Miguel Ramos defende a volta do Hospital São Paulo para a sociedade de Lagoa Vermelha


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Jornalismo - Folha do Nordeste 10/12/2017

“Enquanto a Araucária estiver dentro do hospital ninguém vai pôr a mão. Como é que você ajudar uma Fundação que não é de Lagoa Vermelha, é de São José do Ouro. O prédio é deles, a casa é deles. Depois que esse hospital voltar para a sociedade de Lagoa Vermelha daria para se fazer um bom trabalho com uma administração enxuta, profissional”. A opinião é do empresário Miguel Pereira Ramos, diretor da Miagro, que liderou o bem sucedido projeto comunitário em prol da construção do novo prédio para a sede da APAE de Lagoa Vermelha, ao participar do “Falando Francamente”, da Rádio Cacique, dia 2 de dezembro, sábado. Para o empresário Miguel “não dá para ajudar a Fundação Araucária”. E explica: “como é que você vai ajudar uma coisa que há anos não vem dando certo; é tudo muito obscuro; depois que entraram ali só estão se queixando, dizendo que não dá”. Miguel lembrou e lamentou que governo anterior tenha tirado do hospital o pessoal da Prontoclinica, de Passo Fundo, que vinha realizando um bom trabalho, e tenha passado para a Fundação Araucária Miguel acrescenta: “Conversei com muitas pessoas do ramo hospitalar. O administrador não pode ser qualquer um; ele tem que ter conhecimento do ambiente hospitalar. Não adianta ser um economista, ele administra as finanças. Ele precisa saber o dia a dia de um hospital, que é muito complexo. Enquanto estiver a Araucária aí não vai resolver e a tendência é piorar. Depois que o hospital voltar para Lagoa Vermelha a comunidade vai ajudar”. Sobre reunião de lideranças locais com a administração do Hospital São Paulo, da qual participou, em parte, Miguel Ramos comentou sobre os números apresentados. Para ele “papel aceita qualquer coisa; tem que entrar lá dentro, com pessoas que entendam de números, para saber realmente o que está acontecendo; sobre o que foi feito, nós não sabemos; não temos acesso a isso”. Miguel Ramos disse que está disposto, se for convidado, a participar desse movimento em prol do Hospital São Paulo, dentro de suas possibilidades. “A nossa comunidade tem muita força”, disse Miguel, referindo-se ao apoio recebido para a construção da sede da APAE.

“Enquanto a Araucária estiver dentro do hospital ninguém vai pôr a mão. Como é que você ajudar uma Fundação que não é de Lagoa Vermelha, é de São José do Ouro. O prédio é deles, a casa é deles. Depois que esse hospital voltar para a sociedade de Lagoa Vermelha daria para se fazer um bom trabalho com uma administração enxuta, profissional”. A opinião é do empresário Miguel Pereira Ramos, diretor da Miagro, que liderou o bem sucedido projeto comunitário em prol da construção do novo prédio para a sede da APAE de Lagoa Vermelha, ao participar do “Falando Francamente”, da Rádio Cacique, dia 2 de dezembro, sábado. Para o empresário Miguel “não dá para ajudar a Fundação Araucária”. E explica: “como é que você vai ajudar uma coisa que há anos não vem dando certo; é tudo muito obscuro; depois que entraram ali só estão se queixando, dizendo que não dá”. Miguel lembrou e lamentou que governo anterior tenha tirado do hospital o pessoal da Prontoclinica, de Passo Fundo, que vinha realizando um bom trabalho, e tenha passado para a Fundação Araucária Miguel acrescenta: “Conversei com muitas pessoas do ramo hospitalar. O administrador não pode ser qualquer um; ele tem que ter conhecimento do ambiente hospitalar. Não adianta ser um economista, ele administra as finanças. Ele precisa saber o dia a dia de um hospital, que é muito complexo. Enquanto estiver a Araucária aí não vai resolver e a tendência é piorar. Depois que o hospital voltar para Lagoa Vermelha a comunidade vai ajudar”. Sobre reunião de lideranças locais com a administração do Hospital São Paulo, da qual participou, em parte, Miguel Ramos comentou sobre os números apresentados. Para ele “papel aceita qualquer coisa; tem que entrar lá dentro, com pessoas que entendam de números, para saber realmente o que está acontecendo; sobre o que foi feito, nós não sabemos; não temos acesso a isso”. Miguel Ramos disse que está disposto, se for convidado, a participar desse movimento em prol do Hospital São Paulo, dentro de suas possibilidades. “A nossa comunidade tem muita força”, disse Miguel, referindo-se ao apoio recebido para a construção da sede da APAE.

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