O governador Eduardo Leite e o vice-governador Gabriel Souza lançaram, nesta terça-feira (10), a terceira fase do Programa Irriga+RS, que amplia para até R$ 150 mil o valor de subvenção destinado a produtores rurais para implantação de projetos de irrigação.
O anúncio foi feito durante agenda na 26ª Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque, com a participação do secretário da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação, Edivilson Brum.
Pela nova fase do programa, o governo estadual pagará 20% do valor do projeto de irrigação, limitado ao valor máximo de R$ 150 mil por produtor rural.
Outra novidade é a criação do Portal Irriga+RS, que permitirá o envio digital dos projetos, garantindo mais agilidade, transparência e facilidade no processo de inscrição.
Os projetos poderão ser encaminhados a partir desta quarta-feira (11 de março) até 30 de outubro de 2026, diretamente pelo site do programa.
MAIS SEGURANÇA PARA A PRODUÇÃO AGRÍCOLA
Segundo o governador Eduardo Leite, a ampliação do programa faz parte da estratégia do Estado para reduzir os impactos da estiagem e aumentar a segurança da produção agrícola.
“Estamos ampliando um programa que já demonstrou resultados importantes. Investir em irrigação é investir em segurança para o produtor, em produtividade e na estabilidade da nossa produção agrícola. O Estado entra como parceiro para estimular esses investimentos e fortalecer ainda mais o agronegócio gaúcho”, afirmou.
O objetivo do programa é mitigar os efeitos da estiagem, ampliar a reserva de água e aumentar a área irrigada, elevando a produtividade das culturas e contribuindo para aproximar o Estado da autossuficiência na produção de grãos, especialmente no milho.
APOIO A PROJETOS DE IRRIGAÇÃO
O programa é destinado a produtores rurais pessoa física e contempla projetos de:
implantação ou ampliação de sistemas de irrigação
irrigação por aspersão, localizada ou por sulcos
construção ou ampliação de reservatórios de água para irrigação
O pagamento da subvenção será feito em parcela única, após a execução do projeto e a apresentação da documentação exigida, como laudos técnicos e notas fiscais.
Os projetos podem ser executados com recursos próprios ou financiamento bancário.
DESAFIO É AMPLIAR A ÁREA IRRIGADA
O secretário Edivilson Brum destacou que atualmente apenas 4% da área de sequeiro do Rio Grande do Sul possui irrigação, o que demonstra o grande potencial de crescimento.
“O Rio Grande do Sul ainda tem um grande potencial a ser desenvolvido quando falamos em irrigação. Ampliar a irrigação é fundamental para dar mais segurança ao produtor rural, reduzir os riscos provocados pela estiagem e garantir maior estabilidade na produção”, afirmou.
RESULTADOS DAS FASES ANTERIORES
Nas duas primeiras fases do programa, a subvenção era de até R$ 15 mil (fase 1) e R$ 100 mil (fase 2).
Somando as duas etapas, foram 1.297 projetos de irrigação aprovados, com potencial de subvenção de cerca de R$ 61 milhões.
Os investimentos realizados pelos produtores nesses projetos chegam a aproximadamente R$ 450,7 milhões, resultando na ampliação de cerca de 25 mil hectares irrigados no Estado.
Entre as finalidades dos projetos aprovados:
57% voltados à produção de grãos (milho, soja e outros)
24% à pastagem e pecuária
11% à fruticultura
7% à olericultura
1% a outras atividades
As regiões que mais apresentaram projetos foram Alto Uruguai (29%), Noroeste/Missões (25%), Nordeste/Serra (15%), Fronteira Oeste (14%), Região Central/Metropolitana (12%) e Campanha/Zona Sul (5%).

O governador Eduardo Leite e o vice-governador Gabriel Souza lançaram, nesta terça-feira (10), a terceira fase do Programa Irriga+RS, que amplia para até R$ 150 mil o valor de subvenção destinado a produtores rurais para implantação de projetos de irrigação.
O anúncio foi feito durante agenda na 26ª Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque, com a participação do secretário da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação, Edivilson Brum.
Pela nova fase do programa, o governo estadual pagará 20% do valor do projeto de irrigação, limitado ao valor máximo de R$ 150 mil por produtor rural.
Outra novidade é a criação do Portal Irriga+RS, que permitirá o envio digital dos projetos, garantindo mais agilidade, transparência e facilidade no processo de inscrição.
Os projetos poderão ser encaminhados a partir desta quarta-feira (11 de março) até 30 de outubro de 2026, diretamente pelo site do programa.
MAIS SEGURANÇA PARA A PRODUÇÃO AGRÍCOLA
Segundo o governador Eduardo Leite, a ampliação do programa faz parte da estratégia do Estado para reduzir os impactos da estiagem e aumentar a segurança da produção agrícola.
“Estamos ampliando um programa que já demonstrou resultados importantes. Investir em irrigação é investir em segurança para o produtor, em produtividade e na estabilidade da nossa produção agrícola. O Estado entra como parceiro para estimular esses investimentos e fortalecer ainda mais o agronegócio gaúcho”, afirmou.
O objetivo do programa é mitigar os efeitos da estiagem, ampliar a reserva de água e aumentar a área irrigada, elevando a produtividade das culturas e contribuindo para aproximar o Estado da autossuficiência na produção de grãos, especialmente no milho.
APOIO A PROJETOS DE IRRIGAÇÃO
O programa é destinado a produtores rurais pessoa física e contempla projetos de:
implantação ou ampliação de sistemas de irrigação
irrigação por aspersão, localizada ou por sulcos
construção ou ampliação de reservatórios de água para irrigação
O pagamento da subvenção será feito em parcela única, após a execução do projeto e a apresentação da documentação exigida, como laudos técnicos e notas fiscais.
Os projetos podem ser executados com recursos próprios ou financiamento bancário.
DESAFIO É AMPLIAR A ÁREA IRRIGADA
O secretário Edivilson Brum destacou que atualmente apenas 4% da área de sequeiro do Rio Grande do Sul possui irrigação, o que demonstra o grande potencial de crescimento.
“O Rio Grande do Sul ainda tem um grande potencial a ser desenvolvido quando falamos em irrigação. Ampliar a irrigação é fundamental para dar mais segurança ao produtor rural, reduzir os riscos provocados pela estiagem e garantir maior estabilidade na produção”, afirmou.
RESULTADOS DAS FASES ANTERIORES
Nas duas primeiras fases do programa, a subvenção era de até R$ 15 mil (fase 1) e R$ 100 mil (fase 2).
Somando as duas etapas, foram 1.297 projetos de irrigação aprovados, com potencial de subvenção de cerca de R$ 61 milhões.
Os investimentos realizados pelos produtores nesses projetos chegam a aproximadamente R$ 450,7 milhões, resultando na ampliação de cerca de 25 mil hectares irrigados no Estado.
Entre as finalidades dos projetos aprovados:
57% voltados à produção de grãos (milho, soja e outros)
24% à pastagem e pecuária
11% à fruticultura
7% à olericultura
1% a outras atividades
As regiões que mais apresentaram projetos foram Alto Uruguai (29%), Noroeste/Missões (25%), Nordeste/Serra (15%), Fronteira Oeste (14%), Região Central/Metropolitana (12%) e Campanha/Zona Sul (5%).
