
A senadora Ana Amélia afirmou nesta quarta-feira (4) que o pacote de medidas anunciado pelo governo para estimular a indústria é uma reforma apenas "na fachada do prédio" e que a estrutura continua nas mesmas condições precárias. Para a senadora, se a intenção era atender alguns setores, o governo conseguiu, mas o problema da competitividade da indústria não será resolvido com as medidas, que integram a segunda etapa do Plano Brasil Maior. A verdade é que o governo dá com uma mão e tira com a outra. É o cobertor curto que cobre cabeça deixando os pés de fora, pois a redução de impostos para setores da economia será compensada com mais cobrança de impostos criticou. Apesar de reconhecer o esforço da presidente Dilma Roussef, a senadora disse considerar que ações pontuais não são suficientes, já que os problemas estruturais do setor produtivo permanecem. As medidas anunciadas na terça-feira, segundo Ana Amélia, deixaram de fora a questão cambial e os gargalos de infraestrutura, como o custo da energia elétrica e as más condições das estradas. Somente as reformas tributária e trabalhista e uma reviravolta nos investimentos para a infraestrutura do país vão dar ao setor produtivo regras mais claras e constantes e garantir a competitividade dos produtos brasileiros nos mercados interno e externo. A indústria têxtil da serra gaúcha, exemplificou a senadora, com malharias em cidades como Farroupilha, Caxias e Gramado têm investido muito em design e qualidade, mas perde competitividade para produtos chineses que entram no mercado e colocam a indústria familiar da malha no Rio Grande do Sul em perigo.

A senadora Ana Amélia afirmou nesta quarta-feira (4) que o pacote de medidas anunciado pelo governo para estimular a indústria é uma reforma apenas "na fachada do prédio" e que a estrutura continua nas mesmas condições precárias. Para a senadora, se a intenção era atender alguns setores, o governo conseguiu, mas o problema da competitividade da indústria não será resolvido com as medidas, que integram a segunda etapa do Plano Brasil Maior. A verdade é que o governo dá com uma mão e tira com a outra. É o cobertor curto que cobre cabeça deixando os pés de fora, pois a redução de impostos para setores da economia será compensada com mais cobrança de impostos criticou. Apesar de reconhecer o esforço da presidente Dilma Roussef, a senadora disse considerar que ações pontuais não são suficientes, já que os problemas estruturais do setor produtivo permanecem. As medidas anunciadas na terça-feira, segundo Ana Amélia, deixaram de fora a questão cambial e os gargalos de infraestrutura, como o custo da energia elétrica e as más condições das estradas. Somente as reformas tributária e trabalhista e uma reviravolta nos investimentos para a infraestrutura do país vão dar ao setor produtivo regras mais claras e constantes e garantir a competitividade dos produtos brasileiros nos mercados interno e externo. A indústria têxtil da serra gaúcha, exemplificou a senadora, com malharias em cidades como Farroupilha, Caxias e Gramado têm investido muito em design e qualidade, mas perde competitividade para produtos chineses que entram no mercado e colocam a indústria familiar da malha no Rio Grande do Sul em perigo.