Após relatos sobre a presença de supostos Agentes de Desenvolvimento Familiar (ADFs) realizando visitas domiciliares, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), reforçou que todos os profissionais vinculados ao Programa Família Gaúcha atuam devidamente identificados.
Segundo a orientação oficial, os agentes utilizam uniforme padronizado, composto por boné, camiseta, colete ou jaqueta, além de crachá de identificação funcional. Também se deslocam em veículos adesivados com as marcas do Governo do Estado, do Programa Família Gaúcha e da instituição parceira responsável pela execução das atividades.
A recomendação é para que, em caso de qualquer dúvida sobre a autenticidade do profissional, a população entre em contato com o Centro de Referência de Assistência Social de sua região antes de fornecer informações ou permitir o acesso ao imóvel.
Programa acompanha mais de 10 mil famílias
Criado em 2025, o Programa Família Gaúcha é desenvolvido pela Sedes com investimento superior a R$ 120 milhões do Fundo do Plano Rio Grande (Funrigs). A iniciativa atende mais de 10 mil famílias em situação de pobreza e extrema pobreza, distribuídas em 92 municípios do Rio Grande do Sul.
O programa prevê acompanhamento personalizado por um período de 22 meses, com foco na promoção da autonomia das famílias atendidas. Cada núcleo familiar recebe o acompanhamento de um Agente de Desenvolvimento Familiar, que atua em conjunto com os comitês locais para a elaboração dos chamados Planos de Autonomia.
Atualmente, o programa conta com 314 agentes e o apoio de mais de 170 unidades do CRAS em todo o Estado. O Centro de Integração Empresa-Escola do Rio Grande do Sul é parceiro da Sedes na contratação e qualificação dos profissionais.
O governo destaca que a correta identificação dos agentes é uma medida importante para garantir a segurança das famílias e preservar a confiança no trabalho desenvolvido pelo programa.

Após relatos sobre a presença de supostos Agentes de Desenvolvimento Familiar (ADFs) realizando visitas domiciliares, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), reforçou que todos os profissionais vinculados ao Programa Família Gaúcha atuam devidamente identificados.
Segundo a orientação oficial, os agentes utilizam uniforme padronizado, composto por boné, camiseta, colete ou jaqueta, além de crachá de identificação funcional. Também se deslocam em veículos adesivados com as marcas do Governo do Estado, do Programa Família Gaúcha e da instituição parceira responsável pela execução das atividades.
A recomendação é para que, em caso de qualquer dúvida sobre a autenticidade do profissional, a população entre em contato com o Centro de Referência de Assistência Social de sua região antes de fornecer informações ou permitir o acesso ao imóvel.
Programa acompanha mais de 10 mil famílias
Criado em 2025, o Programa Família Gaúcha é desenvolvido pela Sedes com investimento superior a R$ 120 milhões do Fundo do Plano Rio Grande (Funrigs). A iniciativa atende mais de 10 mil famílias em situação de pobreza e extrema pobreza, distribuídas em 92 municípios do Rio Grande do Sul.
O programa prevê acompanhamento personalizado por um período de 22 meses, com foco na promoção da autonomia das famílias atendidas. Cada núcleo familiar recebe o acompanhamento de um Agente de Desenvolvimento Familiar, que atua em conjunto com os comitês locais para a elaboração dos chamados Planos de Autonomia.
Atualmente, o programa conta com 314 agentes e o apoio de mais de 170 unidades do CRAS em todo o Estado. O Centro de Integração Empresa-Escola do Rio Grande do Sul é parceiro da Sedes na contratação e qualificação dos profissionais.
O governo destaca que a correta identificação dos agentes é uma medida importante para garantir a segurança das famílias e preservar a confiança no trabalho desenvolvido pelo programa.
