A vereadora Charise Bresolin (PP) concedeu entrevista ao Jornal Folha do Nordeste, conduzida pelo jornalista Marcos Roberto Nepomuceno, na qual fez uma análise aprofundada do cenário político estadual e nacional, com foco nas articulações da direita para as eleições de 2026.
Durante a conversa, Charise destacou que o momento exige clareza ideológica, coerência e unidade política, especialmente entre os partidos que hoje representam o campo conservador no Rio Grande do Sul. Na sua avaliação, a fragmentação pode comprometer a competitividade eleitoral e abrir espaço para projetos adversários mais organizados.
Ao tratar do Progressistas, a vereadora reconheceu a força estrutural do partido — especialmente pela presença municipal —, mas fez uma autocrítica ao afirmar que o PP acabou perdendo protagonismo ideológico nos últimos anos. Segundo ela, esse espaço foi ocupado pelo Partido Liberal, que hoje aparece como principal referência da direita no Estado.
Nesse contexto, Charise avaliou como natural a aproximação entre PP e PL, defendendo uma construção conjunta que evite divisões internas e fortaleça um projeto político comum. Para a vereadora, pesquisas, movimentações partidárias e o próprio comportamento do eleitor apontam para a necessidade de alinhamento e definição clara de rumos.
Charise também comentou o cenário de pré-definições para cargos majoritários, ressaltando que o debate interno ainda está em andamento, mas que a prioridade deve ser a viabilidade eleitoral e a unidade, acima de interesses individuais ou disputas internas prolongadas.
Segundo a parlamentar, o eleitor cobra posicionamento firme, identidade política e compromisso com resultados. “A política mudou. Quem não se posiciona com clareza acaba ficando invisível”, avaliou.
A entrevista completa, com todos os desdobramentos políticos, está na edição impressa do Jornal Folha do Nordeste desta sexta-feira, dia 13, que já está circulando.

A vereadora Charise Bresolin (PP) concedeu entrevista ao Jornal Folha do Nordeste, conduzida pelo jornalista Marcos Roberto Nepomuceno, na qual fez uma análise aprofundada do cenário político estadual e nacional, com foco nas articulações da direita para as eleições de 2026.
Durante a conversa, Charise destacou que o momento exige clareza ideológica, coerência e unidade política, especialmente entre os partidos que hoje representam o campo conservador no Rio Grande do Sul. Na sua avaliação, a fragmentação pode comprometer a competitividade eleitoral e abrir espaço para projetos adversários mais organizados.
Ao tratar do Progressistas, a vereadora reconheceu a força estrutural do partido — especialmente pela presença municipal —, mas fez uma autocrítica ao afirmar que o PP acabou perdendo protagonismo ideológico nos últimos anos. Segundo ela, esse espaço foi ocupado pelo Partido Liberal, que hoje aparece como principal referência da direita no Estado.
Nesse contexto, Charise avaliou como natural a aproximação entre PP e PL, defendendo uma construção conjunta que evite divisões internas e fortaleça um projeto político comum. Para a vereadora, pesquisas, movimentações partidárias e o próprio comportamento do eleitor apontam para a necessidade de alinhamento e definição clara de rumos.
Charise também comentou o cenário de pré-definições para cargos majoritários, ressaltando que o debate interno ainda está em andamento, mas que a prioridade deve ser a viabilidade eleitoral e a unidade, acima de interesses individuais ou disputas internas prolongadas.
Segundo a parlamentar, o eleitor cobra posicionamento firme, identidade política e compromisso com resultados. “A política mudou. Quem não se posiciona com clareza acaba ficando invisível”, avaliou.
A entrevista completa, com todos os desdobramentos políticos, está na edição impressa do Jornal Folha do Nordeste desta sexta-feira, dia 13, que já está circulando.
