
Os altos valores cobrados pelo óleo diesel levaram inúmeros caminhoneiros a protestar em várias cidades do Rio Grande do Sul e também e outros Estado, sendo que, em alguns locais, as pistas foram bloqueadas. Até o momento os protestos ocorrem de forma pacífica. Em Lagoa Vermelha, no entroncamento das BRs 285 e 470 houve paralisação, consistindo na parada de vários caminhões ao lado da BR-285, mas sem o fechamento do trânsito na rodovia. A indignação é quanto ao preço do combustível e contra o que classifica de "bagunça e roubalheira" do governo federal, segundo afirma a classe. De acordo com levantamento feito recentemente pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o custo médio do diesel era de R$ 2,77 e do diesel S-10 (com menor teor de enxofre) era de R$ 2,98. Quanto à média do Brasil, a agência aponta, no mês de fevereiro, também R$ 2,77 para o diesel convencional e de R$ 2,92 para o S-10. O movimento, que começou semana passada no Paraná e em Santa Catarina, expandiu para o resto do Brasil ao longo da semana, de acordo com diretor da Associação dos Caminhoneiros de Rodeio Bonito (RS), Tobias Brombilla. "O setor de transporte de carga está passando por uma crise histórica, sem que os caminhoneiros consigam ter retorno", ressalta o dirigente. Os caminhoneiros também pedem para que seja criada uma tabela de preços do frete baseada no quilômetro rodado e reclamam da jornada de trabalho implantada em setembro do ano passado, que fixou em oito horas diárias e um adicional de duas horas extras. A paralisação, na BRs 285 e 470, em Lagoa Vermelha, deve continuar até o final da tarde, de acordo com os caminhoneiros. Vários motoristas do município participam do ato.

Os altos valores cobrados pelo óleo diesel levaram inúmeros caminhoneiros a protestar em várias cidades do Rio Grande do Sul e também e outros Estado, sendo que, em alguns locais, as pistas foram bloqueadas. Até o momento os protestos ocorrem de forma pacífica. Em Lagoa Vermelha, no entroncamento das BRs 285 e 470 houve paralisação, consistindo na parada de vários caminhões ao lado da BR-285, mas sem o fechamento do trânsito na rodovia. A indignação é quanto ao preço do combustível e contra o que classifica de "bagunça e roubalheira" do governo federal, segundo afirma a classe. De acordo com levantamento feito recentemente pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o custo médio do diesel era de R$ 2,77 e do diesel S-10 (com menor teor de enxofre) era de R$ 2,98. Quanto à média do Brasil, a agência aponta, no mês de fevereiro, também R$ 2,77 para o diesel convencional e de R$ 2,92 para o S-10. O movimento, que começou semana passada no Paraná e em Santa Catarina, expandiu para o resto do Brasil ao longo da semana, de acordo com diretor da Associação dos Caminhoneiros de Rodeio Bonito (RS), Tobias Brombilla. "O setor de transporte de carga está passando por uma crise histórica, sem que os caminhoneiros consigam ter retorno", ressalta o dirigente. Os caminhoneiros também pedem para que seja criada uma tabela de preços do frete baseada no quilômetro rodado e reclamam da jornada de trabalho implantada em setembro do ano passado, que fixou em oito horas diárias e um adicional de duas horas extras. A paralisação, na BRs 285 e 470, em Lagoa Vermelha, deve continuar até o final da tarde, de acordo com os caminhoneiros. Vários motoristas do município participam do ato.