TRE confirma cassação de Gilmar Sossella


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20/03/2015

Por unanimidade, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) rejeitou os Embargos de Declaração movido pelo deputado Gilmar Sossella, do PDT. Com isso, ele perderá o mandato assim que a decisão for publicada no Diário da Justiça. Sossella foi condenado em 24 fevereiro por crimes eleitorais durante a campanha, mas segue no cargo em razão desse recurso. O parlamentar também perdeu os direitos políticos por 8 anos. Reportagem da Rádio Gaúcha revelou, no ano passado, que o então presidente da Assembleia estava coagindo servidores para fazerem doações para sua campanha. Em um dos casos, alguns funcionários eram pressionados a comprar ingressos para um churrasco de arrecadação para campanha no valor de R$2,5 mil. No julgamento do recurso, a desembargadora e relatora Maria de Fatima Labarrere afirmou que os argumentos da defesa foram semelhantes aos já analisados e julgados. Também ressaltou que Sossella se valeu do cargo de presidente para coagir servidores. O advogado do deputado, Décio Itiberê, disse que vai recorrer da decisão no TSE, onde também pedirá efeito suspensivo da decisão. Pela Lei da Ficha Limpa, caso Sossell não reverta a decisão, ele não poderá concorrer pelos próximos oito anos. No lugar dele, na Assembleia Legislativa, assume Vinicius Ribeiro, do PDT.

Por unanimidade, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) rejeitou os Embargos de Declaração movido pelo deputado Gilmar Sossella, do PDT. Com isso, ele perderá o mandato assim que a decisão for publicada no Diário da Justiça. Sossella foi condenado em 24 fevereiro por crimes eleitorais durante a campanha, mas segue no cargo em razão desse recurso. O parlamentar também perdeu os direitos políticos por 8 anos. Reportagem da Rádio Gaúcha revelou, no ano passado, que o então presidente da Assembleia estava coagindo servidores para fazerem doações para sua campanha. Em um dos casos, alguns funcionários eram pressionados a comprar ingressos para um churrasco de arrecadação para campanha no valor de R$2,5 mil. No julgamento do recurso, a desembargadora e relatora Maria de Fatima Labarrere afirmou que os argumentos da defesa foram semelhantes aos já analisados e julgados. Também ressaltou que Sossella se valeu do cargo de presidente para coagir servidores. O advogado do deputado, Décio Itiberê, disse que vai recorrer da decisão no TSE, onde também pedirá efeito suspensivo da decisão. Pela Lei da Ficha Limpa, caso Sossell não reverta a decisão, ele não poderá concorrer pelos próximos oito anos. No lugar dele, na Assembleia Legislativa, assume Vinicius Ribeiro, do PDT.

Fonte: Jornalismo - Folha do Nordeste

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