
Produtores de São João da Urtiga, na região Nordeste, estão buscando no cultivo da maçã uma alternativa de renda para a pequena propriedade. Mais de 65 produtores que cultivam a variedade Eva e técnicos participaram da Tarde de Campo, realizada na quinta-feira, 9, na propriedade do produtor Clécio Brezolin, localizada na comunidade de Santo Isidoro, com objetivo de divulgar a fruta. As orientações sobre manejo foram repassadas pelo assistente técnico estadual de fruticultura da Emater/RS-Ascar, Antônio Conte. No município são cultivados seis hectares de maçã da variedade Eva, sendo que três estão em produção. Os produtores estão colhendo a terceira safra, que deve se estender até o final de dezembro, com produtividade de 35 toneladas por hectare. Uma das principais característica desta cultivar é a baixa exigência de frio e precocidade, sendo possível o cultivo fora das tradicionais regiões como a Serra gaúcha. Conforme o técnico do Escritório Municipal da Emater/RS-Ascar de São João da Urtiga, Edgar João Copatti, os produtores estão animados com a excelente safra que estão colhendo. Esta é mais uma opção para os agricultores familiares obterem uma renda muito boa utilizando a mão-de-obra familiar e aproveitando os potenciais de mercado local, hoje abastecido por maçã de câmara fria, avalia Copatti.

Produtores de São João da Urtiga, na região Nordeste, estão buscando no cultivo da maçã uma alternativa de renda para a pequena propriedade. Mais de 65 produtores que cultivam a variedade Eva e técnicos participaram da Tarde de Campo, realizada na quinta-feira, 9, na propriedade do produtor Clécio Brezolin, localizada na comunidade de Santo Isidoro, com objetivo de divulgar a fruta. As orientações sobre manejo foram repassadas pelo assistente técnico estadual de fruticultura da Emater/RS-Ascar, Antônio Conte. No município são cultivados seis hectares de maçã da variedade Eva, sendo que três estão em produção. Os produtores estão colhendo a terceira safra, que deve se estender até o final de dezembro, com produtividade de 35 toneladas por hectare. Uma das principais característica desta cultivar é a baixa exigência de frio e precocidade, sendo possível o cultivo fora das tradicionais regiões como a Serra gaúcha. Conforme o técnico do Escritório Municipal da Emater/RS-Ascar de São João da Urtiga, Edgar João Copatti, os produtores estão animados com a excelente safra que estão colhendo. Esta é mais uma opção para os agricultores familiares obterem uma renda muito boa utilizando a mão-de-obra familiar e aproveitando os potenciais de mercado local, hoje abastecido por maçã de câmara fria, avalia Copatti.