
Liderada pelo deputado federal Giovani Cherini (PDT/RS), a Bancada Gaúcha no Congresso Nacional se reuniu com o governador José Ivo Sartori nesta segunda-feira, 18, em Porto Alegre. Na ocasião, foram articuladas algumas ações a serem desempenhadas em Brasília com intuito de amenizar a crise dos hospitais filantrópicos e santas casas do Rio Grande do Sul. De acordo com Giovani Cherini, uma das ideias que surgiu levantada pelo deputado Henrique Fontana, foi a recriação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira CPMF ou pela criação de algum imposto semelhante que seja destinado à saúde. Se falou inclusive em CPMF, que a saúde precisa encontrar formas de financiamento. A ideia do financiamento é de todos hoje. Se for o caso de nós precisarmos, lá na frente, criar um novo imposto, que é extremamente desgastante, mas a saúde justifica, afirmou o deputado federal. Em curto prazo, o parlamentar explicou que se pode buscar é o aumento do teto do repasse federal, cerca de R$ 20 milhões a mais por mês. Porém, é sabido que o governo federal está fazendo um contingenciamento em razão da crise financeira. Na reunião foi definida a organização de uma agenda para cobrar mais repasses. Deve ser feita uma caravana aos ministérios da Fazenda e da Saúde para que seja exposta a situação dos hospitais filantrópicos e santas casas, que representam mais de 70% dos atendimentos pelo SUS no Estado. Esta viagem deve ocorrer no início do mês de junho, após retorna do governador em compromissos na Europa.

Liderada pelo deputado federal Giovani Cherini (PDT/RS), a Bancada Gaúcha no Congresso Nacional se reuniu com o governador José Ivo Sartori nesta segunda-feira, 18, em Porto Alegre. Na ocasião, foram articuladas algumas ações a serem desempenhadas em Brasília com intuito de amenizar a crise dos hospitais filantrópicos e santas casas do Rio Grande do Sul. De acordo com Giovani Cherini, uma das ideias que surgiu levantada pelo deputado Henrique Fontana, foi a recriação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira CPMF ou pela criação de algum imposto semelhante que seja destinado à saúde. Se falou inclusive em CPMF, que a saúde precisa encontrar formas de financiamento. A ideia do financiamento é de todos hoje. Se for o caso de nós precisarmos, lá na frente, criar um novo imposto, que é extremamente desgastante, mas a saúde justifica, afirmou o deputado federal. Em curto prazo, o parlamentar explicou que se pode buscar é o aumento do teto do repasse federal, cerca de R$ 20 milhões a mais por mês. Porém, é sabido que o governo federal está fazendo um contingenciamento em razão da crise financeira. Na reunião foi definida a organização de uma agenda para cobrar mais repasses. Deve ser feita uma caravana aos ministérios da Fazenda e da Saúde para que seja exposta a situação dos hospitais filantrópicos e santas casas, que representam mais de 70% dos atendimentos pelo SUS no Estado. Esta viagem deve ocorrer no início do mês de junho, após retorna do governador em compromissos na Europa.