
A abertura do IV Seminário Nacional de Inclusão Digital foi realizada na segunda-feira, 18 de abril, no auditório do Instituto de Ciências Exatas e Geociências da Universidade de Passo Fundo (Iceg/UPF). Oficinas, relatos de experiências, mesas-redondas, apresentações de trabalhos e conferências fazem parte da programação do Seminário, que segue até quarta-feira, 20 de abril. Nesta edição, o tema é A liberdade digital de aprender! e o evento é organizado pelo Grupo de Estudo e Pesquisa em Inclusão Digital (Gepid). Um dos principais assuntos mencionados durante os discursos na abertura do evento foi a mudança no papel das instituições de ensino frente às tecnologias digitais, que vêm transformando os processos educativos formais. Mais do que fonte de informações, a educação deve assumir o papel de potencializadora de capacidades cognitivas como a valoração da informação, o pensamento criativo e a resolução de problemas. O mundo contemporâneo não precisa de instituições repassadoras de informação. Temos pela primeira vez, os meios disponíveis para que as pessoas possam aprender de forma independente. O papel das instituições de ensino, em especial a universidade, está na construção de ferramentas para que as pessoas possam construir seu conhecimento, ajudando a formar cidadãos que consigam dar conta dessas informações num mundo altamente conectado, revelou Teixeira. A temática do evento A liberdade digital de aprender é considerada um grande desafio na educação. De que liberdade estamos falando? Todos têm acesso e liberdade de aprender? Que elementos precisamos para aprender melhor e usufruirmos com mais intensidade aquilo que o mundo digital nos oferece, e em que medida podemos ser mediadores qualificados dessa relação?, pontuou a vice-reitora de Extensão e Assuntos Comunitários da UPF, Bernadete Maria Dalmolin, salientando que o tema do Seminário é um grande desafio. Precisamos repensar, nos qualificar, aprofundar, aprender, sobretudo, com esses jovens, complementou a vice-reitora. O presidente da Companhia de Processamento de Dados do Estado do Rio Grande do Sul (Procergs) Antonio Ramos Gomes representou o governador do RS, José Ivo Sartori, na cerimônia de abertura do Senid, e destacou a importância da receptividade às novas tecnologias. O cidadão não quer mais ir a balcão para ser atendido. Ele quer conversar com o governo por meio do seu smartphone e nós temos que saber quem é esse cidadão. Quando falamos em mundo digital e em acesso à informação, o primeiro desafio é o da identidade. São conceitos que transformam a forma de trabalhar. O nosso desafio e das demais instituições é pensar diferente e fazer o que tem que ser feito sem medo de errar, assegurou Gomes. Também participaram da solenidade o diretor do Departamento de Logística e suprimentos da Secretaria Estadual da Educação, Ricardo Javiel Rezende, o coordenador da 7ª Coordenadoria Regional de Educação, Santos Olavo Misturini, a representante da Secretaria Municipal de Educação, Irani Roani, e o diretor do Iceg da UPF, Cristiano Cervi. Conferência abordou o tema do evento O professor da Universidade Federal da Bahia, Dr. Nelson de Luca Preto, ministrou a conferência A liberdade digital de aprender. De acordo com o palestrante, as três palavras presentes no tema liberdade, digital e aprender merecem ser fortalecidas na sociedade. Liberdade, por incrível que pareça, ainda é um tema que merece ser discutido, aprender é uma coisa que fizemos a vida inteira e o digital é o que favorece tudo isso acontecer de forma mais intensa e está sendo atacado pelas grandes corporações. Acredito que as instituições de ensino, em especial nós professores e estudantes, têm que atuar de forma ativista, no intuito de defender a internet da maneira que ela nasceu, ou seja, como um espaço livre da expressão e não como um espaço de censura e de controle, salientou o professor. Participantes do evento costumam multiplicar o conhecimento adquirido no Senid nas suas áreas de atuação. Já é o terceiro Senid que participo, por meio do Núcleo de Tecnologia Educacional da 26ª Coordenadoria Regional de Educação. Trabalhamos com práticas utilizando a tecnologia na sala de aula. Somos multiplicadores das informações e levamos para as escolas muitas ideias adquiridas no Senid, declarou a professora Sirlei Pietrobelli, de Palmeira das Missões. O Senid O Seminário Nacional de Inclusão Digital (Senid) tem como propósito divulgar a produção científica e as experiências realizadas em âmbito nacional nas áreas de tecnologias e metodologias de inclusão digital. O evento é realizado pela UPF, organizado pelo Grupo de Estudo e Pesquisa em Inclusão Digital, em parceria com a Prefeitura de Passo Fundo. A programação completa pode ser conferida no site www.senid.upf.br. Confira a programação geral quarta-feira: Dia 20 de abril 9h às 12h: oficinas; relatos de experiências; mesa redonda: Os MOOCS interessam à Universidade? Da história para a sua produção e os seus desafios 14h às 17h50min: apresentação de trabalhos; Senid Junaj 16h: reunião V Senid

