
Os jogadores do São Paulo suaram a camisa na terça-feira. Após a folga recebida depois da derrota por 2 a 1 para o Botafogo, o elenco trabalhou no campo em dois períodos. E o primeiro, aberto à imprensa, foi de muito trabalho físico. - O Riva veio com tudo para dar um pega, mas o importante é que todo mundo foi dedicado - brincou Junior Cesar, sobre Riva Carli. O preparador físico, há cerca de um mês no clube, é conhecido por cobrar muito de seus atletas, sempre em busca da superação. Ainda em janeiro, durante a pré-temporada, o gaúcho de Lagoa Vermelha aplicou um treino físico às 7h sem direito a café da manhã, programou um domingo com três períodos de atividades e motivou os jogadores a base de gritos. - Não sou linha dura. Busco a performance. Sei que se eu não demonstrar o objetivo e os caminhos aos atletas eles se perdem. Com uma linha suave e moderada, o atleta não vai chegar a lugar nenhum - diz o preparador. Ao chegar ao clube em janeiro e ser apresentado à imprensa, Riva admitiu ser exigente e disse que monitoraria os jogadores 24 horas por dia. - Foi uma maneira de falar que fico hiperatento a tudo o que ocorre na vida do atleta, tanto positiva como negativamente. A observação tem de ser diária, se está no peso ideal, se vem bem humorado, pré-disposto, se está contribuindo com o grupo. São sinais que alteram o dia a dia, você vê se as coisas estão indo bem. Coisas que influem no jogo e causam prejuízo pessoal e para o grupo. Para Cuca, que trabalhou com o profissional no Santos, Botafogo e Flamengo, é natural que no início dos trabalhos alguns jogadores o olhem com desconfiança: - No começo tem um pouco de rejeição, mas no final eles vão ter a recompensa. Às vezes o cara não vê isso, o treino é mais puxado no começo, mas dá resultados - disse o técnico do Cruzeiro. Antônio Lopes, que contou com Riva em sua comissão técnica no Fluminense, Goiás e, mais recentemente, Atlético-PR, também acha que a maioria dos jogadores não vê o preparador como um "carrasco": - Vai muito de jogador para jogador. O cara fica insatisfeito quando vê que o profissional é babaca. Mas o Riva é malandro, sabe conduzir os jogadores na vaselina - opinou o treinador do Vitória.

Os jogadores do São Paulo suaram a camisa na terça-feira. Após a folga recebida depois da derrota por 2 a 1 para o Botafogo, o elenco trabalhou no campo em dois períodos. E o primeiro, aberto à imprensa, foi de muito trabalho físico. - O Riva veio com tudo para dar um pega, mas o importante é que todo mundo foi dedicado - brincou Junior Cesar, sobre Riva Carli. O preparador físico, há cerca de um mês no clube, é conhecido por cobrar muito de seus atletas, sempre em busca da superação. Ainda em janeiro, durante a pré-temporada, o gaúcho de Lagoa Vermelha aplicou um treino físico às 7h sem direito a café da manhã, programou um domingo com três períodos de atividades e motivou os jogadores a base de gritos. - Não sou linha dura. Busco a performance. Sei que se eu não demonstrar o objetivo e os caminhos aos atletas eles se perdem. Com uma linha suave e moderada, o atleta não vai chegar a lugar nenhum - diz o preparador. Ao chegar ao clube em janeiro e ser apresentado à imprensa, Riva admitiu ser exigente e disse que monitoraria os jogadores 24 horas por dia. - Foi uma maneira de falar que fico hiperatento a tudo o que ocorre na vida do atleta, tanto positiva como negativamente. A observação tem de ser diária, se está no peso ideal, se vem bem humorado, pré-disposto, se está contribuindo com o grupo. São sinais que alteram o dia a dia, você vê se as coisas estão indo bem. Coisas que influem no jogo e causam prejuízo pessoal e para o grupo. Para Cuca, que trabalhou com o profissional no Santos, Botafogo e Flamengo, é natural que no início dos trabalhos alguns jogadores o olhem com desconfiança: - No começo tem um pouco de rejeição, mas no final eles vão ter a recompensa. Às vezes o cara não vê isso, o treino é mais puxado no começo, mas dá resultados - disse o técnico do Cruzeiro. Antônio Lopes, que contou com Riva em sua comissão técnica no Fluminense, Goiás e, mais recentemente, Atlético-PR, também acha que a maioria dos jogadores não vê o preparador como um "carrasco": - Vai muito de jogador para jogador. O cara fica insatisfeito quando vê que o profissional é babaca. Mas o Riva é malandro, sabe conduzir os jogadores na vaselina - opinou o treinador do Vitória.