
O deputado Mano Changes (PP) ocupou o período do Grande Expediente na tarde de quarta-feira (1º) para homenagear a senadora eleita, jornalista Ana Amélia Lemos, e fazer a entrega, em nome do Parlamento gaúcho, da Medalha do Mérito Farroupilha, distinção feita aos que se destacam em suas atividades. Mano Changes ressaltou a trajetória profissional de Ana Amélia, ao longo de 40 anos de jornalismo, e o desafio e a coragem a que ela se propôs ao assumir um mandato político. Desempenho Ana Amélia Lemos nasceu em Lagoa Vermelha, filha de João Laureano de Lemos, carpinteiro, e de Celine da Rosa de Lemos, merendeira de escola pública, e soube desde cedo o que é lutar pela superação das dificuldades, afirmou o parlamentar. Veio para Porto Alegre ao nove anos de idade, trazida por Rosita Ache para ser sua dama de companhia, que se sensibilizou ao ver Ana Amélia pequena, de pés descalços, e que ajudava a família fazendo entrega de leite na vizinhança. Na capital gaúcha começou seus estudos nas escolas públicas Argentina e Otelo Rosa. Com 12 anos de idade, de volta a Lagoa Vermelha, escreveu ao então candidato a governador Leonel Brizola, solicitando uma bolsa de estudos, o que lhe foi concedido, e passou a estudar na Escola Normal Rainha da Paz, por oito anos, afirmou o deputado. Em 1967, Ana Amélia já estava novamente na capital gaúcha, começando sua trajetória universitária e profissional. Sua primeira oportunidade na área jornalística veio de um convite dos jornalistas Flávio Alcaraz Gomes e Jaime Copstein, passando a fazer a produção do programa Repórter da História, na Rádio Guaíba. A partir daí, trabalhou na então TV Difusora, Rádio Difusora, sucursal do jornal carioca Correio da Manhã, revista Visão e, em 1977, ingressou na Rádio Gaúcha. Em 1979 foi transferida para Brasília, como repórter da Zero Hora, da RBS TV e da Rádio Gaúcha. Três anos mais tarde foi nomeada diretora da RBS na Capital Federal, cargo que exerceu até o ano de 2003. O deputado Mano Changes lembrou que Ana Amélia se tornou uma referência no jornalismo econômico e agronegócio. E em 15 de março de 2010, achou que era a hora de deixar de ser narradora do cenário político para ser protagonista. Assim, para honra do PP e com a mesma convicção que adotou nos 40 anos em que atuou nas várias e importantes empresas de comunicação, 33 deles no Grupo RBS, despediu-se dizendo que saia do jornalismo e entrava na política para continuar a defende os interesses do Rio Grande do Sul.

O deputado Mano Changes (PP) ocupou o período do Grande Expediente na tarde de quarta-feira (1º) para homenagear a senadora eleita, jornalista Ana Amélia Lemos, e fazer a entrega, em nome do Parlamento gaúcho, da Medalha do Mérito Farroupilha, distinção feita aos que se destacam em suas atividades. Mano Changes ressaltou a trajetória profissional de Ana Amélia, ao longo de 40 anos de jornalismo, e o desafio e a coragem a que ela se propôs ao assumir um mandato político. Desempenho Ana Amélia Lemos nasceu em Lagoa Vermelha, filha de João Laureano de Lemos, carpinteiro, e de Celine da Rosa de Lemos, merendeira de escola pública, e soube desde cedo o que é lutar pela superação das dificuldades, afirmou o parlamentar. Veio para Porto Alegre ao nove anos de idade, trazida por Rosita Ache para ser sua dama de companhia, que se sensibilizou ao ver Ana Amélia pequena, de pés descalços, e que ajudava a família fazendo entrega de leite na vizinhança. Na capital gaúcha começou seus estudos nas escolas públicas Argentina e Otelo Rosa. Com 12 anos de idade, de volta a Lagoa Vermelha, escreveu ao então candidato a governador Leonel Brizola, solicitando uma bolsa de estudos, o que lhe foi concedido, e passou a estudar na Escola Normal Rainha da Paz, por oito anos, afirmou o deputado. Em 1967, Ana Amélia já estava novamente na capital gaúcha, começando sua trajetória universitária e profissional. Sua primeira oportunidade na área jornalística veio de um convite dos jornalistas Flávio Alcaraz Gomes e Jaime Copstein, passando a fazer a produção do programa Repórter da História, na Rádio Guaíba. A partir daí, trabalhou na então TV Difusora, Rádio Difusora, sucursal do jornal carioca Correio da Manhã, revista Visão e, em 1977, ingressou na Rádio Gaúcha. Em 1979 foi transferida para Brasília, como repórter da Zero Hora, da RBS TV e da Rádio Gaúcha. Três anos mais tarde foi nomeada diretora da RBS na Capital Federal, cargo que exerceu até o ano de 2003. O deputado Mano Changes lembrou que Ana Amélia se tornou uma referência no jornalismo econômico e agronegócio. E em 15 de março de 2010, achou que era a hora de deixar de ser narradora do cenário político para ser protagonista. Assim, para honra do PP e com a mesma convicção que adotou nos 40 anos em que atuou nas várias e importantes empresas de comunicação, 33 deles no Grupo RBS, despediu-se dizendo que saia do jornalismo e entrava na política para continuar a defende os interesses do Rio Grande do Sul.