
O deputado estadual Guilherme Pasin (Progressistas) manifestou, na tribuna da Assembleia Legislativa, preocupação com o anúncio do fim do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (PERSE), criado em 2021. Segundo o parlamentar, a extinção do programa pode causar sérios prejuízos aos setores de turismo, gastronomia, hotelaria e eventos do Rio Grande do Sul.
Pasin destacou que o PERSE foi fundamental para a recuperação do setor após a pandemia e voltou a ser essencial em 2024, diante das catástrofes climáticas. Ele lembrou que, com articulação no Congresso e em parlamentos estaduais, foi possível garantir sua prorrogação, mesmo diante da intenção inicial do governo federal de encerrá-lo.
“O PERSE ainda não cumpriu totalmente seu papel. Se o limite financeiro de R$ 15 bilhões foi atingido antes do prazo, é porque o setor realmente precisa”, afirmou. Para Pasin, o fim do programa representará aumento da carga fiscal, dificuldades no acesso a crédito e possível fechamento de empresas. “Sem apoio, não há como garantir a retomada econômica”, concluiu.


O deputado estadual Guilherme Pasin (Progressistas) manifestou, na tribuna da Assembleia Legislativa, preocupação com o anúncio do fim do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (PERSE), criado em 2021. Segundo o parlamentar, a extinção do programa pode causar sérios prejuízos aos setores de turismo, gastronomia, hotelaria e eventos do Rio Grande do Sul.
Pasin destacou que o PERSE foi fundamental para a recuperação do setor após a pandemia e voltou a ser essencial em 2024, diante das catástrofes climáticas. Ele lembrou que, com articulação no Congresso e em parlamentos estaduais, foi possível garantir sua prorrogação, mesmo diante da intenção inicial do governo federal de encerrá-lo.
“O PERSE ainda não cumpriu totalmente seu papel. Se o limite financeiro de R$ 15 bilhões foi atingido antes do prazo, é porque o setor realmente precisa”, afirmou. Para Pasin, o fim do programa representará aumento da carga fiscal, dificuldades no acesso a crédito e possível fechamento de empresas. “Sem apoio, não há como garantir a retomada econômica”, concluiu.
