
O secretário municipal do Desenvolvimento Econômico de Lagoa Vermelha, Lucas Mota, concedeu entrevista exclusiva ao Jornal Folha do Nordeste, na qual analisou os principais desafios do tradicionalismo gaúcho na atualidade. Integrante do CTG Alexandre Pato e com ampla experiência como avaliador do MTG, Lucas destacou a necessidade de maior envolvimento da juventude, a importância de aproximar os CTGs da comunidade e a valorização dos títulos nacionais de Lagoa Vermelha, como Capital Nacional do Churrasco e Capital Nacional da Dança da Chula.
Para ele, o MTG cumpre seu papel histórico, mas deve se reinventar, abrir-se para novas parcerias e fortalecer a presença nas escolas e na sociedade. Na entrevista, Lucas também comentou sobre a programação da Semana Farroupilha 2025, os 40 anos do Piquete 35, os 72 anos do CTG Alexandre Pato e o papel da 8ª Região Tradicionalista no cenário estadual.
“A tradição é um patrimônio coletivo. Cabe a nós, lagoenses, garantir que ela seja preservada e, ao mesmo tempo, reinventada para as próximas gerações”, afirmou.
A entrevista completa está na edição impressa do Jornal Folha do Nordeste desta sexta-feira, 29 de agosto.


O secretário municipal do Desenvolvimento Econômico de Lagoa Vermelha, Lucas Mota, concedeu entrevista exclusiva ao Jornal Folha do Nordeste, na qual analisou os principais desafios do tradicionalismo gaúcho na atualidade. Integrante do CTG Alexandre Pato e com ampla experiência como avaliador do MTG, Lucas destacou a necessidade de maior envolvimento da juventude, a importância de aproximar os CTGs da comunidade e a valorização dos títulos nacionais de Lagoa Vermelha, como Capital Nacional do Churrasco e Capital Nacional da Dança da Chula.
Para ele, o MTG cumpre seu papel histórico, mas deve se reinventar, abrir-se para novas parcerias e fortalecer a presença nas escolas e na sociedade. Na entrevista, Lucas também comentou sobre a programação da Semana Farroupilha 2025, os 40 anos do Piquete 35, os 72 anos do CTG Alexandre Pato e o papel da 8ª Região Tradicionalista no cenário estadual.
“A tradição é um patrimônio coletivo. Cabe a nós, lagoenses, garantir que ela seja preservada e, ao mesmo tempo, reinventada para as próximas gerações”, afirmou.
A entrevista completa está na edição impressa do Jornal Folha do Nordeste desta sexta-feira, 29 de agosto.
