
O SICOM encaminhou manifestação oficial a deputados federais demonstrando preocupação com a tramitação das propostas que tratam da redução da jornada de trabalho no país.
O posicionamento é assinado pelo presidente da entidade, Valterez Ferreira da Silva, e faz referência à votação do relatório da Comissão Especial da Câmara dos Deputados que analisa a PEC 221/2019 e a PEC 8/2025, relacionadas às mudanças na jornada de trabalho.
No documento, o Sindicato das Indústrias, da Construção e do Mobiliário de Lagoa Vermelha defende que alterações trabalhistas precisam ser conduzidas com responsabilidade, observando critérios como transição gradual, segurança jurídica, preservação da competitividade das empresas e sustentabilidade econômica.
O texto também aponta preocupação com a velocidade do debate no Congresso Nacional, especialmente em período eleitoral, destacando que não houve aprofundamento suficiente sobre os impactos econômicos das medidas propostas.
Segundo o Sindicato das Indústrias, da Construção e do Mobiliário de Lagoa Vermelha, não foram considerados mecanismos de implementação escalonada da redução da jornada, principalmente diante das mudanças econômicas relacionadas à Reforma Tributária.
Outro ponto destacado pela entidade é a defesa da valorização da negociação coletiva entre empregados e empregadores, considerada pelo sindicato como fundamental nas relações de trabalho.
Na manifestação, o Sindicato das Indústrias, da Construção e do Mobiliário de Lagoa Vermelha argumenta que diversos países têm adotado modelos mais flexíveis nas relações trabalhistas para permitir adaptação gradual às transformações econômicas e sociais.
Ao final do documento, o sindicato solicita aos parlamentares voto contrário à proposta, caso não sejam incluídos mecanismos de transição e maior valorização da negociação coletiva.


O SICOM encaminhou manifestação oficial a deputados federais demonstrando preocupação com a tramitação das propostas que tratam da redução da jornada de trabalho no país.
O posicionamento é assinado pelo presidente da entidade, Valterez Ferreira da Silva, e faz referência à votação do relatório da Comissão Especial da Câmara dos Deputados que analisa a PEC 221/2019 e a PEC 8/2025, relacionadas às mudanças na jornada de trabalho.
No documento, o Sindicato das Indústrias, da Construção e do Mobiliário de Lagoa Vermelha defende que alterações trabalhistas precisam ser conduzidas com responsabilidade, observando critérios como transição gradual, segurança jurídica, preservação da competitividade das empresas e sustentabilidade econômica.
O texto também aponta preocupação com a velocidade do debate no Congresso Nacional, especialmente em período eleitoral, destacando que não houve aprofundamento suficiente sobre os impactos econômicos das medidas propostas.
Segundo o Sindicato das Indústrias, da Construção e do Mobiliário de Lagoa Vermelha, não foram considerados mecanismos de implementação escalonada da redução da jornada, principalmente diante das mudanças econômicas relacionadas à Reforma Tributária.
Outro ponto destacado pela entidade é a defesa da valorização da negociação coletiva entre empregados e empregadores, considerada pelo sindicato como fundamental nas relações de trabalho.
Na manifestação, o Sindicato das Indústrias, da Construção e do Mobiliário de Lagoa Vermelha argumenta que diversos países têm adotado modelos mais flexíveis nas relações trabalhistas para permitir adaptação gradual às transformações econômicas e sociais.
Ao final do documento, o sindicato solicita aos parlamentares voto contrário à proposta, caso não sejam incluídos mecanismos de transição e maior valorização da negociação coletiva.
