Presidente do Legislativo fala sobre BR 470 e possíveis preocupações


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17/03/2012

Em entrevista concedida aos microfones da Rádio Cacique AM, ao repórter Flávio Alberto Webber, o presidente do Legislativo lagoense, Rosalino Etevaldo Vieira, fala da chegada da BR 470 em Lagoa Vermelha e uma série de preocupações que ela vem gerando. Como exemplo, cita o bairro São Jorge, onde as casas estão muito próximas ao leito da BR, fato que se verifica em frente ao Cemitério Municipal, onde um dos acessos foi interrompido e o muro corre o risco de cair. A segurança dos moradores da rua Buarque de Macedo, no entroncamento da BR 470 com a BR 285, é outra preocupação. O impacto dessa mudança no trânsito do perímetro urbano vem gerando manifestações de moradores, protestos e muitos questionamentos. Segundo Rosalino, audiências públicas promovidas pela Comissão Pró BR 470 já foram realizadas. "Nem o DNIT, nem a Construtora repassam dados ou informações sobre essas questões, o que motivou a Câmara a solicitar intervenção do Ministério Público para buscar essas respostas", afirma. A Câmara aguarda uma manifestação oficial até está quarta-feira, dia 14. Não se descarta uma ação do Ministério Público que poderá paralisar as obras. A população quer mais segurança, passarelas e um viaduto no trevo que liga as duas rodovias. Texto e foto: Thalita Ravizoni

Em entrevista concedida aos microfones da Rádio Cacique AM, ao repórter Flávio Alberto Webber, o presidente do Legislativo lagoense, Rosalino Etevaldo Vieira, fala da chegada da BR 470 em Lagoa Vermelha e uma série de preocupações que ela vem gerando. Como exemplo, cita o bairro São Jorge, onde as casas estão muito próximas ao leito da BR, fato que se verifica em frente ao Cemitério Municipal, onde um dos acessos foi interrompido e o muro corre o risco de cair. A segurança dos moradores da rua Buarque de Macedo, no entroncamento da BR 470 com a BR 285, é outra preocupação. O impacto dessa mudança no trânsito do perímetro urbano vem gerando manifestações de moradores, protestos e muitos questionamentos. Segundo Rosalino, audiências públicas promovidas pela Comissão Pró BR 470 já foram realizadas. "Nem o DNIT, nem a Construtora repassam dados ou informações sobre essas questões, o que motivou a Câmara a solicitar intervenção do Ministério Público para buscar essas respostas", afirma. A Câmara aguarda uma manifestação oficial até está quarta-feira, dia 14. Não se descarta uma ação do Ministério Público que poderá paralisar as obras. A população quer mais segurança, passarelas e um viaduto no trevo que liga as duas rodovias. Texto e foto: Thalita Ravizoni

Fonte: Jornalismo - Folha do Nordeste

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