A abertura do IV Seminário Nacional de Inclusão Digital foi realizada na segunda-feira, 18 de abril, no auditório do Instituto de Ciências Exatas e Geociências da Universidade de Passo Fundo (Iceg/UPF). Oficinas, relatos de experiências, mesas-redondas, apresentações de trabalhos e conferências fazem parte da programação do Seminário, que segue até quarta-feira, 20 de abril. Nesta edição, o tema é A liberdade digital de aprender! e o evento é organizado pelo Grupo de Estudo e Pesquisa em Inclusão Digital (Gepid). Um dos principais assuntos mencionados durante os discursos na abertura do evento foi a mudança no papel das instituições de ensino frente às tecnologias digitais, que vêm transformando os processos educativos formais. Mais do que fonte de informações, a educação deve assumir o papel de potencializadora de capacidades cognitivas como a valoração da informação, o pensamento criativo e a resolução de problemas. O mundo contemporâneo não precisa de instituições repassadoras de informação. Temos pela primeira vez, os meios disponíveis para que as pessoas possam aprender de forma independente. O papel das instituições de ensino, em especial a universidade, está na construção de ferramentas para que as pessoas possam construir seu conhecimento, ajudando a formar cidadãos que consigam dar conta dessas informações num mundo altamente conectado, revelou Teixeira. A temática do evento A liberdade digital de aprender é considerada um grande desafio na educação. De que liberdade estamos falando? Todos têm acesso e liberdade de aprender? Que elementos precisamos para aprender melhor e usufruirmos com mais intensidade aquilo que o mundo digital nos oferece, e em que medida podemos ser mediadores qualificados dessa relação?, pontuou a vice-reitora de Extensão e Assuntos Comunitários da UPF, Bernadete Maria Dalmolin, salientando que o tema do Seminário é um grande desafio. Precisamos repensar, nos qualificar, aprofundar, aprender, sobretudo, com esses jovens, complementou a vice-reitora. O presidente da Companhia de Processamento de Dados do Estado do Rio Grande do Sul (Procergs) Antonio Ramos Gomes representou o governador do RS, José Ivo Sartori, na cerimônia de abertura do Senid, e destacou a importância da receptividade às novas tecnologias. O cidadão não quer mais ir a balcão para ser atendido. Ele quer conversar com o governo por meio do seu smartphone e nós temos que saber quem é esse cidadão. Quando falamos em mundo digital e em acesso à informação, o primeiro desafio é o da identidade. São conceitos que transformam a forma de trabalhar. O nosso desafio e das demais instituições é pensar diferente e fazer o que tem que ser feito sem medo de errar, assegurou Gomes. Também participaram da solenidade o diretor do Departamento de Logística e suprimentos da Secretaria Estadual da Educação, Ricardo Javiel Rezende, o coordenador da 7ª Coordenadoria Regional de Educação, Santos Olavo Misturini, a representante da Secretaria Municipal de Educação, Irani Roani, e o diretor do Iceg da UPF, Cristiano Cervi. Conferência abordou o tema do evento O professor da Universidade Federal da Bahia, Dr. Nelson de Luca Preto, ministrou a conferência A liberdade digital de aprender. De acordo com o palestrante, as três palavras presentes no tema liberdade, digital e aprender merecem ser fortalecidas na sociedade. Liberdade, por incrível que pareça, ainda é um tema que merece ser discutido, aprender é uma coisa que fizemos a vida inteira e o digital é o que favorece tudo isso acontecer de forma mais intensa e está sendo atacado pelas grandes corporações. Acredito que as instituições de ensino, em especial nós professores e estudantes, têm que atuar de forma ativista, no intuito de defender a internet da maneira que ela nasceu, ou seja, como um espaço livre da expressão e não como um espaço de censura e de controle, salientou o professor. Participantes do evento costumam multiplicar o conhecimento adquirido no Senid nas suas áreas de atuação. Já é o terceiro Senid que participo, por meio do Núcleo de Tecnologia Educacional da 26ª Coordenadoria Regional de Educação. Trabalhamos com práticas utilizando a tecnologia na sala de aula. Somos multiplicadores das informações e levamos para as escolas muitas ideias adquiridas no Senid, declarou a professora Sirlei Pietrobelli, de Palmeira das Missões. O Senid O Seminário Nacional de Inclusão Digital (Senid) tem como propósito divulgar a produção científica e as experiências realizadas em âmbito nacional nas áreas de tecnologias e metodologias de inclusão digital. O evento é realizado pela UPF, organizado pelo Grupo de Estudo e Pesquisa em Inclusão Digital, em parceria com a Prefeitura de Passo Fundo. A programação completa pode ser conferida no site www.senid.upf.br. Confira a programação geral quarta-feira: Dia 20 de abril 9h às 12h: oficinas; relatos de experiências; mesa redonda: Os MOOCS interessam à Universidade? Da história para a sua produção e os seus desafios 14h às 17h50min: apresentação de trabalhos; Senid Junaj 16h: reunião V Senid