COLUNISTAS

O Brasil não é um filme de Hollywood 09/01/2026

A troca de calendário não muda a vida do povo nem do país. Tudo continua igual. Veja, o Brasil terminou o ano de 2025 em momento delicado, com problemas complexos e difícil de resolver. São situações antigas que expõem causas históricas e estruturais. Construir o Brasil que queremos passa por indispensável exercício de cidadania ativa e qualificada do povo, capaz de eleger lideranças verdadeiramente comprometidas com ações e reformas transparentes. 
Ao abrir a janela de 2026 vemos nossa pátria envolvida em turbulências que aumentam a responsabilidade do governo e exigem atenção e presença da coletividade. No momento nosso país está cercado de causas intermináveis e uma paralização política dividindo o povo e transformando o debate público na busca de culpados.
Abrindo a janela de 2026 damos de cara com uma eleição presidencial que promete embates pouco convencionais. O próprio presidente já está em campanha para tentar mais um mandato, pois não esconde o desejo de prolongar sua estada no Palácio da Alvorada. Continuando, vemos um Brasil atolado em episódios de escândalos de corrupção, como o caso do INSS, do banco Master, do grupo Refit, apontado por liderar um esquema milionário de fraude fiscal, dos Correios, da violência e o tráfico de drogas, e muito mais.
Teremos turbulências à frente, claro, mas tudo pode mudar e a responsabilidade desse retrato fica por conta dos brasileiros, visto que se nós não mudarmos tudo continua igual. A eleição de 2026 nos dá a chance de reverter esse quadro, desde que haja mobilização consciente da sociedade. Afinal, o Brasil não é um filme de Hollywood, como escreveu o jornalista Pedro Doria. O juiz não é herói, o procurador não é herói, o delegado não é herói, o político tão pouco. São funcionários públicos remunerados pelo povo que trabalha.
É possível que muitos brasileiros ainda não entenderam a dimensão do problema.
 
***
O PLANETA A PERIGO - Sabemos que a vida do planeta vem sofrendo transformações em consequência das agressões ao meio ambiente e ameaçando a sobrevivência humana. A situação piora quando líderes de grandes potências se preparam para uma guerra destruidora. Os americanos anunciaram a fabricação de uma série de navios espetaculares; os russos não ficaram para trás e prometem a fabricação de mísseis indestrutíveis, capazes de atingir países europeus e EUA. A possibilidade de uma guerra nuclear é cenário catastrófico, com possibilidade de destruição em massa e impactos irreversíveis no Planeta Terra.
 
***
FALTA MOBILIDADE - Lagoa Vermelha desponta na região como uma cidade bonita, moderna, com amplas avenidas, comércio forte e gastronomia diversificada, fatores que vêm atraindo pessoas de outras localidades. Mas tem problemas, principalmente no setor onde se encontram o Stok Center, Cantina e Restaurante Roman, Fattoria e a Pracinha, que concentram volumoso trânsito de pessoas e veículos. Como o Dnit não “negocia” uma cedência de espaço, o que muito melhoraria a mobilização e a possibilidade de ajardinamento na entrada da cidade, a situação se complica e os acidentes começam a ser contabilizados. E o primeiro abraço de 2026 vai para a dupla Camila e Vera Antunes da Silva, pilotas da Fit La Vie - Alimentação Saudável. É gente que lê Folha.

Outras colunas deste Autor