
Nesta quarta-feira (18), os prefeitos, secretários municipais, promotor, juiz, médicos e demais convidados estiveram reunidos com a direção do Hospital São Paulo. O objetivo foi contribuir para solucionar a situação financeira da entidade. Os funcionários estão em greve há nove dias devido o atraso nos salários e da última parcela do 13º dos servidores. Na reunião, o vereador Ariovaldo Carlos da Silva (PDT), também representando o vereador José Mário Ceni Barreto (PDT), foi o primeiro a se pronunciar e propôs algumas soluções imediatas: os municípios envolvidos injetarem mais recursos para o Hospital continuar com as portas abertas e para os funcionários receberem; questionou se a Fundação Araucária tem interesse em continuar administrando o Hospital São Paulo e destacou que ações sociais estão sendo organizadas como, por exemplo, o troco solidário, contudo a população lagoense requer transparência por parte da Fundação. De acordo com o parlamentar, também é necessária a criação do Conselho de Gestão para que tenham acesso as contas da entidade, podendo assim, acompanhar e buscar solucionar a crise financeira que está sendo enfrentada. O vereador Bráulio Guedes (PTB) destacou a importância que um esforço coletivo seja feito para reunir todos em prol do Hospital, e enfatizou que o troco solidário será uma ferramenta de contribuição voluntária, porém efetiva se a Fundação Araucária demonstre a transparência que está carecendo perante a sociedade. O diretor Valdir Gelain sinalizou que o Hospital vai pagar hoje, 25% do salário atrasado de novembro, e amanhã, 60% do salário de dezembro, e os outros 40% entre sexta-feira, dia 20, e segunda-feira, dia 23. Durante a oportunidade, os municípios sugeriram um acordo para a Fundação Araucária, onde realizariam o adiantamento de 15 dias do pagamento dos convênios com a contrapartida do Hospital quitar prioritariamente a folha de pagamento dos funcionários. Após contato com o departamento financeiro do Hospital, em São José do Ouro, o diretor Gelain não concordou com o acordo, enfatizando que precisava analisar melhor a questão proposta.

Nesta quarta-feira (18), os prefeitos, secretários municipais, promotor, juiz, médicos e demais convidados estiveram reunidos com a direção do Hospital São Paulo. O objetivo foi contribuir para solucionar a situação financeira da entidade. Os funcionários estão em greve há nove dias devido o atraso nos salários e da última parcela do 13º dos servidores. Na reunião, o vereador Ariovaldo Carlos da Silva (PDT), também representando o vereador José Mário Ceni Barreto (PDT), foi o primeiro a se pronunciar e propôs algumas soluções imediatas: os municípios envolvidos injetarem mais recursos para o Hospital continuar com as portas abertas e para os funcionários receberem; questionou se a Fundação Araucária tem interesse em continuar administrando o Hospital São Paulo e destacou que ações sociais estão sendo organizadas como, por exemplo, o troco solidário, contudo a população lagoense requer transparência por parte da Fundação. De acordo com o parlamentar, também é necessária a criação do Conselho de Gestão para que tenham acesso as contas da entidade, podendo assim, acompanhar e buscar solucionar a crise financeira que está sendo enfrentada. O vereador Bráulio Guedes (PTB) destacou a importância que um esforço coletivo seja feito para reunir todos em prol do Hospital, e enfatizou que o troco solidário será uma ferramenta de contribuição voluntária, porém efetiva se a Fundação Araucária demonstre a transparência que está carecendo perante a sociedade. O diretor Valdir Gelain sinalizou que o Hospital vai pagar hoje, 25% do salário atrasado de novembro, e amanhã, 60% do salário de dezembro, e os outros 40% entre sexta-feira, dia 20, e segunda-feira, dia 23. Durante a oportunidade, os municípios sugeriram um acordo para a Fundação Araucária, onde realizariam o adiantamento de 15 dias do pagamento dos convênios com a contrapartida do Hospital quitar prioritariamente a folha de pagamento dos funcionários. Após contato com o departamento financeiro do Hospital, em São José do Ouro, o diretor Gelain não concordou com o acordo, enfatizando que precisava analisar melhor a questão proposta.