MST e MAB ocupam fazenda em Lagoa Vermelha


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Foto: Louise Löbler 14/03/2016

Na madrugada desta segunda-feira (14), Dia Internacional de Luta contra as Barragens, 500 integrantes do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) e Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ocuparam a fazenda Gazola, na região Nordeste do Rio Grande do Sul. A área tem 500 hectares e está localizada no município de Lagoa Vermelha – a dois quilômetros do Centro da cidade. Com a ocupação os militantes denunciam a grilagem da fazenda e reivindicam a sua desapropriação para reforma agrária. “É uma terra arrendada, e quem hoje lucra com ela não é o dono”, afirma o coordenador do MAB, Arnaldo Pollo. Os acampados no local são da própria região e a maioria é sem-terra expulsas pela construção de barragens – há sete somente no Nordeste gaúcho. “As barragens são grandes indústrias de sem terra: milhares de pessoas perderam suas áreas e, por consequência, seu trabalho, renda e dignidade. Agora estão na luta para tentar se reconstruir”, explica Trierveiler, acrescentando que, se a fazenda for desapropriada, o objetivo é acabar com o monocultivo da soja transgênica e investir na produção de alimentos saudáveis.

Na madrugada desta segunda-feira (14), Dia Internacional de Luta contra as Barragens, 500 integrantes do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) e Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ocuparam a fazenda Gazola, na região Nordeste do Rio Grande do Sul. A área tem 500 hectares e está localizada no município de Lagoa Vermelha – a dois quilômetros do Centro da cidade. Com a ocupação os militantes denunciam a grilagem da fazenda e reivindicam a sua desapropriação para reforma agrária. “É uma terra arrendada, e quem hoje lucra com ela não é o dono”, afirma o coordenador do MAB, Arnaldo Pollo. Os acampados no local são da própria região e a maioria é sem-terra expulsas pela construção de barragens – há sete somente no Nordeste gaúcho. “As barragens são grandes indústrias de sem terra: milhares de pessoas perderam suas áreas e, por consequência, seu trabalho, renda e dignidade. Agora estão na luta para tentar se reconstruir”, explica Trierveiler, acrescentando que, se a fazenda for desapropriada, o objetivo é acabar com o monocultivo da soja transgênica e investir na produção de alimentos saudáveis.

Fonte: Jornalismo - Folha do Nordeste

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