
O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Gilmar Sossella (PDT), e outras sete pessoas foram indiciadas por formação de quadrilha, concussão (exigir para si em razão da função vantagem indevida) e por outros três crimes tipificados no Código Eleitoral, entre eles, coação. Os indiciamentos são resultado do inquérito aberto em agosto pela Polícia Federal, concluído na quinta-feira (8) e remetido ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE). É o que anunciava a rádio Gaúcha, em seu site. Além de Sossela, foram indiciados a esposa dele, Melânia Sossella, o superintendente geral, Artur Souto, o superintendente administrativo da Assembleia, Ricieri Dalla Valentina Júnior, o diretor do Departamento de Comissões Parlamentares, Ivan Ferreira Leite, a Superintendente Legislativa, Fernanda Paglioli, o chefe de gabinete da Presidência, major da Brigada Militar Jair Luiz Müller, e a secretária do gabinete do superintendente-geral, Andreza Macedo Teixeira. O deputado foi reeleito no último domingo com 57.490 votos para o terceiro mandato consecutivo no parlamento gaúcho. SOSSELLA EMITE NOTA Gilmar Sossella, através de sua assessoria, emitiu nota de esclarecimento a respeito do assunto: Face às notícias de que supostamente teria sido encerrado o inquérito da Polícia Federal que investigava supostas irregularidades durante o período da campanha eleitoral na Assembleia Legislativa, vimos nos manifestar clara e publicamente. Em primeiro lugar, fomos surpreendidos pela exposição de nomes de pessoas honradas e honestas via imprensa, uma vez que nada recebemos por parte da Polícia Federal ou do Ministério Público Federal até o presente momento. Isso se torna ainda mais grave pelo fato de que cinco delas não foram sequer ouvidas pela Polícia Federal ao longo da construção do inquérito, que inclusive tramita em segredo de Justiça. Sobre o fato em si, não houve qualquer tipo de coação ou obrigação, tanto é verdade que a Assembleia Legislativa possui em seus quadros cerca de 2500 pessoas (servidores efetivos, cargos em comissão, estagiários e funcionários terceirizados e 189 FGs) e destes últimos apenas 19 adquiriam ingressos. E os que adquiriram foram de livre espontânea vontade em colaborar com a nossa eleição. Em relação ao cadastro, ele é um banco de dados que mantemos, justamente para poder prestar contas do nosso trabalho de forma direta aos cidadãos gaúchos. Confiamos na Justiça e iremos buscar, ao seu tempo, não somente o arquivamento deste processo, como também os devidos reparos à imagem de todos os atingidos.

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Gilmar Sossella (PDT), e outras sete pessoas foram indiciadas por formação de quadrilha, concussão (exigir para si em razão da função vantagem indevida) e por outros três crimes tipificados no Código Eleitoral, entre eles, coação. Os indiciamentos são resultado do inquérito aberto em agosto pela Polícia Federal, concluído na quinta-feira (8) e remetido ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE). É o que anunciava a rádio Gaúcha, em seu site. Além de Sossela, foram indiciados a esposa dele, Melânia Sossella, o superintendente geral, Artur Souto, o superintendente administrativo da Assembleia, Ricieri Dalla Valentina Júnior, o diretor do Departamento de Comissões Parlamentares, Ivan Ferreira Leite, a Superintendente Legislativa, Fernanda Paglioli, o chefe de gabinete da Presidência, major da Brigada Militar Jair Luiz Müller, e a secretária do gabinete do superintendente-geral, Andreza Macedo Teixeira. O deputado foi reeleito no último domingo com 57.490 votos para o terceiro mandato consecutivo no parlamento gaúcho. SOSSELLA EMITE NOTA Gilmar Sossella, através de sua assessoria, emitiu nota de esclarecimento a respeito do assunto: Face às notícias de que supostamente teria sido encerrado o inquérito da Polícia Federal que investigava supostas irregularidades durante o período da campanha eleitoral na Assembleia Legislativa, vimos nos manifestar clara e publicamente. Em primeiro lugar, fomos surpreendidos pela exposição de nomes de pessoas honradas e honestas via imprensa, uma vez que nada recebemos por parte da Polícia Federal ou do Ministério Público Federal até o presente momento. Isso se torna ainda mais grave pelo fato de que cinco delas não foram sequer ouvidas pela Polícia Federal ao longo da construção do inquérito, que inclusive tramita em segredo de Justiça. Sobre o fato em si, não houve qualquer tipo de coação ou obrigação, tanto é verdade que a Assembleia Legislativa possui em seus quadros cerca de 2500 pessoas (servidores efetivos, cargos em comissão, estagiários e funcionários terceirizados e 189 FGs) e destes últimos apenas 19 adquiriam ingressos. E os que adquiriram foram de livre espontânea vontade em colaborar com a nossa eleição. Em relação ao cadastro, ele é um banco de dados que mantemos, justamente para poder prestar contas do nosso trabalho de forma direta aos cidadãos gaúchos. Confiamos na Justiça e iremos buscar, ao seu tempo, não somente o arquivamento deste processo, como também os devidos reparos à imagem de todos os atingidos.