Educação indígena é fortalecida em 102 escolas da rede estadual no RS


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Foto: Divulgação 20/04/2026

O governo do Rio Grande do Sul desenvolve, por meio da Secretaria da Educação (Seduc), diversas ações voltadas à valorização do ensino escolar dos povos indígenas, cuja data é celebrada em 19 de abril.

Atualmente, a Rede Estadual conta com 102 escolas indígenas, que atendem comunidades Kaingang, Guarani (especialmente do subgrupo Mbyá) e Xokleng. A proposta pedagógica é diferenciada, intercultural e bilíngue ou multilíngue, construída em diálogo com as próprias comunidades.

O objetivo é garantir uma educação que respeite as especificidades culturais, linguísticas e territoriais, fortalecendo a identidade dos povos originários e assegurando o direito à aprendizagem dentro dos próprios territórios.

 

ENSINO INTERCULTURAL

De acordo com o Censo 2022, mais de 36 mil indígenas vivem no Rio Grande do Sul. As 102 escolas da rede atendem 6.882 estudantes, com atuação de 772 professores — sendo mais da metade pertencente às próprias comunidades, o que reforça o protagonismo indígena na educação.

A distribuição das escolas inclui 61 unidades Kaingang, 40 Guarani e uma Xokleng, acompanhando a mobilidade tradicional dessas populações.

A maior parte das matrículas está no Ensino Fundamental, com 4.828 alunos. O Ensino Médio atende 1.024 estudantes, a Educação Infantil soma 781 crianças e a Educação de Jovens e Adultos (EJA) conta com 357 matrículas.

 

EDUCAÇÃO COM IDENTIDADE

Os currículos dessas escolas valorizam a língua materna, os conhecimentos tradicionais, as artes e os ciclos culturais de cada povo. As atividades também dialogam com o cotidiano das comunidades, incluindo alimentação e calendário cultural próprios.

Além disso, duas escolas indígenas oferecem Ensino Médio em Tempo Integral com formação técnica: o Instituto Estadual de Educação Indígena Ângelo Manhka Miguel, em São Valério do Sul, e a Escola Estadual Indígena de Ensino Médio Antônio Kasin Mig, em Redentora.

O trabalho conta com acompanhamento pedagógico da Seduc, em articulação com 21 Coordenadorias Regionais de Educação, abrangendo 66 municípios. As escolas também participam de programas de formação continuada, como o Ação Saberes Indígenas na Escola, em parceria com o Ministério da Educação e universidades.

O governo do Rio Grande do Sul desenvolve, por meio da Secretaria da Educação (Seduc), diversas ações voltadas à valorização do ensino escolar dos povos indígenas, cuja data é celebrada em 19 de abril.

Atualmente, a Rede Estadual conta com 102 escolas indígenas, que atendem comunidades Kaingang, Guarani (especialmente do subgrupo Mbyá) e Xokleng. A proposta pedagógica é diferenciada, intercultural e bilíngue ou multilíngue, construída em diálogo com as próprias comunidades.

O objetivo é garantir uma educação que respeite as especificidades culturais, linguísticas e territoriais, fortalecendo a identidade dos povos originários e assegurando o direito à aprendizagem dentro dos próprios territórios.

 

ENSINO INTERCULTURAL

De acordo com o Censo 2022, mais de 36 mil indígenas vivem no Rio Grande do Sul. As 102 escolas da rede atendem 6.882 estudantes, com atuação de 772 professores — sendo mais da metade pertencente às próprias comunidades, o que reforça o protagonismo indígena na educação.

A distribuição das escolas inclui 61 unidades Kaingang, 40 Guarani e uma Xokleng, acompanhando a mobilidade tradicional dessas populações.

A maior parte das matrículas está no Ensino Fundamental, com 4.828 alunos. O Ensino Médio atende 1.024 estudantes, a Educação Infantil soma 781 crianças e a Educação de Jovens e Adultos (EJA) conta com 357 matrículas.

 

EDUCAÇÃO COM IDENTIDADE

Os currículos dessas escolas valorizam a língua materna, os conhecimentos tradicionais, as artes e os ciclos culturais de cada povo. As atividades também dialogam com o cotidiano das comunidades, incluindo alimentação e calendário cultural próprios.

Além disso, duas escolas indígenas oferecem Ensino Médio em Tempo Integral com formação técnica: o Instituto Estadual de Educação Indígena Ângelo Manhka Miguel, em São Valério do Sul, e a Escola Estadual Indígena de Ensino Médio Antônio Kasin Mig, em Redentora.

O trabalho conta com acompanhamento pedagógico da Seduc, em articulação com 21 Coordenadorias Regionais de Educação, abrangendo 66 municípios. As escolas também participam de programas de formação continuada, como o Ação Saberes Indígenas na Escola, em parceria com o Ministério da Educação e universidades.

Fonte: Jornalismo - Folha do Nordeste

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