Movimento quer reduzir salários do prefeito e vereadores de Lagoa Vermelha


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15/12/2015

Movimento liderado pelo ex-vereador do PMDB, Fernando Ademir Muliterno, Tejo (foto) hoje sem partido, quer reduzir os vencimentos do prefeito, vice-prefeito, secretários e vereadores de Lagoa Vermelha. Segundo Tejo, já foram colhidas mais de mil assinaturas e o objetivo é chegar a três mil em abaixo-assinado que está percorrendo a cidade. A proposta é para realização de audiência pública, no início de 2016, para ouvir a população e debater sobre a possibilidade de redução dos vencimentos dos agentes políticos, tendo em vista o momento econômico que o Brasil está passando. Tejo reforça explanando que em debates e conversas informais mantidos com as pessoas “entendemos a necessidade, por motivo de economia, encaminhar sugestão sobre a fixação dos salários do prefeito, vice-prefeito, assessor jurídico e secretários para a gestão 2017/2020 e que estes sejam reduzidos em no mínimo 40% dos atuais salários”. A proposta é para que sejam reduzidos os subsídios do presidente da Câmara e vereadores, no mínimo em 50%, economizando assim uma quantia razoável aos cofres do município, acrescenta Tejo. Se acolhida a medida que está sendo proposta, Tejo diz que ao assunto deve ser levado ao conhecimento de toda comunidade, através da realização de audiência pública, amplamente divulgada. As assinaturas estão sendo colhidas e no início do ano devem ser encaminhadas aos Poderes Executivo e Legislativo. O vereador em Lagoa Vermelha, na Legislatura 2013/2016, iniciou com vencimentos de R$ 2.930,28, onde o presidente da Câmara recebe mais uma representação de R$ 800,00. Estes valores, a cada ano, sofrem reajuste, de acordo com os índices concedidos ao funcionalismo público. O prefeito municipal, nesta gestão, iniciou ganhando R$ 13.100,00 e o vice-prefeito, R$ 5.875,16, mas reajustes já foram concedidos de acordo com o aumento dos vencimentos dos funcionários municipais. Tejo reforça dizendo que mantendo os índices de redução dos salários de todos estes agentes políticos, em quatro anos, haverá uma economia de mais de R$ 2 milhões. Em 2016, segundo informa, Tejo confirma sua presença no pleito municipal, mesmo ainda não tendo definido seu partido político. “Concorro seja qual for os vencimentos”, esclarece.

Movimento liderado pelo ex-vereador do PMDB, Fernando Ademir Muliterno, Tejo (foto) hoje sem partido, quer reduzir os vencimentos do prefeito, vice-prefeito, secretários e vereadores de Lagoa Vermelha. Segundo Tejo, já foram colhidas mais de mil assinaturas e o objetivo é chegar a três mil em abaixo-assinado que está percorrendo a cidade. A proposta é para realização de audiência pública, no início de 2016, para ouvir a população e debater sobre a possibilidade de redução dos vencimentos dos agentes políticos, tendo em vista o momento econômico que o Brasil está passando. Tejo reforça explanando que em debates e conversas informais mantidos com as pessoas “entendemos a necessidade, por motivo de economia, encaminhar sugestão sobre a fixação dos salários do prefeito, vice-prefeito, assessor jurídico e secretários para a gestão 2017/2020 e que estes sejam reduzidos em no mínimo 40% dos atuais salários”. A proposta é para que sejam reduzidos os subsídios do presidente da Câmara e vereadores, no mínimo em 50%, economizando assim uma quantia razoável aos cofres do município, acrescenta Tejo. Se acolhida a medida que está sendo proposta, Tejo diz que ao assunto deve ser levado ao conhecimento de toda comunidade, através da realização de audiência pública, amplamente divulgada. As assinaturas estão sendo colhidas e no início do ano devem ser encaminhadas aos Poderes Executivo e Legislativo. O vereador em Lagoa Vermelha, na Legislatura 2013/2016, iniciou com vencimentos de R$ 2.930,28, onde o presidente da Câmara recebe mais uma representação de R$ 800,00. Estes valores, a cada ano, sofrem reajuste, de acordo com os índices concedidos ao funcionalismo público. O prefeito municipal, nesta gestão, iniciou ganhando R$ 13.100,00 e o vice-prefeito, R$ 5.875,16, mas reajustes já foram concedidos de acordo com o aumento dos vencimentos dos funcionários municipais. Tejo reforça dizendo que mantendo os índices de redução dos salários de todos estes agentes políticos, em quatro anos, haverá uma economia de mais de R$ 2 milhões. Em 2016, segundo informa, Tejo confirma sua presença no pleito municipal, mesmo ainda não tendo definido seu partido político. “Concorro seja qual for os vencimentos”, esclarece.

Fonte: Jornalismo - Folha do Nordeste

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