COLUNISTAS
Gado franqueiro 12/12/2025
O gado franqueiro, também chamado de orelhano ou crioulo, é uma raça trazida para o Rio Grande do Sul e todo o território do Rio da Prata pelos espanhóis no início da colonização.
Esse gado possui antigos ancestrais dos bovinos egípcios, que deram origem às mais antigas raças da Espanha e de Portugal. Ao chegar ao Sul da América do Sul, foi adquirindo características próprias, adaptadas ao local e ao habitat em que passou a viver.
O gado crioulo teve grande importância para toda a região, principalmente no aspecto comercial, por causa do couro e da carne. Mas não apenas isso: foi usado como meio de tração por centenas de anos pelo povo gaúcho, puxando arados e carretas de bois.
Com a chegada de várias raças europeias e zebuínas ao Rio Grande do Sul, entre o final do século XIX e o século XX, o gado crioulo foi gradativamente deixando de ser criado de forma pura ou acabou sendo misturado a outras raças, quase desaparecendo das estâncias e pequenas propriedades rurais. Hoje, encontra-se em ameaça de extinção, com poucos criadores e praticamente sem incentivo do Estado para sua preservação, apesar de ser considerado um símbolo do Rio Grande do Sul.
Encerramento do Avançar Tchê
celebrará o tradicionalismo
gaúcho na Casa da Ospa
A próxima quarta-feira (17/12) será um grande dia para o tradicionalismo gaúcho. Em evento na Casa da Ospa, o governo do Estado, por meio da Secretaria da Cultura (Sedac), realizará o encerramento das ações de 2025 do programa Avançar Tchê, com a certificação e a liberação de recursos do Prêmio Tradicionalismo Gaúcho.
A celebração também contemplará outras ações importantes para o fortalecimento da cultura regional:
• Consolidação de parcerias com o Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG);
• Lançamento do projeto CTG na Escola;
• Assinatura de convênios do Edital Invernadas Culturais;
• Entrega da Comenda Barbosa Lessa ao governador Eduardo Leite.
O evento é aberto ao público.


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