O governo de Cuba decidiu romper a sua parceria com o governo brasileiro deixando de participar do “Programa Mais Médicos” instituído no governo Dilma Rousseff, em 2013. Em consequência, aproximadamente 9 mil médicos cubanos que prestam serviços em mais de três mil municípios, deverão voltar para o seu país. A decisão do governo cubano ocorreu diante das exigências do novo governo brasileiro para os profissionais médicos continuarem prestando serviços no Brasil.
Lagoa Vermelha é um dos municípios que conta com serviços de médicos cubanos. Sob seus cuidados estão vários programas na área da saúde. Questionado sobre o surgimento desse novo problema, o prefeito Gustavo Bonotto declarou à Folha do Nordeste que a solução vai depender da forma como for conduzida a transição. Por experiência anterior, disse o prefeito, ”sabemos que a substituição é demorada o que causa forte impacto em todo o sistema de saúde básica, pois a troca de um profissional do “Mais Médicos” por outra forma de contratação chega a ser 4 vezes mais cara para o município”.
Se a reposição de médicos for rápida não haverá grandes transtornos, mas, no momento, a situação inspira bastante preocupação, finalizou o prefeito.
Hospital continua em situação delicada
Sobre o Hospital São Paulo, o prefeito declarou que, apesar dos avanços conseguidos pelo novo administrador e força tarefa da comunidade e Fundação Araucária, a situação ainda é extremamente delicada. Os atrasos de repasses do Estado ao Hospital ultrapassam os R$ 600 mil agravam ainda mais essa realidade. A proximidade do final do ano aumenta a preocupação em relação a elevação da despesa com o pagamento do 13º dos funcionários.
Em relação ao hospital, o fato positivo destacado pelo prefeito Gustavo Bonotto foi a contratação de nova clínica de exames de imagem e de novo laboratório de análises clínicas contribuindo significativamente para redução do déficit. Ressaltou que, até o momento, tem prestado um serviço de boa qualidade e vem atendendo as demandas da comunidade e do hospital.
(Reportagem: Aldoir Nepomuceno / Foto: Marcos Roberto Nepomuceno)
O governo de Cuba decidiu romper a sua parceria com o governo brasileiro deixando de participar do “Programa Mais Médicos” instituído no governo Dilma Rousseff, em 2013. Em consequência, aproximadamente 9 mil médicos cubanos que prestam serviços em mais de três mil municípios, deverão voltar para o seu país. A decisão do governo cubano ocorreu diante das exigências do novo governo brasileiro para os profissionais médicos continuarem prestando serviços no Brasil.
Lagoa Vermelha é um dos municípios que conta com serviços de médicos cubanos. Sob seus cuidados estão vários programas na área da saúde. Questionado sobre o surgimento desse novo problema, o prefeito Gustavo Bonotto declarou à Folha do Nordeste que a solução vai depender da forma como for conduzida a transição. Por experiência anterior, disse o prefeito, ”sabemos que a substituição é demorada o que causa forte impacto em todo o sistema de saúde básica, pois a troca de um profissional do “Mais Médicos” por outra forma de contratação chega a ser 4 vezes mais cara para o município”.
Se a reposição de médicos for rápida não haverá grandes transtornos, mas, no momento, a situação inspira bastante preocupação, finalizou o prefeito.
Hospital continua em situação delicada
Sobre o Hospital São Paulo, o prefeito declarou que, apesar dos avanços conseguidos pelo novo administrador e força tarefa da comunidade e Fundação Araucária, a situação ainda é extremamente delicada. Os atrasos de repasses do Estado ao Hospital ultrapassam os R$ 600 mil agravam ainda mais essa realidade. A proximidade do final do ano aumenta a preocupação em relação a elevação da despesa com o pagamento do 13º dos funcionários.
Em relação ao hospital, o fato positivo destacado pelo prefeito Gustavo Bonotto foi a contratação de nova clínica de exames de imagem e de novo laboratório de análises clínicas contribuindo significativamente para redução do déficit. Ressaltou que, até o momento, tem prestado um serviço de boa qualidade e vem atendendo as demandas da comunidade e do hospital.
(Reportagem: Aldoir Nepomuceno / Foto: Marcos Roberto Nepomuceno)