de um alimento chegar à mesa, existe uma extensa cadeia de pessoas, trabalho, investimento e dedicação.

PRODUÇÃO GANHA ROSTO NAS APRESENTAÇÕES DOS ALUNOS

A participação dos estudantes aproximou o tema econômico da realidade das famílias.

Nas apresentações preparadas pela EMEB Marcílio José Machado, o agronegócio e a indústria foram relacionados ao cotidiano de pais, mães e trabalhadores que levantam cedo, enfrentam as incertezas da atividade produtiva e participam de diferentes etapas até que a produção chegue ao consumidor.

As mensagens destacaram trabalho, educação, inovação, família e futuro. O ponto central foi mostrar às crianças que o desenvolvimento de uma comunidade não acontece de forma isolada: depende de quem planta, produz, transforma, transporta, comercializa e consome.

A diretora Isabel Cristina Piva reforçou essa percepção ao afirmar que valorizar a Pátria também significa reconhecer o trabalho das pessoas.

Para ela, desde o campo até a chegada do alimento à mesa, muitas mãos estão envolvidas, criando oportunidades e movimentando a economia.

BOMBEIROS SEDIARAM A ATIVIDADE

O Corpo de Bombeiros Militar recebeu a comunidade para a solenidade e foi representado pelo comandante, tenente Alex Moreira.

Em sua manifestação, ele falou sobre civismo e destacou especialmente a influência que exemplos positivos podem exercer sobre crianças e adolescentes.

Alex Moreira mencionou a participação de estudantes, escoteiros e integrantes de projetos de formação, como o Bombeiro Mirim, ressaltando que experiências vividas na infância podem permanecer por toda a vida.

Para o comandante, a construção de uma sociedade melhor passa pela formação das novas gerações e pelo exemplo transmitido por escolas, famílias e instituições.

A manhã também teve um momento especial envolvendo o Grupo de Escoteiros Guaianás, que realizou uma atividade interna de reconhecimento dentro da trajetória de formação de um de seus jovens integrantes.

ECONOMIA E SEGURANÇA APARECEM CONECTADAS

Representando o Legislativo Municipal, o vereador Clacir Bonatto destacou a importância da cadeia produtiva e retomou uma das mensagens apresentadas pelos próprios estudantes: para que um alimento esteja disponível à população, existe o trabalho de muitas pessoas.

Bonatto também fez referência ao tema estadual da Semana da Pátria, que homenageia os 185 anos da Polícia Civil do Rio Grande do Sul, manifestando reconhecimento à instituição.

A relação entre produção e segurança também esteve presente no pronunciamento do vice-prefeito Alessandro Muliterno.

Falando sobre a realidade de quem vive do campo, Muliterno ressaltou que o produtor não enfrenta apenas as incertezas do clima e das safras. A segurança das propriedades e das famílias também faz parte das preocupações do meio rural.

Nesse contexto, valorizou a atuação da Polícia Civil e das demais forças de segurança como parceiras de quem produz.

MORONA DEFENDE INCENTIVO AO PEQUENO E AO GRANDE PRODUTOR

O prefeito Eloir Morona concentrou sua manifestação na agricultura familiar, no agronegócio e na indústria alimentícia.

Segundo ele, é preciso ampliar a percepção sobre o significado do agro. O setor não é composto somente por grandes propriedades, máquinas e extensas áreas de produção. Também inclui o pequeno produtor que tira leite, cultiva verduras, cria animais e participa diariamente do abastecimento das famílias.

Morona destacou ainda que a produção de Lagoa Vermelha chega a outros municípios e regiões e que a indústria alimentícia tem ajudado a diversificar a economia local.

O prefeito relacionou essa produção à tradição gastronômica do município, lembrando que Lagoa Vermelha possui uma identidade fortemente ligada aos alimentos e à culinária.

Ao abordar políticas públicas, defendeu condições para que pequenos e grandes produtores possam continuar trabalhando e produzindo.

Na avaliação de Morona, enfrentar o problema da fome passa necessariamente por incentivar quem coloca alimento na mesa.

Ao encerrar sua manifestação, resumiu o reconhecimento ao trabalho rural: “Se há alimento na mesa, há calo nas mãos”.

A Hora Cívica terminou com a execução do Hino Rio-Grandense. A atividade deste sábado deu continuidade a uma Semana da Pátria que, em 2026, optou por aproximar civismo e realidade econômica, reconhecendo setores e pessoas que participam diariamente da construção de Lagoa Vermelha.

Reportagem | Foto: Marcos Roberto Nepomuceno

Fonte: Jornalismo - Folha do Nordeste

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