
A Polícia Civil de Tapejara informou que, até o momento, não foram identificados indícios de morte violenta no caso de Cleidilandia Paiva da Silva, de 37 anos, encontrada morta na manhã de sábado, 17 de outubro, na residência onde morava com o companheiro, no bairro Treze de Maio.
O corpo foi localizado por volta das 10h. Inicialmente, a ocorrência levantou suspeitas de feminicídio devido à presença de uma faca e de sinais de sangue no local. Entretanto, os primeiros resultados da perícia não apontaram sinais de violência no corpo da vítima.
PERÍCIA NÃO IDENTIFICOU SINAIS DE AGRESSÃO
Conforme a delegada titular da Delegacia de Polícia Civil de Tapejara, Taís Neetzow, o laudo preliminar da necropsia indicou a possibilidade de morte natural.
A autoridade policial esclareceu que a causa exata do óbito ainda depende dos resultados de exames laboratoriais complementares.
Entre as hipóteses consideradas está uma possível superdosagem de medicamentos, circunstância que ainda necessita de confirmação técnica.
“Agressão não houve”, afirmou a delegada, ao comentar os resultados preliminares da investigação.
Apesar dessa avaliação inicial, a Polícia Civil aguarda a conclusão dos exames para esclarecer definitivamente as circunstâncias da morte.
COMPANHEIRO ENCONTROU A VÍTIMA E ACIONOU SOCORRO
Cleidilandia foi encontrada pelo companheiro, de 52 anos, que acionou o Corpo de Bombeiros Voluntários. Quando o atendimento foi solicitado, a mulher já estava sem vida.
O homem foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Passo Fundo, onde prestou depoimento e foi liberado em seguida.
A Brigada Militar também compareceu à residência para atender à ocorrência e acompanhar os procedimentos iniciais.
VÍTIMA ERA NATURAL DO PIAUÍ
Cleidilandia Paiva da Silva era natural de Teresina, no Piauí, e residia em Tapejara com o companheiro, natural de Cascavel, no Paraná.
A investigação permanece condicionada aos resultados dos exames laboratoriais, que deverão auxiliar na identificação da causa da morte.
Até o momento, conforme as informações divulgadas pela Polícia Civil, não foram constatados elementos periciais que sustentem a hipótese inicial de agressão ou feminicídio.


A Polícia Civil de Tapejara informou que, até o momento, não foram identificados indícios de morte violenta no caso de Cleidilandia Paiva da Silva, de 37 anos, encontrada morta na manhã de sábado, 17 de outubro, na residência onde morava com o companheiro, no bairro Treze de Maio.
O corpo foi localizado por volta das 10h. Inicialmente, a ocorrência levantou suspeitas de feminicídio devido à presença de uma faca e de sinais de sangue no local. Entretanto, os primeiros resultados da perícia não apontaram sinais de violência no corpo da vítima.
PERÍCIA NÃO IDENTIFICOU SINAIS DE AGRESSÃO
Conforme a delegada titular da Delegacia de Polícia Civil de Tapejara, Taís Neetzow, o laudo preliminar da necropsia indicou a possibilidade de morte natural.
A autoridade policial esclareceu que a causa exata do óbito ainda depende dos resultados de exames laboratoriais complementares.
Entre as hipóteses consideradas está uma possível superdosagem de medicamentos, circunstância que ainda necessita de confirmação técnica.
“Agressão não houve”, afirmou a delegada, ao comentar os resultados preliminares da investigação.
Apesar dessa avaliação inicial, a Polícia Civil aguarda a conclusão dos exames para esclarecer definitivamente as circunstâncias da morte.
COMPANHEIRO ENCONTROU A VÍTIMA E ACIONOU SOCORRO
Cleidilandia foi encontrada pelo companheiro, de 52 anos, que acionou o Corpo de Bombeiros Voluntários. Quando o atendimento foi solicitado, a mulher já estava sem vida.
O homem foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Passo Fundo, onde prestou depoimento e foi liberado em seguida.
A Brigada Militar também compareceu à residência para atender à ocorrência e acompanhar os procedimentos iniciais.
VÍTIMA ERA NATURAL DO PIAUÍ
Cleidilandia Paiva da Silva era natural de Teresina, no Piauí, e residia em Tapejara com o companheiro, natural de Cascavel, no Paraná.
A investigação permanece condicionada aos resultados dos exames laboratoriais, que deverão auxiliar na identificação da causa da morte.
Até o momento, conforme as informações divulgadas pela Polícia Civil, não foram constatados elementos periciais que sustentem a hipótese inicial de agressão ou feminicídio.
