
Créditos e investimentos estiveram entre os assuntos abordados na quinta-feira, 22, durante evento promovido pela Agência de Desenvolvimento de Lagoa Vermelha. Micro e pequenos empresários do município e da região acompanharam as explicações trazidas pelo presidente da Federação das Associações Comerciais do Rio Grande do Sul - FEDERASUL, José Paulo Dorneles Cairoli; superintendente regional do Banco do Brasil, Dirceu Tessaro; e pelo gerente regional de pessoa jurídica da Caixa Econômica Federal, Leandro Lazzaroto. Uma das linhas apresentadas foi o micro crédito produtivo orientado, programa nacional recentemente lançado, que concede empréstimos no valor de R$ 300,00 a R$ 15.000,00, com taxa de juro de 0,64% ao mês, e prazo de até 24 meses para pagamento. O objetivo é oferecer financiamento para todos que possuem pequenos negócios; uma alternativa de crédito para pessoas físicas e jurídicas, formais e informais, que desejam ampliar ou investir em um pequeno negócio e não tem acesso ao sistema bancário. O município, a CICAS e a rede bancária estarão prestando as informações e orientações para ingresso no programa. A presença das micro e pequenas empresas - MPEs - na economia brasileira foi ressaltada por Cairoli. Dados apresentados durante a palestra sobre a conjuntura econômica brasileira e gaúcha, apontaram que as MPEs representam 99% do número de estabelecimentos no país. O presidente da FEDERASUL também informou que o governo federal estuda a criação de um Ministério específico para atender ao setor. Ao analisar a situação da economia brasileira, o palestrante afirmou que o crescimento econômico recente está fazendo o Brasil se aproximar dos países desenvolvidos, no entanto a carga tributária, os juros e o alto custo da folha de pagamento são entraves para o desenvolvimento, onerando demasiadamente as empresas que perdem competitividade. Segundo dados apresentados, estes custos são maiores do que os de vários países da Europa e do Mercosul. Outro aspecto ressaltado por Cairoli foi à situação do Rio Grande do Sul que em 2009 apresentou o menor índice de investimento entre os estados da região sul, ficando em apenas 3,4% da receita pública, enquanto Santa Catarina chegou a 10,4% e Paraná 6,5%. Também comparou as distorções nos gastos dos Poderes Públicos Estaduais, registradas no período de 1994 a 2009. Conforme informações repassadas durante a palestra, o Ministério Público elevou os gastos em 204,6%, seguido do Poder Judiciário (137,7%), legislativo (69,6%) e executivo (23,4%).

Créditos e investimentos estiveram entre os assuntos abordados na quinta-feira, 22, durante evento promovido pela Agência de Desenvolvimento de Lagoa Vermelha. Micro e pequenos empresários do município e da região acompanharam as explicações trazidas pelo presidente da Federação das Associações Comerciais do Rio Grande do Sul - FEDERASUL, José Paulo Dorneles Cairoli; superintendente regional do Banco do Brasil, Dirceu Tessaro; e pelo gerente regional de pessoa jurídica da Caixa Econômica Federal, Leandro Lazzaroto. Uma das linhas apresentadas foi o micro crédito produtivo orientado, programa nacional recentemente lançado, que concede empréstimos no valor de R$ 300,00 a R$ 15.000,00, com taxa de juro de 0,64% ao mês, e prazo de até 24 meses para pagamento. O objetivo é oferecer financiamento para todos que possuem pequenos negócios; uma alternativa de crédito para pessoas físicas e jurídicas, formais e informais, que desejam ampliar ou investir em um pequeno negócio e não tem acesso ao sistema bancário. O município, a CICAS e a rede bancária estarão prestando as informações e orientações para ingresso no programa. A presença das micro e pequenas empresas - MPEs - na economia brasileira foi ressaltada por Cairoli. Dados apresentados durante a palestra sobre a conjuntura econômica brasileira e gaúcha, apontaram que as MPEs representam 99% do número de estabelecimentos no país. O presidente da FEDERASUL também informou que o governo federal estuda a criação de um Ministério específico para atender ao setor. Ao analisar a situação da economia brasileira, o palestrante afirmou que o crescimento econômico recente está fazendo o Brasil se aproximar dos países desenvolvidos, no entanto a carga tributária, os juros e o alto custo da folha de pagamento são entraves para o desenvolvimento, onerando demasiadamente as empresas que perdem competitividade. Segundo dados apresentados, estes custos são maiores do que os de vários países da Europa e do Mercosul. Outro aspecto ressaltado por Cairoli foi à situação do Rio Grande do Sul que em 2009 apresentou o menor índice de investimento entre os estados da região sul, ficando em apenas 3,4% da receita pública, enquanto Santa Catarina chegou a 10,4% e Paraná 6,5%. Também comparou as distorções nos gastos dos Poderes Públicos Estaduais, registradas no período de 1994 a 2009. Conforme informações repassadas durante a palestra, o Ministério Público elevou os gastos em 204,6%, seguido do Poder Judiciário (137,7%), legislativo (69,6%) e executivo (23,4%).