Dentro da programação do Rodeio Crioulo Internacional e Festa Nacional do Churrasco em Lagoa Vermelha, na sexta-feira, à noite, aconteceu a apresentação de Renato Borghetti e a Fábrica de Gaiteiros. Um projeto sucesso no RS e SC e que abrange alunos em Lagoa Vermelha com participação de Diego Granza.
O sonho de criar uma Fábrica de Gaiteiros começou a se desenhar há 10 anos para o acordeonista gaúcho Renato Borghetti. O músico confessa que não imaginava que a ideia maluca de começar a produzir gaita-ponto para ensinar a crianças e adolescentes os encantos do instrumento daria certo tão rápido.
A primeira turma da Fábrica de Gaiteiros foi criada há seis anos. Atualmente, 500 guris e gurias têm aulas no projeto, que está presente em oito cidades gaúchas (Porto Alegre, Guaíba, Barra do Ribeiro, Tapes, Butiá, São Gabriel, Lagoa Vermelha e Bagé) e duas catarinenses (Lages e Blumenau). Há filas de espera de jovens querendo fazer parte das turmas e de cidades que desejam entrar no mapa do projeto, que tem como objetivo retomar a fabricação de gaitas no Rio Grande do Sul e também multiplicar o número de gaiteiros.
Foto: Ronaldo Gerevini
Dentro da programação do Rodeio Crioulo Internacional e Festa Nacional do Churrasco em Lagoa Vermelha, na sexta-feira, à noite, aconteceu a apresentação de Renato Borghetti e a Fábrica de Gaiteiros. Um projeto sucesso no RS e SC e que abrange alunos em Lagoa Vermelha com participação de Diego Granza.
O sonho de criar uma Fábrica de Gaiteiros começou a se desenhar há 10 anos para o acordeonista gaúcho Renato Borghetti. O músico confessa que não imaginava que a ideia maluca de começar a produzir gaita-ponto para ensinar a crianças e adolescentes os encantos do instrumento daria certo tão rápido.
A primeira turma da Fábrica de Gaiteiros foi criada há seis anos. Atualmente, 500 guris e gurias têm aulas no projeto, que está presente em oito cidades gaúchas (Porto Alegre, Guaíba, Barra do Ribeiro, Tapes, Butiá, São Gabriel, Lagoa Vermelha e Bagé) e duas catarinenses (Lages e Blumenau). Há filas de espera de jovens querendo fazer parte das turmas e de cidades que desejam entrar no mapa do projeto, que tem como objetivo retomar a fabricação de gaitas no Rio Grande do Sul e também multiplicar o número de gaiteiros.
Foto: Ronaldo Gerevini