Projeto que institui o Dia da Policial Militar Feminino é aprovado por unanimidade


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: Marcelo Bertani/ALRS 27/06/2018

O plenário da Assembleia Legislativa aprovou nesta terça-feira (26), por unanimidade, o Projeto de Lei 180/2015, que institui o Dia da Policial Militar no Rio Grande do Sul. Pela proposição, de autoria do deputado estadual Gilmar Sossella (PDT), a data será comemorada anualmente em 18 de junho.
“Recebemos a sugestão do nosso ex-assessor, major Jair Müller, como uma forma de homenagear a policial Olmira Leal de Oliveira, a Cabo Toco, que foi a primeira mulher gaúcha a entrar para a Brigada Militar. E, por meio dela, queremos estender o reconhecimento e destacar o trabalho, a bravura e a dedicação de todas as mulheres que são policiais militares”, ressaltou Sossella.
A Cabo Toco nasceu em Caçapava do Sul, em 18 de junho de 1902. Foi recrutada aos 21 anos para servir como enfermeira durante o movimento armado de 1923, quando Borges de Medeiros lutava pela legitimidade de sua reeleição ao governo do Estado. Ela lutou ainda, nos movimentos revolucionários seguintes (1924 e 1926).
Olmira ficou conhecida como Cabo Toco graças à sua participação nas tropas da Brigada Militar durante a Revolução Federalista, enfrentando ninguém menos que o general Zeca Neto. Na década de 20, integrou as fileiras da Brigada Militar como combatente e enfermeira do 1º Regimento de Cavalaria, hoje 1º Regimento de Polícia Montada, sediado em Santa Maria.
Participou ainda dos movimentos revolucionários de 1923, 1924 e 1926. Incorporou em 1923 e só deixou a Brigada em 1932. Ela também é patrona da primeira turma de Policiais Militares Femininas do Estado.

HISTÓRIA – O ingresso das mulheres na Brigada Militar ocorreu em 1985, inicialmente, para atuar junto ao público feminino, idosos e crianças, assumindo, de imediato, o policiamento na rodoviária, aeroporto, escolas e atividades de trânsito.
As policiais eram empregadas, também, em shows e eventos esportivos, em apoio a outras unidades operacionais, trabalhando na revista. Mais tarde, passaram a atuar junto ao Centro de Operações Policiais Militares, estabelecimentos penais, tornando-se uma constante, também, em todo o interior do Estado.
Mas foi em 1993 que se registrou uma mudança significativa no rumo da história da Polícia Militar Feminina, quando as suas duas companhias foram incorporadas ao 1º e 9º Batalhões de Polícia Militar. A partir daí, homens e mulheres passaram a desempenhar as mesmas funções, indistintamente.

O plenário da Assembleia Legislativa aprovou nesta terça-feira (26), por unanimidade, o Projeto de Lei 180/2015, que institui o Dia da Policial Militar no Rio Grande do Sul. Pela proposição, de autoria do deputado estadual Gilmar Sossella (PDT), a data será comemorada anualmente em 18 de junho.
“Recebemos a sugestão do nosso ex-assessor, major Jair Müller, como uma forma de homenagear a policial Olmira Leal de Oliveira, a Cabo Toco, que foi a primeira mulher gaúcha a entrar para a Brigada Militar. E, por meio dela, queremos estender o reconhecimento e destacar o trabalho, a bravura e a dedicação de todas as mulheres que são policiais militares”, ressaltou Sossella.
A Cabo Toco nasceu em Caçapava do Sul, em 18 de junho de 1902. Foi recrutada aos 21 anos para servir como enfermeira durante o movimento armado de 1923, quando Borges de Medeiros lutava pela legitimidade de sua reeleição ao governo do Estado. Ela lutou ainda, nos movimentos revolucionários seguintes (1924 e 1926).
Olmira ficou conhecida como Cabo Toco graças à sua participação nas tropas da Brigada Militar durante a Revolução Federalista, enfrentando ninguém menos que o general Zeca Neto. Na década de 20, integrou as fileiras da Brigada Militar como combatente e enfermeira do 1º Regimento de Cavalaria, hoje 1º Regimento de Polícia Montada, sediado em Santa Maria.
Participou ainda dos movimentos revolucionários de 1923, 1924 e 1926. Incorporou em 1923 e só deixou a Brigada em 1932. Ela também é patrona da primeira turma de Policiais Militares Femininas do Estado.

HISTÓRIA – O ingresso das mulheres na Brigada Militar ocorreu em 1985, inicialmente, para atuar junto ao público feminino, idosos e crianças, assumindo, de imediato, o policiamento na rodoviária, aeroporto, escolas e atividades de trânsito.
As policiais eram empregadas, também, em shows e eventos esportivos, em apoio a outras unidades operacionais, trabalhando na revista. Mais tarde, passaram a atuar junto ao Centro de Operações Policiais Militares, estabelecimentos penais, tornando-se uma constante, também, em todo o interior do Estado.
Mas foi em 1993 que se registrou uma mudança significativa no rumo da história da Polícia Militar Feminina, quando as suas duas companhias foram incorporadas ao 1º e 9º Batalhões de Polícia Militar. A partir daí, homens e mulheres passaram a desempenhar as mesmas funções, indistintamente.

Fonte: Jornalismo - Folha do Nordeste

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