
Serão julgados na próxima quinta-feira, 28, pelo Tribunal Regional Eleitoral, recursos do Ministério Público Eleitoral e da coligação União Popular Trabalhista, contra a decisão da Justiça Eleitoral de Lagoa Vermelha que absolveu o vereador Adriano Carvalho Dolzan (PSDB) das acusações de captação ilícita de voto, mediante o fornecimento de sacolões com produtos alimentícios por um mercado da cidade. Conforme parecer do MPE uma senha era afixada com clipe em santinhos do candidato. Quem apresentasse a referida senha recebia o sacolão. O parecer do Ministério Público Eleitoral Regional é pela procedência parcial dos recursos. O MP pede a cassação do diploma ou do registro, anulação dos votos dados ao vereador Dolzan e novo cálculo para a fixação do quociente eleitoral para o preenchimento das nove vagas do Poder Legislativo de Lagoa Vermelha. Julgamento gera expectativa no meio político de Lagoa Vermelha por que, se o parecer do Ministério Público for acolhido pelo Tribunal Regional Eleitoral, vereador Dolzan perderá o mandato, podendo a coligação perder uma cadeira no legislativo já que os votos dados ao parlamentar seriam anulados e não computados para a legenda.

Serão julgados na próxima quinta-feira, 28, pelo Tribunal Regional Eleitoral, recursos do Ministério Público Eleitoral e da coligação União Popular Trabalhista, contra a decisão da Justiça Eleitoral de Lagoa Vermelha que absolveu o vereador Adriano Carvalho Dolzan (PSDB) das acusações de captação ilícita de voto, mediante o fornecimento de sacolões com produtos alimentícios por um mercado da cidade. Conforme parecer do MPE uma senha era afixada com clipe em santinhos do candidato. Quem apresentasse a referida senha recebia o sacolão. O parecer do Ministério Público Eleitoral Regional é pela procedência parcial dos recursos. O MP pede a cassação do diploma ou do registro, anulação dos votos dados ao vereador Dolzan e novo cálculo para a fixação do quociente eleitoral para o preenchimento das nove vagas do Poder Legislativo de Lagoa Vermelha. Julgamento gera expectativa no meio político de Lagoa Vermelha por que, se o parecer do Ministério Público for acolhido pelo Tribunal Regional Eleitoral, vereador Dolzan perderá o mandato, podendo a coligação perder uma cadeira no legislativo já que os votos dados ao parlamentar seriam anulados e não computados para a legenda.