Ao comentar o cenário político nacional, o presidente do PL de Lagoa Vermelha, Alvício José Teles, apresentou uma posição clara sobre a disputa entre direita e esquerda no Brasil. Para ele, o debate ultrapassa a lógica partidária e representa, na essência, a escolha entre dois modelos distintos de organização do Estado e da sociedade.
Na avaliação de Alvício, a esquerda defende um Estado excessivamente interventor, com ampliação contínua de políticas assistenciais, o que, segundo ele, gera dependência e reduz o estímulo ao trabalho. O dirigente reconhece a importância de programas sociais em momentos específicos, mas sustenta que esses mecanismos devem ser temporários e acompanhados de ações que incentivem a inserção produtiva.
Em contraponto, Alvício afirma que a direita representa quem trabalha, produz e movimenta a economia. Segundo ele, é a iniciativa privada, o agronegócio, a indústria e o comércio que garantem emprego, arrecadação e desenvolvimento. O papel do poder público, nessa visão, deve ser criar condições para que as pessoas prosperem por meio do trabalho, e não substituir o esforço individual por auxílios permanentes.
O presidente do PL também fez críticas a políticas públicas que, em sua leitura, desconsideram a realidade do campo e da produção, especialmente em temas ambientais. Defendeu equilíbrio entre preservação e atividade econômica, afirmando que decisões tomadas de forma distante da realidade local acabam penalizando quem produz.
Para Alvício José Teles, a eleição de 2026 será decisiva para definir qual desses caminhos o país pretende seguir, com impactos diretos na economia, no emprego e na organização social.
A entrevista completa com Alvício José Teles será publicada no jornal Folha do Nordeste, edição do dia 16.

Ao comentar o cenário político nacional, o presidente do PL de Lagoa Vermelha, Alvício José Teles, apresentou uma posição clara sobre a disputa entre direita e esquerda no Brasil. Para ele, o debate ultrapassa a lógica partidária e representa, na essência, a escolha entre dois modelos distintos de organização do Estado e da sociedade.
Na avaliação de Alvício, a esquerda defende um Estado excessivamente interventor, com ampliação contínua de políticas assistenciais, o que, segundo ele, gera dependência e reduz o estímulo ao trabalho. O dirigente reconhece a importância de programas sociais em momentos específicos, mas sustenta que esses mecanismos devem ser temporários e acompanhados de ações que incentivem a inserção produtiva.
Em contraponto, Alvício afirma que a direita representa quem trabalha, produz e movimenta a economia. Segundo ele, é a iniciativa privada, o agronegócio, a indústria e o comércio que garantem emprego, arrecadação e desenvolvimento. O papel do poder público, nessa visão, deve ser criar condições para que as pessoas prosperem por meio do trabalho, e não substituir o esforço individual por auxílios permanentes.
O presidente do PL também fez críticas a políticas públicas que, em sua leitura, desconsideram a realidade do campo e da produção, especialmente em temas ambientais. Defendeu equilíbrio entre preservação e atividade econômica, afirmando que decisões tomadas de forma distante da realidade local acabam penalizando quem produz.
Para Alvício José Teles, a eleição de 2026 será decisiva para definir qual desses caminhos o país pretende seguir, com impactos diretos na economia, no emprego e na organização social.
A entrevista completa com Alvício José Teles será publicada no jornal Folha do Nordeste, edição do dia 16.
