COLUNISTAS
Direita e esquerda 31/10/2025
Nós, brasileiros, vivemos em um país com recursos naturais que despertam inveja no resto do mundo. Somos um povo formado por uma grande miscigenação de raças e culturas.
Podemos afirmar que o Brasil teve seu início em 1500 e, ainda hoje - passados mais de 500 anos - não conseguimos encontrar o rumo da igualdade e de um progresso sustentável.
Existem várias teorias que tentam explicar esse fenômeno. Entre todas, a mais plausível e sensata é a que afirma que a maioria ainda não percebeu que a única forma de termos um país progressista e igualitário é por meio da educação, capaz de contaminar a população com um senso inabalável de brasilidade.
Da forma como está, seguimos dominados pelo corporativismo e pela velha máxima de que “quem pode mais, chora menos”.
No início, reis e rainhas enviavam seus súditos com o objetivo de explorar as riquezas naturais que abundavam neste país continental, acumular fortuna e retornar à Europa.
Do ano de 1500 até os dias atuais, o que mudou foi apenas a forma de exploração - mas ela continua forte, viva e altamente modernizada.
Sabemos que mudanças são difíceis de acontecer, especialmente porque os desmandos, as desigualdades e as injustiças têm como mentores e signatários os próprios órgãos responsáveis pela administração pública, ou seja, todos os segmentos do governo.
Como o povo segue sendo enganado por séculos?
Penso eu - e compartilho com muitos - que a verdade é simples: a tramoia está baseada na eterna discussão entre direita e esquerda.
Vejamos: tanto regimes de esquerda quanto de direita podem ser bons quando o foco é a liberdade, a igualdade e a felicidade geral do povo. Ao contrário, quando o objetivo é beneficiar grupos em detrimento do todo, qualquer um deles se torna prejudicial e deve ser banido.
Um exemplo: a ditadura imposta aos alemães por Hitler foi uma calamidade - e era de direita. A Venezuela vive hoje momentos de miséria e horror - e é de esquerda.
Mas também há regimes de direita e esquerda que fizeram e fazem a felicidade dos seus povos.
Nós, brasileiros, devemos lutar incessantemente pelos nossos direitos e deixar de defender cegamente “direita” ou “esquerda”. Enquanto o povo se divide sob bandeiras que não são nossas - e sim importadas - grupos organizados saqueiam os cofres públicos e enriquecem às custas da nação.
Como brasileiros, precisamos aprender a amar nossa pátria e exigir que os governos, sejam de qualquer ideologia, tenham por foco o todo - a população e o seu bem- estar.
Vamos rasgar este diploma de “trouxa” que estão nos impondo e exigir nossos direitos, para que possamos cumprir nossas obrigações sem sacrifícios.


Radar ON-LINE: