
Enquanto vidas se perdem na travessia urbana da BR 285, em Lagoa Vermelha, um projeto executivo de engenharia aguarda análise técnica do Departamento Nacional de Infraestrutura. O documento com mais de 600 páginas foi elaborado em maio de 2011 pela empresa Enecon S/A, com sede no Rio de Janeiro, contratada pelo município para elaborar o estudo de duplicação do trecho de 5,7 quilômetros compreendido entre o acesso ao distrito Industrial até a rua Demétrio Dias de Moraes, trevo do bairro Suzana, local já denominado por motoristas e pedestres como trevo da morte. Em recente audiência no ministério dos Transportes, o prefeito Getulio Cerioli (PDT) e o deputado Ronaldo Santini (PTB) pediram agilidade do DNIT sobre o assunto. Na ocasião, Cerioli e Santini sugeriram que o ministro César Borges (PR) determine o repasse da análise à superintendência do órgão no Rio Grande do Sul, pois o argumento do governo sobre a demora está na defasagem de pessoal técnico em Brasília. Desde o dia 26 de junho não houve evolução no processo. Na manhã desta segunda-feira (15) o prefeito de Lagoa Vermelha anunciou que vai à Brasília ainda nesta semana. A meta é sensibilizar as autoridades para que liberem a planta de duplicação da BR 285 e iniciadas as obras que podem evitar novas mortes na travessia urbana da rodovia. Orçado em mais de R$24 milhões o projeto das vias paralelas prevê a execução de diversas obras e melhorias entre os quilômetros 194,3 e 200. Além de novas pistas para o trânsito lateral, o estudo determina a instalação de uma rótula central fechada semelhante ao trevo no entroncamento com a BR 470 implantação de sinalização vertical e horizontal e balizadores.

Enquanto vidas se perdem na travessia urbana da BR 285, em Lagoa Vermelha, um projeto executivo de engenharia aguarda análise técnica do Departamento Nacional de Infraestrutura. O documento com mais de 600 páginas foi elaborado em maio de 2011 pela empresa Enecon S/A, com sede no Rio de Janeiro, contratada pelo município para elaborar o estudo de duplicação do trecho de 5,7 quilômetros compreendido entre o acesso ao distrito Industrial até a rua Demétrio Dias de Moraes, trevo do bairro Suzana, local já denominado por motoristas e pedestres como trevo da morte. Em recente audiência no ministério dos Transportes, o prefeito Getulio Cerioli (PDT) e o deputado Ronaldo Santini (PTB) pediram agilidade do DNIT sobre o assunto. Na ocasião, Cerioli e Santini sugeriram que o ministro César Borges (PR) determine o repasse da análise à superintendência do órgão no Rio Grande do Sul, pois o argumento do governo sobre a demora está na defasagem de pessoal técnico em Brasília. Desde o dia 26 de junho não houve evolução no processo. Na manhã desta segunda-feira (15) o prefeito de Lagoa Vermelha anunciou que vai à Brasília ainda nesta semana. A meta é sensibilizar as autoridades para que liberem a planta de duplicação da BR 285 e iniciadas as obras que podem evitar novas mortes na travessia urbana da rodovia. Orçado em mais de R$24 milhões o projeto das vias paralelas prevê a execução de diversas obras e melhorias entre os quilômetros 194,3 e 200. Além de novas pistas para o trânsito lateral, o estudo determina a instalação de uma rótula central fechada semelhante ao trevo no entroncamento com a BR 470 implantação de sinalização vertical e horizontal e balizadores.