
Pela primeira vez, o Rio Grande do Sul alcançou a menor taxa de extrema pobreza entre os estados do Brasil. Conforme a Síntese de Indicadores Sociais, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) na última quarta-feira (4/12), em 2023 apenas 1,3% da população gaúcha vivia com rendimento mensal per capita de R$ 209. O número representa uma queda de 48% em relação ao índice de 2019, superando a redução de 39,7% registrada em nível nacional no mesmo período.
Esse resultado reflete o impacto positivo dos programas sociais implementados pelo governo estadual nos últimos anos. Desde 2019, o Rio Grande do Sul lançou 32 ações e programas focados no desenvolvimento social, beneficiando milhares de famílias em situação de vulnerabilidade.
Principais ações destacadas:
Devolve ICMS: responsável por R$ 271,1 milhões em pagamentos trimestrais a pessoas inscritas no Cadastro Único (CadÚnico), com renda per capita de até meio salário-mínimo nacional.
Todo Jovem na Escola: iniciativa para combater a evasão escolar no Ensino Médio, com bolsa mensal e bônus por aprovação no ano letivo.
Volta por Cima: programa que destinou R$ 37,5 milhões em auxílio às vítimas de desastres meteorológicos.
Iniciativas habitacionais: regularização de 830 moradias, legalização de 3.200 lotes em assentamentos, e distribuição de 1.100 lotes para reassentamentos.
Porta de Entrada: subsídio de R$ 20 mil para entrada na aquisição da casa própria, beneficiando famílias com renda de até cinco salários-mínimos.
Para o governador Eduardo Leite, os avanços foram possíveis graças às reformas e ao ajuste fiscal realizados. Segundo ele, “hoje, muitas das iniciativas que implementamos servem de modelo para todo o Brasil”.
Com essa conquista, o Rio Grande do Sul reforça seu compromisso com a redução da desigualdade social, consolidando-se como referência em políticas públicas voltadas ao bem-estar da população.


Pela primeira vez, o Rio Grande do Sul alcançou a menor taxa de extrema pobreza entre os estados do Brasil. Conforme a Síntese de Indicadores Sociais, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) na última quarta-feira (4/12), em 2023 apenas 1,3% da população gaúcha vivia com rendimento mensal per capita de R$ 209. O número representa uma queda de 48% em relação ao índice de 2019, superando a redução de 39,7% registrada em nível nacional no mesmo período.
Esse resultado reflete o impacto positivo dos programas sociais implementados pelo governo estadual nos últimos anos. Desde 2019, o Rio Grande do Sul lançou 32 ações e programas focados no desenvolvimento social, beneficiando milhares de famílias em situação de vulnerabilidade.
Principais ações destacadas:
Devolve ICMS: responsável por R$ 271,1 milhões em pagamentos trimestrais a pessoas inscritas no Cadastro Único (CadÚnico), com renda per capita de até meio salário-mínimo nacional.
Todo Jovem na Escola: iniciativa para combater a evasão escolar no Ensino Médio, com bolsa mensal e bônus por aprovação no ano letivo.
Volta por Cima: programa que destinou R$ 37,5 milhões em auxílio às vítimas de desastres meteorológicos.
Iniciativas habitacionais: regularização de 830 moradias, legalização de 3.200 lotes em assentamentos, e distribuição de 1.100 lotes para reassentamentos.
Porta de Entrada: subsídio de R$ 20 mil para entrada na aquisição da casa própria, beneficiando famílias com renda de até cinco salários-mínimos.
Para o governador Eduardo Leite, os avanços foram possíveis graças às reformas e ao ajuste fiscal realizados. Segundo ele, “hoje, muitas das iniciativas que implementamos servem de modelo para todo o Brasil”.
Com essa conquista, o Rio Grande do Sul reforça seu compromisso com a redução da desigualdade social, consolidando-se como referência em políticas públicas voltadas ao bem-estar da população.
