
Ainda preocupados com a incidência de mormo no Estado, comunidade e autoridades estiveram reunidos na última quarta-feira, dia 25 de maio, no Fórum Regional do Mormo em Lagoa Vermelha. O evento, promovido pela Universidade de Passo Fundo (UPF), por meio da Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária (FAMV), foi realizado no CTG Alexandre Pato e teve como objetivo discutir a situação do mormo - uma doença infectocontagiosa que não tem cura e atinge especialmente os equídeos. Conforme o coordenador do Fórum, o tenente coronel veterinário da Brigada Militar e professor da Universidade de Passo Fundo (UPF) João Ignácio do Canto, o encontro reuniu todos os segmentos ligados à cadeia produtiva de equinos, como produtores e prefeituras municipais, bem como representantes do Ministério da Agricultura, defesa sanitária, dentre outras instituições. A atividade reuniu mais de 80 pessoas. O encontro foi produtivo para ambas as partes. Levamos informações aos produtores e respondemos muitas perguntas e dúvidas que eles tinham. Foi uma oportunidade de discutirmos a situação e coletarmos depoimentos desse público, para que possamos refletir e encontrar possibilidades para resolver o problema, define o professor. Na oportunidade, Canto pode conhecer a história de um produtor que teve um animal sacrificado, após a detecção de mormo. Segundo ele, a principal reclamação é a falta de informação. Fomos recebidos com alegria pelos produtores, que se sentem amparados em relação aos questionamentos que tem sobre o tema, conclui.

Ainda preocupados com a incidência de mormo no Estado, comunidade e autoridades estiveram reunidos na última quarta-feira, dia 25 de maio, no Fórum Regional do Mormo em Lagoa Vermelha. O evento, promovido pela Universidade de Passo Fundo (UPF), por meio da Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária (FAMV), foi realizado no CTG Alexandre Pato e teve como objetivo discutir a situação do mormo - uma doença infectocontagiosa que não tem cura e atinge especialmente os equídeos. Conforme o coordenador do Fórum, o tenente coronel veterinário da Brigada Militar e professor da Universidade de Passo Fundo (UPF) João Ignácio do Canto, o encontro reuniu todos os segmentos ligados à cadeia produtiva de equinos, como produtores e prefeituras municipais, bem como representantes do Ministério da Agricultura, defesa sanitária, dentre outras instituições. A atividade reuniu mais de 80 pessoas. O encontro foi produtivo para ambas as partes. Levamos informações aos produtores e respondemos muitas perguntas e dúvidas que eles tinham. Foi uma oportunidade de discutirmos a situação e coletarmos depoimentos desse público, para que possamos refletir e encontrar possibilidades para resolver o problema, define o professor. Na oportunidade, Canto pode conhecer a história de um produtor que teve um animal sacrificado, após a detecção de mormo. Segundo ele, a principal reclamação é a falta de informação. Fomos recebidos com alegria pelos produtores, que se sentem amparados em relação aos questionamentos que tem sobre o tema, conclui.