Produção de vinho foi tema de palestra


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Marcos Nepomuceno 01/12/2010 Reunião envolveu municípios da região

No dia 25, o enólogo, Thompsson Benhur Didoné, da Emater/RS-Ascar palestrou sobre Produção de Vinho Colonial, no município de Muliterno. A palestra contou com a participação de 40 pessoas, entre produtores e técnicos dos municípios de Muliterno, São Domingos do Sul, Vanini, Caseiros, David Canabarro, Marau, Nova Alvorada, Vila Maria e Casca. O evento foi realizado na Casa da Terceira Idade e contou com a participação do gerente regional da Emater/RS-Ascar, Oriberto Adami. De acordo com o chefe do escritório municipal de Muliterno, Luiz Fernando de Oliveira, a palestra teve o objetivo de melhorar a fabricação de vinhos coloniais, com foco na qualidade, visto que o município tem 115 produtores e 93 hectares de videiras. “Como a maioria das propriedades, tem um pequeno parreiral e os produtores fazem vinho para o consumo próprio, estamos buscando a qualificação”, explicou. Oliveira salienta que há um grande número de produtores de grãos e outras atividades que compram a uva e fabricam vinho para consumo próprio, o que justifica também o interesse pelo assunto.

No dia 25, o enólogo, Thompsson Benhur Didoné, da Emater/RS-Ascar palestrou sobre Produção de Vinho Colonial, no município de Muliterno. A palestra contou com a participação de 40 pessoas, entre produtores e técnicos dos municípios de Muliterno, São Domingos do Sul, Vanini, Caseiros, David Canabarro, Marau, Nova Alvorada, Vila Maria e Casca. O evento foi realizado na Casa da Terceira Idade e contou com a participação do gerente regional da Emater/RS-Ascar, Oriberto Adami. De acordo com o chefe do escritório municipal de Muliterno, Luiz Fernando de Oliveira, a palestra teve o objetivo de melhorar a fabricação de vinhos coloniais, com foco na qualidade, visto que o município tem 115 produtores e 93 hectares de videiras. “Como a maioria das propriedades, tem um pequeno parreiral e os produtores fazem vinho para o consumo próprio, estamos buscando a qualificação”, explicou. Oliveira salienta que há um grande número de produtores de grãos e outras atividades que compram a uva e fabricam vinho para consumo próprio, o que justifica também o interesse pelo assunto.

Fonte: Jornalismo - Folha do Nordeste

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