COLUNISTAS

35 anos de trabalho sério e ético - 08/05/2026

Domingo, 10 de maio,  a Folha estará completando 35 anos de existência, quase que simultaneamente com o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, comemorado dia 3 de maio. Este jornal, coordenado pela família Nepomuceno, nasceu alicerçado no trabalho sério e ético de seus diretores, cresceu, ganhou força e conquistou a simpatia e a credibilidade dos lagoenses e da região.
Com atuação sempre voltada para uma informação imparcial, noticiando todos os acontecimentos que envolvem o tecido social, sem se afastar da ética jornalística e da preocupação com a informação séria e de boa qualidade, cedo granjeou visibilidade e credibilidade junto à comunidade regional, especialmente na região nordeste.
Outro aspecto fundamental do sucesso alcançado ao longo desse tempo, foi a formatação de um grupo de colaboradores, colunistas, pessoas que assumiram responsabilidades com o jornal, sem nenhuma sintonia ou interferência de desagrado por parte da direção. Em face disso, a amizade se fortaleceu e com ela cresceu, evidentemente, o grau de vínculo com o jornal.
Em um mundo polarizado, radicalizado, redes sociais barulhentas, faça chuva faça sol, a Folha do Nordeste bate em nossa porta trazendo notícias e informações culturais com elevada qualidade. Cumprindo, assim, sua função de informar, promover a reflexão, a crítica e incitar debates dentro da sociedade.
Em face de toda essa serventia da Folha do Nordeste, hoje patrimônio regional, veio a justa homenagem ao nosso diretor Aldoir Rodrigues Nepomuceno, com entrega da Medalha da 56ª Legislatura do Parlamento Gaúcho. Ao agradecer a honraria, o experiente jornalista deixou uma frase emblemática sobre sua carreira e o jornal: “Uma trajetória construída com a comunidade e para a comunidade”.
 
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COBERTOR CURTO - Recentemente o presidente Lula sancionou lei que aumenta drasticamente a pena para alguns crimes, alterando, desta forma, o Código Penal. A notícia é boa e justa, muito justa, todavia, um problema surge no fim da linha: Os presídios estão superlotados, não há mais vagas. Em Porto Alegre, presos aguardam vagas dentro das viaturas policiais, fato que agrava ainda mais a situação, visto que esses veículos ficam impedidos de cumprir ouras providências essenciais. Então temos, de um lado penas fortes, que vão proporcionar mais prisões, e de outro, a carência de vagas penais. Semelhante a clássica situação do cobertor curto, se cobrir a cabeça, os pés ficam descobertos. E de um governo com orçamento em frangalhos, sem dinheiro nem para tapar os buracos das BRs, e envolvido com o ano eleitoral, nada podemos esperar.     
 
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LONGEVIDADE - Lagoa Vermelha tem mostrado que é uma terra de gente duradoura, pois é comum pessoas morrerem acima dos 90 anos. Isso me leva a uma frase que li certa vez: Uma pessoa que consegue sobreviver tantos anos neste mundo acelerado é, por certo, um ser humano feliz. Mas, é vida que segue. Hoje nosso abraço vai para dois jovens empreendedores: a fotógrafa Mayara Fernandes e Rodrigo Cardoso, criadores do projeto Kombicine - cinema na estrada. É gente jovem que lê a Folha.

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