
O deputado Ronaldo Santini (PTB), palestrou, nesta quarta-feira (14), do último Tá Na Mesa, na sede da Federasul, sobre o pacote do Governo do Estado, juntamente com os líderes das seis maiores bancadas da Assembleia Legislativa: deputado Frederico Antunes (PP), Tarcísio Zimmermann (PT), Eduardo Loureiro (PDT), Gilberto Capoani (PMDB) e Zilá Breintenbach (PSDB). Os parlamentares foram convidados para mostrarem seus posicionamentos na votação que está prevista para a semana que vem na ALRS. Santini esclareceu que este momento de tomada de decisão é o mais importante em sua trajetória no Parlamento. Ele revelou ainda, que possui consciência de que esta ação envolve questões delicadas da sociedade: são medidas complexas que afetam a estrutura do Estado, reduzem a máquina pública, demitem pessoas ( ) Este tipo de decisão demanda um estudo aprofundado, sei que não é simples, afirmou o parlamentar. O petebista fez questão de enfatizar que seu partido não faz oposição por oposição e lembrou que o PTB quer ajudar a construir um Estado que atenda as demandas da população. Ronaldo Santini criticou o fato de que o tempo de análise dessas medidas está muito curto. A precariedade dos serviços públicos e o desajuste nas finanças estaduais conduzem a uma reflexão, ponderou o deputado Eduardo Loureiro, do PDT. Concordo com o Santini no ponto que deve-se manter um equilíbrio para pensarmos nas pessoas prejudicadas. O líder do PP, deputado Frederico Antunes definiu o pacote como uma correção mas com outras propostas que deverão ser acrescentadas em breve. O líder do PT, Tarcísio Zimmermann, mostrou que houve uma redução de servidores (de 173 mil para 155 mil) e que o orçamento passou de R$ 19,5 bilhões para R$ 63,4 bilhões. Ele disse que não se pode pensar apenas em destruição: É muito fácil sair destruindo e extinguindo as coisas, a questão é que se deve pensar em reconstrução, revelou Zimmermann. O líder do PMDB, Gilberto Capoani, disse que é necessário respeitar o desejo dos eleitores que querem um Rio Grande do Sul prestador de serviços. O parlamentar expôs que estas medidas é para transformar o Estado.

O deputado Ronaldo Santini (PTB), palestrou, nesta quarta-feira (14), do último Tá Na Mesa, na sede da Federasul, sobre o pacote do Governo do Estado, juntamente com os líderes das seis maiores bancadas da Assembleia Legislativa: deputado Frederico Antunes (PP), Tarcísio Zimmermann (PT), Eduardo Loureiro (PDT), Gilberto Capoani (PMDB) e Zilá Breintenbach (PSDB). Os parlamentares foram convidados para mostrarem seus posicionamentos na votação que está prevista para a semana que vem na ALRS. Santini esclareceu que este momento de tomada de decisão é o mais importante em sua trajetória no Parlamento. Ele revelou ainda, que possui consciência de que esta ação envolve questões delicadas da sociedade: são medidas complexas que afetam a estrutura do Estado, reduzem a máquina pública, demitem pessoas ( ) Este tipo de decisão demanda um estudo aprofundado, sei que não é simples, afirmou o parlamentar. O petebista fez questão de enfatizar que seu partido não faz oposição por oposição e lembrou que o PTB quer ajudar a construir um Estado que atenda as demandas da população. Ronaldo Santini criticou o fato de que o tempo de análise dessas medidas está muito curto. A precariedade dos serviços públicos e o desajuste nas finanças estaduais conduzem a uma reflexão, ponderou o deputado Eduardo Loureiro, do PDT. Concordo com o Santini no ponto que deve-se manter um equilíbrio para pensarmos nas pessoas prejudicadas. O líder do PP, deputado Frederico Antunes definiu o pacote como uma correção mas com outras propostas que deverão ser acrescentadas em breve. O líder do PT, Tarcísio Zimmermann, mostrou que houve uma redução de servidores (de 173 mil para 155 mil) e que o orçamento passou de R$ 19,5 bilhões para R$ 63,4 bilhões. Ele disse que não se pode pensar apenas em destruição: É muito fácil sair destruindo e extinguindo as coisas, a questão é que se deve pensar em reconstrução, revelou Zimmermann. O líder do PMDB, Gilberto Capoani, disse que é necessário respeitar o desejo dos eleitores que querem um Rio Grande do Sul prestador de serviços. O parlamentar expôs que estas medidas é para transformar o Estado.