A nova lógica da reforma tributária, que vincula a arrecadação ao local de consumo de bens e serviços, pode representar uma oportunidade estratégica para o crescimento econômico do Rio Grande do Sul por meio do turismo.
Segundo o deputado estadual Guilherme Pasin, a mudança torna ainda mais relevante a capacidade de atrair visitantes e movimentar diferentes setores da economia. Apesar de contar com forte potencial — marcado por cultura, gastronomia, história e paisagens diversificadas — o Estado ainda enfrenta o desafio de transformar essas características em uma política pública estruturada.
Atualmente, o turismo representa cerca de 4,5% do Produto Interno Bruto (PIB) gaúcho, índice abaixo da média nacional, que gira em torno de 10%. O cenário indica espaço significativo para avanço, especialmente diante de exemplos de outros estados que já adotam ações contínuas de promoção de seus destinos.
Nesse contexto, foi apresentado à Assembleia Legislativa o Novo Marco do Turismo Gaúcho, denominado EstruTUR-RS. A proposta foi construída a partir do diálogo com entidades do setor, como o Instituto RSNASCE e o G30 Serra Gaúcha, além de contar com a participação de mais de 40 organizações ligadas ao turismo.
O projeto institui uma política permanente para o setor, com previsão de segurança jurídica, instrumentos de planejamento e fortalecimento do Fundo de Desenvolvimento do Turismo, que deverá contar com recursos destinados à promoção do Estado, melhorias em infraestrutura e realização de estudos de mercado.
Outro ponto previsto é a organização dos destinos em categorias como Distritos Turísticos, Estâncias Turísticas e Municípios de Interesse Turístico, respeitando as características e vocações regionais.
A proposta já reúne apoio de diferentes correntes políticas e está apta a ser incluída na pauta de votações do plenário.
O turismo, presente em eventos culturais, esportivos, gastronômicos e tradicionais, tem impacto direto na economia. A chegada de visitantes movimenta hotéis, restaurantes, transporte e serviços, gerando emprego, renda e ampliando a arrecadação municipal.
A proposta, defendida por Guilherme Pasin, aponta o turismo como um dos pilares para o desenvolvimento sustentável do Rio Grande do Sul nas próximas décadas.

A nova lógica da reforma tributária, que vincula a arrecadação ao local de consumo de bens e serviços, pode representar uma oportunidade estratégica para o crescimento econômico do Rio Grande do Sul por meio do turismo.
Segundo o deputado estadual Guilherme Pasin, a mudança torna ainda mais relevante a capacidade de atrair visitantes e movimentar diferentes setores da economia. Apesar de contar com forte potencial — marcado por cultura, gastronomia, história e paisagens diversificadas — o Estado ainda enfrenta o desafio de transformar essas características em uma política pública estruturada.
Atualmente, o turismo representa cerca de 4,5% do Produto Interno Bruto (PIB) gaúcho, índice abaixo da média nacional, que gira em torno de 10%. O cenário indica espaço significativo para avanço, especialmente diante de exemplos de outros estados que já adotam ações contínuas de promoção de seus destinos.
Nesse contexto, foi apresentado à Assembleia Legislativa o Novo Marco do Turismo Gaúcho, denominado EstruTUR-RS. A proposta foi construída a partir do diálogo com entidades do setor, como o Instituto RSNASCE e o G30 Serra Gaúcha, além de contar com a participação de mais de 40 organizações ligadas ao turismo.
O projeto institui uma política permanente para o setor, com previsão de segurança jurídica, instrumentos de planejamento e fortalecimento do Fundo de Desenvolvimento do Turismo, que deverá contar com recursos destinados à promoção do Estado, melhorias em infraestrutura e realização de estudos de mercado.
Outro ponto previsto é a organização dos destinos em categorias como Distritos Turísticos, Estâncias Turísticas e Municípios de Interesse Turístico, respeitando as características e vocações regionais.
A proposta já reúne apoio de diferentes correntes políticas e está apta a ser incluída na pauta de votações do plenário.
O turismo, presente em eventos culturais, esportivos, gastronômicos e tradicionais, tem impacto direto na economia. A chegada de visitantes movimenta hotéis, restaurantes, transporte e serviços, gerando emprego, renda e ampliando a arrecadação municipal.
A proposta, defendida por Guilherme Pasin, aponta o turismo como um dos pilares para o desenvolvimento sustentável do Rio Grande do Sul nas próximas décadas.
