Pavilhão dos Pequenos Animais da Expointer desperta atenção do público


Compartilhe:


Marcos Nepomuceno 19/08/2023

Quando se pensa em Expointer logo se imagina os animais de grande porte, como cavalos, bovinos de leite e corte e ovelhas. Mas há um pavilhão na feira que é diferente: o de pequenos animais. Nele estão os bichos de menor porte, caso dos coelhos e chinchilas, por exemplo.

De acordo com o presidente da Federação das Associações Riograndense de Criadores de Coelhos (Farco), Sílvio Ouriques, esses animais foram mudando de função ao longo do tempo e, hoje, parte da criação é direcionada para o mundo dos pets – ou seja, dos bichos de estimação. “Qualquer uma das raças de coelhos serve como pet para se ter em apartamento, pois são facilmente adestráveis, quietos e amigáveis, iguais a gatos e cachorros quando adotados pela família”, afirma.

Na Expointer deste ano vão ser 233 coelhos de 25 raças e nove expositores. Ouriques explica que a menor raça é a Netherland, originária da Holanda e com peso em torno de 1kg; a maior é o Gigante de Flanders, originária da Bélgica, cuja média é de 6,5 a 7kg, podendo chegar a 10kg.

Os coelhos vão entrar no Parque de Exposições Assis Brasil entre 22 e 24 de agosto. Os julgamentos ocorrem no dia 25, uma sexta-feira. “Depois da inspeção veterinária, os animais vão passar por duas zootecnistas que avaliarão a morfologia para entrar em julgamento. A seguir, três jurados vão fazer a avaliação das cinco categorias”, explica o presidente da Farco. As cinco categorias são mini, gigante, carne, pele e fantasia.

Ouriques cria coelhos e chinchilas na Cabanha Alemax, em Águas Claras, Viamão. Ele vai levar para a feira 29 coelhos das raças Hermelin, Netherland, Mini Lop, Nova Zelândia Branco e Nova Zelândia Vermelho, além das chinchilas. 

Os valores comercializados variam conforme a raça. Os filhotes Gigantes e Netherland custam em torno de R$ 300; os de outras raças, cerca de R$ 200. Nos adultos Gigantes e Netherland, o valor fica em torno de R$ 400; em outras raças, na faixa de R$300. “Mas cada expositor define o preço a partir de uma tabela com os preços mínimos”, conta Ouriques.

Foto: Divulgação Farco

Quando se pensa em Expointer logo se imagina os animais de grande porte, como cavalos, bovinos de leite e corte e ovelhas. Mas há um pavilhão na feira que é diferente: o de pequenos animais. Nele estão os bichos de menor porte, caso dos coelhos e chinchilas, por exemplo.

De acordo com o presidente da Federação das Associações Riograndense de Criadores de Coelhos (Farco), Sílvio Ouriques, esses animais foram mudando de função ao longo do tempo e, hoje, parte da criação é direcionada para o mundo dos pets – ou seja, dos bichos de estimação. “Qualquer uma das raças de coelhos serve como pet para se ter em apartamento, pois são facilmente adestráveis, quietos e amigáveis, iguais a gatos e cachorros quando adotados pela família”, afirma.

Na Expointer deste ano vão ser 233 coelhos de 25 raças e nove expositores. Ouriques explica que a menor raça é a Netherland, originária da Holanda e com peso em torno de 1kg; a maior é o Gigante de Flanders, originária da Bélgica, cuja média é de 6,5 a 7kg, podendo chegar a 10kg.

Os coelhos vão entrar no Parque de Exposições Assis Brasil entre 22 e 24 de agosto. Os julgamentos ocorrem no dia 25, uma sexta-feira. “Depois da inspeção veterinária, os animais vão passar por duas zootecnistas que avaliarão a morfologia para entrar em julgamento. A seguir, três jurados vão fazer a avaliação das cinco categorias”, explica o presidente da Farco. As cinco categorias são mini, gigante, carne, pele e fantasia.

Ouriques cria coelhos e chinchilas na Cabanha Alemax, em Águas Claras, Viamão. Ele vai levar para a feira 29 coelhos das raças Hermelin, Netherland, Mini Lop, Nova Zelândia Branco e Nova Zelândia Vermelho, além das chinchilas. 

Os valores comercializados variam conforme a raça. Os filhotes Gigantes e Netherland custam em torno de R$ 300; os de outras raças, cerca de R$ 200. Nos adultos Gigantes e Netherland, o valor fica em torno de R$ 400; em outras raças, na faixa de R$300. “Mas cada expositor define o preço a partir de uma tabela com os preços mínimos”, conta Ouriques.

Foto: Divulgação Farco

Fonte: Jornalismo - Folha do Nordeste

Mais publicações