O direito à educação e o papel da sociedade civil e do estado


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31/05/2011 Debate realizado em Lagoa Vermelha

O direito à educação e o papel da sociedade civil e do estado. Este foi o tema debatido pelo Executivo municipal, Centro de Assessoria e Iniciativas Solidárias – CAIS, Associação de Professores Municipais e Conselho Municipal de Educação – CME no encontro de encerramento da II Semana Soletrando, ocorrido no sábado, 28. Aos debatedores foi proposto estabelecer uma relação entre o desenvolvimento do município e o nível de escolaridade, onde analisaram os investimentos na educação e as iniciativas implantadas no município, com o apoio do Poder Público, que busca reverter este quadro. Os últimos dados divulgados pelo censo são do ano 2.000 e apontavam que em Lagoa Vermelha, cerca de 2.850 pessoas não eram alfabetizadas. Nestes quase 11 anos, surgiu o Projeto Soletrando que posteriormente firmou convênio com o Ministério da Educação – MEC – através do Programa Brasil Alfabetizado. Desde 2009, a participação do governo municipal foi ampliada com a abertura de mais turmas da Educação de Jovens e Adultos – EJA - para possibilitar a continuidade aos estudos. Além de custear integralmente as turmas, o município também disponibiliza transporte aos alunos. Neste ano, o trabalho da EJA foi intensificado com o objetivo de identificar as pessoas que, por algum motivo, ainda não tiveram acesso à alfabetização e possibilitar que ingressem à sala de aula. “A verdadeira educação é aquela capaz de inserir pessoas em qualquer meio e que agregue valores à vida que não só o ter” Nestas palavras, o prefeito Getulio Cerioli falou do longo caminho percorrido pela educação para transformar a ideia do estudar para ter, no estudar para ser. “O objetivo de aprender era o ter; nos formarmos profissionais e termos posses. Isso é muito forte pelo tipo de sociedade em que fomos criados”, continua, “vai chegar um tempo em que o desenvolvimento e a educação vão ser voltados a inserção na comunidade pela troca de idéias, obter respeito na sociedade por aquilo que a pessoa conhece, sabe e pode fazer para ajudar os outros”. Para ele, pensar somente no ter gera problemas à sociedade, por isso a educação deve servir também para “que as pessoas sejam melhor compreendidas e vivam melhor”, analisou. As formas de se inserir pela alfabetização no mundo do trabalho também foi lembrada pelo prefeito Getulio que citou o exemplo das indústrias, onde para manusear máquinas é preciso saber ler para analisar e conhecer o funcionamento. Professores e gestores de escolas que acompanharam palestras durante toda semana, participaram, através de questionamentos, dos debates. Também foram debatedores, o secretário de Educação, Osmar Piardi; vice-presidente do CME, Salete de Lima; conselheiro e professor, Antonio Teixeira; vereador e professor, Ranyeri Bozza e presidente do CAIS, Juliana Carvalho. O evento é uma iniciativa do CAIS e do governo municipal, através da Secretaria de educação, Cultura e Desporto – SMECD, com o apoio do CME, da Associação de Professores Municipais, Cepers e Cooperlave.

O direito à educação e o papel da sociedade civil e do estado. Este foi o tema debatido pelo Executivo municipal, Centro de Assessoria e Iniciativas Solidárias – CAIS, Associação de Professores Municipais e Conselho Municipal de Educação – CME no encontro de encerramento da II Semana Soletrando, ocorrido no sábado, 28. Aos debatedores foi proposto estabelecer uma relação entre o desenvolvimento do município e o nível de escolaridade, onde analisaram os investimentos na educação e as iniciativas implantadas no município, com o apoio do Poder Público, que busca reverter este quadro. Os últimos dados divulgados pelo censo são do ano 2.000 e apontavam que em Lagoa Vermelha, cerca de 2.850 pessoas não eram alfabetizadas. Nestes quase 11 anos, surgiu o Projeto Soletrando que posteriormente firmou convênio com o Ministério da Educação – MEC – através do Programa Brasil Alfabetizado. Desde 2009, a participação do governo municipal foi ampliada com a abertura de mais turmas da Educação de Jovens e Adultos – EJA - para possibilitar a continuidade aos estudos. Além de custear integralmente as turmas, o município também disponibiliza transporte aos alunos. Neste ano, o trabalho da EJA foi intensificado com o objetivo de identificar as pessoas que, por algum motivo, ainda não tiveram acesso à alfabetização e possibilitar que ingressem à sala de aula. “A verdadeira educação é aquela capaz de inserir pessoas em qualquer meio e que agregue valores à vida que não só o ter” Nestas palavras, o prefeito Getulio Cerioli falou do longo caminho percorrido pela educação para transformar a ideia do estudar para ter, no estudar para ser. “O objetivo de aprender era o ter; nos formarmos profissionais e termos posses. Isso é muito forte pelo tipo de sociedade em que fomos criados”, continua, “vai chegar um tempo em que o desenvolvimento e a educação vão ser voltados a inserção na comunidade pela troca de idéias, obter respeito na sociedade por aquilo que a pessoa conhece, sabe e pode fazer para ajudar os outros”. Para ele, pensar somente no ter gera problemas à sociedade, por isso a educação deve servir também para “que as pessoas sejam melhor compreendidas e vivam melhor”, analisou. As formas de se inserir pela alfabetização no mundo do trabalho também foi lembrada pelo prefeito Getulio que citou o exemplo das indústrias, onde para manusear máquinas é preciso saber ler para analisar e conhecer o funcionamento. Professores e gestores de escolas que acompanharam palestras durante toda semana, participaram, através de questionamentos, dos debates. Também foram debatedores, o secretário de Educação, Osmar Piardi; vice-presidente do CME, Salete de Lima; conselheiro e professor, Antonio Teixeira; vereador e professor, Ranyeri Bozza e presidente do CAIS, Juliana Carvalho. O evento é uma iniciativa do CAIS e do governo municipal, através da Secretaria de educação, Cultura e Desporto – SMECD, com o apoio do CME, da Associação de Professores Municipais, Cepers e Cooperlave.

Fonte: Jornalismo - Folha do Nordeste

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