Mais duas pessoas foram presas preventivamente na manhã desta quarta-feira (28) durante a segunda fase da Operação Erradicatio, deflagrada pela Polícia Civil de Sananduva. A ação investiga a atuação de um grupo suspeito de exigir vantagens financeiras de vítimas sob ameaça, com o objetivo de quitar supostas dívidas.
Os detidos são um irmão e um filho do ex-presidente da Câmara de Vereadores de Sananduva, Sandro Marcolin (Progressistas), que já havia sido preso há cerca de 15 dias, na primeira fase da operação.
Com o avanço das investigações, cinco pessoas foram presas até o momento. Além do ex-vereador e de seus familiares, outros dois homens já haviam sido detidos no município no dia 15 de janeiro.
De acordo com a Polícia Civil, o grupo é investigado pelos crimes de extorsão e organização criminosa. As apurações indicam que os suspeitos exigiam dinheiro das vítimas mediante grave ameaça e intimidação reiterada, causando um prejuízo estimado em aproximadamente R$ 200 mil.
Ainda conforme a investigação, cada integrante do grupo possuía funções bem definidas, com divisão de tarefas envolvendo cobrança dos valores, práticas de intimidação e logística financeira.
Vereador pediu licença do cargo
Após a prisão ocorrida no dia 15 de janeiro, o então presidente do Legislativo municipal solicitou licença por tempo indeterminado do cargo de vereador. Com o afastamento, o parlamentar perde o direito à remuneração, conforme prevê a legislação.
Diante da vacância temporária, o vice-presidente da Mesa Diretora, vereador Jalmir Cecatto (União), assumiu automaticamente a presidência da Câmara de Vereadores de Sananduva.
O caso segue sendo apurado pela Polícia Civil.

Mais duas pessoas foram presas preventivamente na manhã desta quarta-feira (28) durante a segunda fase da Operação Erradicatio, deflagrada pela Polícia Civil de Sananduva. A ação investiga a atuação de um grupo suspeito de exigir vantagens financeiras de vítimas sob ameaça, com o objetivo de quitar supostas dívidas.
Os detidos são um irmão e um filho do ex-presidente da Câmara de Vereadores de Sananduva, Sandro Marcolin (Progressistas), que já havia sido preso há cerca de 15 dias, na primeira fase da operação.
Com o avanço das investigações, cinco pessoas foram presas até o momento. Além do ex-vereador e de seus familiares, outros dois homens já haviam sido detidos no município no dia 15 de janeiro.
De acordo com a Polícia Civil, o grupo é investigado pelos crimes de extorsão e organização criminosa. As apurações indicam que os suspeitos exigiam dinheiro das vítimas mediante grave ameaça e intimidação reiterada, causando um prejuízo estimado em aproximadamente R$ 200 mil.
Ainda conforme a investigação, cada integrante do grupo possuía funções bem definidas, com divisão de tarefas envolvendo cobrança dos valores, práticas de intimidação e logística financeira.
Vereador pediu licença do cargo
Após a prisão ocorrida no dia 15 de janeiro, o então presidente do Legislativo municipal solicitou licença por tempo indeterminado do cargo de vereador. Com o afastamento, o parlamentar perde o direito à remuneração, conforme prevê a legislação.
Diante da vacância temporária, o vice-presidente da Mesa Diretora, vereador Jalmir Cecatto (União), assumiu automaticamente a presidência da Câmara de Vereadores de Sananduva.
O caso segue sendo apurado pela Polícia Civil.
