RS registra primeiro óbito por dengue em 2024


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Divulgação 06/02/2024

O Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs), vinculado à Secretaria da Saúde (SES), confirmou na segunda-feira (5/2) o primeiro óbito por dengue em 2024 no Rio Grande do Sul. O óbito confirmado é de uma mulher, de 71 anos, residente do município de Tenente Portela. A paciente tinha comorbidades e o óbito ocorreu em 31 de janeiro, tendo sido confirmado somente hoje.

A SES reforça que a população deve procurar atendimento médico nos serviços de saúde logo nos primeiros sintomas. Desta forma, evita-se o agravamento da doença e a possível evolução para óbito.

 

Principais sintomas

febre alta (39°C a 40°C), com duração de dois a sete dias, dor retro-orbital (atrás dos olhos)

dor de cabeça

dor no corpo

dor nas articulações

mal-estar geral

náusea

vômito

diarreia

manchas vermelhas na pele, com ou sem coceira

Medidas de prevenção à proliferação e circulação do Aedes aegypti, como limpeza e revisão das áreas internas e externas das residências e eliminação dos objetos com água parada, são ações que impedem o mosquito de nascer, cortando o ciclo de vida na fase aquática. O uso de repelente também é recomendado para maior proteção individual contra o Aedes aegypti.

 

Situação epidemiológica 

Neste ano, o Rio Grande do Sul já registra 2.314 casos confirmados da doença, dos quais 2.101 são autóctones (o contágio aconteceu dentro do Estado). Os demais são importados (residentes do Rio Grande do Sul que foram infectados em viagem a outro local).

Em 2023, o Estado registrou mais de 34 mil casos autóctones. Ao todo, foram 54 óbitos em virtude da dengue no ano passado.

O Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs), vinculado à Secretaria da Saúde (SES), confirmou na segunda-feira (5/2) o primeiro óbito por dengue em 2024 no Rio Grande do Sul. O óbito confirmado é de uma mulher, de 71 anos, residente do município de Tenente Portela. A paciente tinha comorbidades e o óbito ocorreu em 31 de janeiro, tendo sido confirmado somente hoje.

A SES reforça que a população deve procurar atendimento médico nos serviços de saúde logo nos primeiros sintomas. Desta forma, evita-se o agravamento da doença e a possível evolução para óbito.

 

Principais sintomas

febre alta (39°C a 40°C), com duração de dois a sete dias, dor retro-orbital (atrás dos olhos)

dor de cabeça

dor no corpo

dor nas articulações

mal-estar geral

náusea

vômito

diarreia

manchas vermelhas na pele, com ou sem coceira

Medidas de prevenção à proliferação e circulação do Aedes aegypti, como limpeza e revisão das áreas internas e externas das residências e eliminação dos objetos com água parada, são ações que impedem o mosquito de nascer, cortando o ciclo de vida na fase aquática. O uso de repelente também é recomendado para maior proteção individual contra o Aedes aegypti.

 

Situação epidemiológica 

Neste ano, o Rio Grande do Sul já registra 2.314 casos confirmados da doença, dos quais 2.101 são autóctones (o contágio aconteceu dentro do Estado). Os demais são importados (residentes do Rio Grande do Sul que foram infectados em viagem a outro local).

Em 2023, o Estado registrou mais de 34 mil casos autóctones. Ao todo, foram 54 óbitos em virtude da dengue no ano passado.

Fonte: Jornalismo - Folha do Nordeste

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