Programa Mulheres Mil inicia em presídios gaúchos e aposta na transformação de vidas por meio da educação


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Foto: Divulgação 20/03/2026

Foi finalizada nesta quinta-feira (19) a sequência de aulas inaugurais do Programa Mulheres Mil em estabelecimentos penitenciários do Rio Grande do Sul. O encerramento ocorreu no Presídio Feminino de Torres, consolidando uma importante iniciativa voltada à inclusão social e à qualificação profissional de mulheres privadas de liberdade.

O programa é promovido pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Sistemas Penal e Socioeducativo (SSPS) e da Secretaria da Educação (Seduc).

 

INCLUSÃO E OPORTUNIDADES

O Mulheres Mil reúne políticas públicas e diretrizes voltadas à inclusão educacional, social e produtiva de mulheres em situação de vulnerabilidade. Pela primeira vez, a iniciativa está sendo ofertada dentro do sistema prisional gaúcho.

Ao todo, 89 apenadas estão matriculadas no programa e recebem bolsa-formação como incentivo à permanência e conclusão do curso.

 

ARTICULAÇÃO ENTRE ÓRGÃOS

As ações são coordenadas pelo Departamento de Políticas Penais (DPP) da SSPS, com apoio da Polícia Penal e da Superintendência da Educação Profissional (Suepro), vinculada à Seduc.

A programação teve início no dia 10 de março, na Penitenciária Estadual de Rio Grande, passando ainda pelos presídios de Bagé, Santa Maria, pela Penitenciária Feminina Madre Pelletier, pela unidade de Charqueadas e sendo concluída em Torres.

 

QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL

O curso oferecido é de Assistente Administrativo com ênfase em Empreendedorismo, com carga horária de 200 horas.

A proposta é preparar as participantes para o mercado de trabalho, possibilitando o desenvolvimento de atividades administrativas e incentivando o empreendedorismo como alternativa de renda após o cumprimento da pena.

 

ACOLHIMENTO E TRANSFORMAÇÃO

Segundo a diretora do Departamento de Políticas Penais, Bruna Becker, as aulas inaugurais foram marcadas por forte engajamento.

“As aulas evidenciaram um ambiente de acolhimento e escuta, com entusiasmo das participantes e comprometimento das equipes, reforçando o potencial transformador do programa na promoção da autonomia e da autoestima”, destacou.

A iniciativa reforça o papel da educação como ferramenta essencial na ressocialização e na construção de novas oportunidades para mulheres em situação de privação de liberdade.

Foi finalizada nesta quinta-feira (19) a sequência de aulas inaugurais do Programa Mulheres Mil em estabelecimentos penitenciários do Rio Grande do Sul. O encerramento ocorreu no Presídio Feminino de Torres, consolidando uma importante iniciativa voltada à inclusão social e à qualificação profissional de mulheres privadas de liberdade.

O programa é promovido pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Sistemas Penal e Socioeducativo (SSPS) e da Secretaria da Educação (Seduc).

 

INCLUSÃO E OPORTUNIDADES

O Mulheres Mil reúne políticas públicas e diretrizes voltadas à inclusão educacional, social e produtiva de mulheres em situação de vulnerabilidade. Pela primeira vez, a iniciativa está sendo ofertada dentro do sistema prisional gaúcho.

Ao todo, 89 apenadas estão matriculadas no programa e recebem bolsa-formação como incentivo à permanência e conclusão do curso.

 

ARTICULAÇÃO ENTRE ÓRGÃOS

As ações são coordenadas pelo Departamento de Políticas Penais (DPP) da SSPS, com apoio da Polícia Penal e da Superintendência da Educação Profissional (Suepro), vinculada à Seduc.

A programação teve início no dia 10 de março, na Penitenciária Estadual de Rio Grande, passando ainda pelos presídios de Bagé, Santa Maria, pela Penitenciária Feminina Madre Pelletier, pela unidade de Charqueadas e sendo concluída em Torres.

 

QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL

O curso oferecido é de Assistente Administrativo com ênfase em Empreendedorismo, com carga horária de 200 horas.

A proposta é preparar as participantes para o mercado de trabalho, possibilitando o desenvolvimento de atividades administrativas e incentivando o empreendedorismo como alternativa de renda após o cumprimento da pena.

 

ACOLHIMENTO E TRANSFORMAÇÃO

Segundo a diretora do Departamento de Políticas Penais, Bruna Becker, as aulas inaugurais foram marcadas por forte engajamento.

“As aulas evidenciaram um ambiente de acolhimento e escuta, com entusiasmo das participantes e comprometimento das equipes, reforçando o potencial transformador do programa na promoção da autonomia e da autoestima”, destacou.

A iniciativa reforça o papel da educação como ferramenta essencial na ressocialização e na construção de novas oportunidades para mulheres em situação de privação de liberdade.

Fonte: Jornalismo - Folha do Nordeste

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