
O atual assessor de Imprensa da Prefeitura de Lagoa Vermelha e ex-assessor direto do Prefeito Gustavo Bonotto, Paulo Mantovani se manifestou em entrevista ao repórter Ademar Fagundes, da FOLHA DO NORDESTE, sobre a polêmica envolvendo uma ligação gravada de uma servidora da Secretaria Municipal de Saúde.
Oposição no Legislativo cobrou sobre um áudio em que uma funcionária da secretaria municipal da Saúde, ao atender uma ligação de uma pessoa supostamente interessada em uma consulta social em Passo Fundo, depois de algumas explicações sobre o procedimento que deveria ser adotado, recebeu como resposta que esses encaminhamentos não estariam sendo feitos devido aos vereadores da oposição.
Paulo Mantovani iniciou realizando um histórico sobre os encaminhamentos particulares para consultas sociais.
“Existia um TAC (Termo de Ajuste de Conduta) de 2012, para que a prática (encaminhamentos sociais) não fosse mais executada pela administração municipal. Mas todas as evidências, desde que estamos na administração pública, levam a acreditar que o TAC não foi respeitado. Quando assumimos o governo municipal, em janeiro de 2017, as pessoas vinham e diziam: “Olha até dezembro estavam carimbando para nós. Por que não carimbar? ”
Prosseguiu Paulo Mantovani, explicando que a prática foi abolida do dia a dia da secretaria de Saúde “Posterior a isso, houve uma denúncia vindo da base de oposição ao Ministério Público. Prefeito Gustavo Bonotto e o secretário Morona foram chamados pelo Ministério Público que sugeriu não ser interessante e que não é legal isso. Foi pedido que essa prática fosse abolida. Não é legal que o município faça encaminhamento para particularidades. Para as consultas sociais dos pacientes da rede básica que consultam no ambulatório e que não querem esperar a regulação do SUS, e se dispõem a pagar sua parte, há o carimbo. Foi o que a funcionária explicou no áudio. Para isso não teria problemas. Para as consultas particulares, por determinação do Ministério Público, essa prática foi abolida”.
Ao final da entrevista, Mantovani acabou desabafando quanto à postura dos vereadores que compõe a banca de oposição ao Governo Bonotto, definindo às práticas como “de uma política de varejo”.
“Não foi uma denúncia da base de oposição? Foi. Não foi uma orientação do Ministério Público? Foi. Então, onde está o escândalo? Denúncia para mim é o que aconteceu em 2012 com o aumento de exames em período eleitoral e que agora o judiciário está tomando as medidas necessárias. Ao que parece, estamos diante de uma iminente condenação. O objetivo disso foi desviar o foco. A bancada da oposição nos mede pela régua deles. Isso não é de agora. Práticas que eles usavam e que agora tentam nos acusar. É o caso das 13 denúncias encaminhadas ao Ministério Público e que foram arquivadas. A oposição de Lagoa Vermelha não fez oposição ao governo. Faz oposição a cidade. São notas musicais que desafinam na fala dos nossos vereadores. Muitas vezes, a gente perde o respeito, perde a admiração de posturas que não são da boa política. São posturas de uma política de varejo”.

O atual assessor de Imprensa da Prefeitura de Lagoa Vermelha e ex-assessor direto do Prefeito Gustavo Bonotto, Paulo Mantovani se manifestou em entrevista ao repórter Ademar Fagundes, da FOLHA DO NORDESTE, sobre a polêmica envolvendo uma ligação gravada de uma servidora da Secretaria Municipal de Saúde.
Oposição no Legislativo cobrou sobre um áudio em que uma funcionária da secretaria municipal da Saúde, ao atender uma ligação de uma pessoa supostamente interessada em uma consulta social em Passo Fundo, depois de algumas explicações sobre o procedimento que deveria ser adotado, recebeu como resposta que esses encaminhamentos não estariam sendo feitos devido aos vereadores da oposição.
Paulo Mantovani iniciou realizando um histórico sobre os encaminhamentos particulares para consultas sociais.
“Existia um TAC (Termo de Ajuste de Conduta) de 2012, para que a prática (encaminhamentos sociais) não fosse mais executada pela administração municipal. Mas todas as evidências, desde que estamos na administração pública, levam a acreditar que o TAC não foi respeitado. Quando assumimos o governo municipal, em janeiro de 2017, as pessoas vinham e diziam: “Olha até dezembro estavam carimbando para nós. Por que não carimbar? ”
Prosseguiu Paulo Mantovani, explicando que a prática foi abolida do dia a dia da secretaria de Saúde “Posterior a isso, houve uma denúncia vindo da base de oposição ao Ministério Público. Prefeito Gustavo Bonotto e o secretário Morona foram chamados pelo Ministério Público que sugeriu não ser interessante e que não é legal isso. Foi pedido que essa prática fosse abolida. Não é legal que o município faça encaminhamento para particularidades. Para as consultas sociais dos pacientes da rede básica que consultam no ambulatório e que não querem esperar a regulação do SUS, e se dispõem a pagar sua parte, há o carimbo. Foi o que a funcionária explicou no áudio. Para isso não teria problemas. Para as consultas particulares, por determinação do Ministério Público, essa prática foi abolida”.
Ao final da entrevista, Mantovani acabou desabafando quanto à postura dos vereadores que compõe a banca de oposição ao Governo Bonotto, definindo às práticas como “de uma política de varejo”.
“Não foi uma denúncia da base de oposição? Foi. Não foi uma orientação do Ministério Público? Foi. Então, onde está o escândalo? Denúncia para mim é o que aconteceu em 2012 com o aumento de exames em período eleitoral e que agora o judiciário está tomando as medidas necessárias. Ao que parece, estamos diante de uma iminente condenação. O objetivo disso foi desviar o foco. A bancada da oposição nos mede pela régua deles. Isso não é de agora. Práticas que eles usavam e que agora tentam nos acusar. É o caso das 13 denúncias encaminhadas ao Ministério Público e que foram arquivadas. A oposição de Lagoa Vermelha não fez oposição ao governo. Faz oposição a cidade. São notas musicais que desafinam na fala dos nossos vereadores. Muitas vezes, a gente perde o respeito, perde a admiração de posturas que não são da boa política. São posturas de uma política de varejo”.