Para Sossella, Ronaldinho Gaúcho é persona non grata


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10/01/2011 Polêmica com atleta

Em função da “novela” promovida por Ronaldinho Gaúcho e seus representantes, iniciada no final de 2010 com a possível transferência do jogador para o Grêmio, o deputado Gilmar Sossella (PDT) vai propor aos demais titulares da Assembleia Legislativa do Estado que Ronaldinho Gaúcho seja declarado persona non grata no Rio Grande do Sul. A moção deve ser protocolada na segunda-feira, dia 10. Na avaliação do parlamentar, esta é a segunda vez que o jogador trai o Clube. A primeira ocorreu em 2001. Na época, o contrato do jogador com o time se encerraria em fevereiro e, apesar das inúmeras propostas recebidas pelo Grêmio para vender Ronaldinho, era interesse do Clube manter o jogador. Mas, às escondidas, Ronaldinho Gaúcho assinou um pré-contrato e transferiu-se para o Paris Saint-Germain, da França. O Grêmio, por sua vez, precisou lutar na justiça para receber uma pequena contrapartida pelo passe do jogador, que até então dizia querer permanecer no time gaúcho. O deputado Gilmar Sossella espera o apoio dos colegas parlamentares e também dos gremistas em sua proposição. “No Rio Grande do Sul, a palavra e o fio do bigode valem mais do que um contrato”, finaliza.

Em função da “novela” promovida por Ronaldinho Gaúcho e seus representantes, iniciada no final de 2010 com a possível transferência do jogador para o Grêmio, o deputado Gilmar Sossella (PDT) vai propor aos demais titulares da Assembleia Legislativa do Estado que Ronaldinho Gaúcho seja declarado persona non grata no Rio Grande do Sul. A moção deve ser protocolada na segunda-feira, dia 10. Na avaliação do parlamentar, esta é a segunda vez que o jogador trai o Clube. A primeira ocorreu em 2001. Na época, o contrato do jogador com o time se encerraria em fevereiro e, apesar das inúmeras propostas recebidas pelo Grêmio para vender Ronaldinho, era interesse do Clube manter o jogador. Mas, às escondidas, Ronaldinho Gaúcho assinou um pré-contrato e transferiu-se para o Paris Saint-Germain, da França. O Grêmio, por sua vez, precisou lutar na justiça para receber uma pequena contrapartida pelo passe do jogador, que até então dizia querer permanecer no time gaúcho. O deputado Gilmar Sossella espera o apoio dos colegas parlamentares e também dos gremistas em sua proposição. “No Rio Grande do Sul, a palavra e o fio do bigode valem mais do que um contrato”, finaliza.

Fonte: Jornalismo - Folha do Nordeste

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