Senadora Ana Amélia defende a permanência dos alunos especiais nas Apaes


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23/09/2013

A senadora Ana Amélia (PP-RS) defendeu em pronunciamento, nesta segunda-feira (23), a permanência dos alunos especiais nas Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes). A progressista gaúcha apresentou em Plenário um documento com 10 mil assinaturas de moradores de Panambi, no noroeste do Rio Grande do Sul, e outro com 1 mil signatários, da também gaúcha Ajuricaba, em defesa das escolas especiais. Para Ana Amélia, as instituições de ensino regulares não estão preparadas para receber alunos portadores de deficiência. Segundo a parlamentar, além de faltar estrutura, aumenta também a responsabilidade do professor, que não foi formado para o atendimento especial desses estudantes. -- O trabalho da Apae é, sobretudo, um ato de voluntariado, forte e, do ponto de vista social, insubstituível. É a abnegação e entrega das pessoas, do seu tempo -- enfatizou. A substituição do ensino das Apaes pelo das escolas regulares é tratada na Meta 4 do Plano Nacional de Educação (PNE). A proposta, em tramitação na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), prejudica o repasse de recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), a partir de 2016, a instituições especiais de ensino. A parlamentar disse contar com a aprovação, na CCJ, do relatório do senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), na quarta-feira (25). Emenda sugerida por Ana Amélia e apresentada pelo senador Francisco Dornelles (PP-RJ) foi acolhida para manter no texto a expressão "preferencialmente", como veio da Câmara dos Deputados. -- Para preservar, resguardar, fortalecer e reconhecer o trabalho que realizam, há décadas, as Apaes em todo o Brasil -- afirmou. Apartes Em apartes, alguns senadores manifestaram apoio ao discurso de Ana Amélia e criticaram o projeto que pode inviabilizar o atendimento nas Apaes. O gaúcho Pedro Simon (PMDB-RS) disse que "quem tem um pouco de seriedade" está a favor da instituição. Já o senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) informou que também apresentou emenda para manter o ensino especial.

A senadora Ana Amélia (PP-RS) defendeu em pronunciamento, nesta segunda-feira (23), a permanência dos alunos especiais nas Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes). A progressista gaúcha apresentou em Plenário um documento com 10 mil assinaturas de moradores de Panambi, no noroeste do Rio Grande do Sul, e outro com 1 mil signatários, da também gaúcha Ajuricaba, em defesa das escolas especiais. Para Ana Amélia, as instituições de ensino regulares não estão preparadas para receber alunos portadores de deficiência. Segundo a parlamentar, além de faltar estrutura, aumenta também a responsabilidade do professor, que não foi formado para o atendimento especial desses estudantes. -- O trabalho da Apae é, sobretudo, um ato de voluntariado, forte e, do ponto de vista social, insubstituível. É a abnegação e entrega das pessoas, do seu tempo -- enfatizou. A substituição do ensino das Apaes pelo das escolas regulares é tratada na Meta 4 do Plano Nacional de Educação (PNE). A proposta, em tramitação na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), prejudica o repasse de recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), a partir de 2016, a instituições especiais de ensino. A parlamentar disse contar com a aprovação, na CCJ, do relatório do senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), na quarta-feira (25). Emenda sugerida por Ana Amélia e apresentada pelo senador Francisco Dornelles (PP-RJ) foi acolhida para manter no texto a expressão "preferencialmente", como veio da Câmara dos Deputados. -- Para preservar, resguardar, fortalecer e reconhecer o trabalho que realizam, há décadas, as Apaes em todo o Brasil -- afirmou. Apartes Em apartes, alguns senadores manifestaram apoio ao discurso de Ana Amélia e criticaram o projeto que pode inviabilizar o atendimento nas Apaes. O gaúcho Pedro Simon (PMDB-RS) disse que "quem tem um pouco de seriedade" está a favor da instituição. Já o senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) informou que também apresentou emenda para manter o ensino especial.

Fonte: Jornalismo - Folha do Nordeste

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